Banca de QUALIFICAÇÃO: MARIA ANGÉLICA GOMES JACINTO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MARIA ANGÉLICA GOMES JACINTO
DATA : 21/12/2022
HORA: 14:30
LOCAL: REMOTA - http://meet.google.com/gyo-cfcb-bru
TÍTULO:

ASSOCIAÇÃO ENTRE OS ASPECTOS SOCIODEMOGRÁFICOS, DE SAÚDE, CLÍNICOS E ASSISTENCIAIS COM O DESFECHO DA LESÃO EM PACIENTES COM ÚLCERAS VENOSAS CRÔNICAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE


PALAVRAS-CHAVES:

Úlcera Varicosa; Cicatrização; Fatores de Risco; Atenção Primária à Saúde.


PÁGINAS: 17
RESUMO:

Introdução: Com base nas características sociodemográficas, de saúde, clínicas existentes e assistenciais recebidas pelo serviço de saúde no setor primário, pacientes podem desenvolver diferentes desfechos quanto à cicatrização de úlceras venosas crônicas. Objetivo: Verificar a associação dos aspectos sociodemográficos, de saúde, clínicos e assistenciais com o desfecho da lesão em pacientes com úlceras venosas crônicas na Atenção Primária à Saúde. Métodos: Estudo descritivo, observacional, longitudinal, comparativo, com abordagem quantitativa dos dados, realizado na Atenção Primária à Saúde do município de Parnamirim/Rio Grande do Norte, com a realização de duas coletas de dados  entre agosto de 2020 e novembro de 2021, em que foi aplicado um formulário de caracterização de aspectos sociodemográficos, de saúde, clínicos e assistenciais. Resultados: Contou-se com 103 pacientes com úlceras venosas, 60 em acompanhamento e 43 cicatrizados. Na maioria, nos dois grupos, mulheres (69,8%), a partir de 60 anos (62,1%), de baixa escolaridade (79,6%), renda até 1 salário mínimo (82,5%), não ativos (79,6%). Houve grande redução do etilismo/tabagismo, melhoria da mobilidade, principalmente nos cicatrizados e em doenças vasculares, principalmente naqueles em acompanhamento. Já na questão clínica, grandes melhoras ocorreram no aspecto da pele, principalmente nos em acompanhamento (38,8%) e em recidivas (26,2%) nos cicatrizados com p<0,001, e pouca melhora, nos dois desfechos, no edema (36,9%), quantidade de exsudato (37,9%), e odor (39,8%) e tipo de exsudato (39,8%), nos cicatrizados. Os pacientes passaram a ser mais assistidos em ambientes específicos ao tratamento, houve grande melhora do uso de terapia compressiva, nos em tratamento (50,5%) e cicatrizados (30,1%), da adesão aos exames de sangue, passando de totalmente ausente para presente, nos em tratamento (54,4%)  e cicatrizados (35,0%) no segundo momento. Conclusão: Constatou-se que poucas foram as associações significativas com os desfechos da lesão. Mas ainda assim, dentre elas, destaca-se os aspectos clínicos e assistenciais em ambos os desfechos, principalmente nos pacientes cicatrizados, se comparado àqueles em acompanhamento. 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1161810 - GILSON DE VASCONCELOS TORRES
Externa ao Programa - 2374850 - THAIZA TEIXEIRA XAVIER NOBRE - UFRNExterna à Instituição - THALYTA CRISTINA MANSANO SCHLOSSER - UNICAMP
Notícia cadastrada em: 02/12/2022 10:39
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