Estrutura Curricular

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO SERIDÓ

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA

MESTRADO EM HISTÓRIA DOS SERTÕES – MHIST

 

 

ESTRUTURA CURRICULAR

 

 

DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

 

a) TEORIA E METODOLOGIA DA HISTÓRIA – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Concepções teórico-metodológicas da História articuladas às diferentes perspectivas de produção do conhecimento histórico. A relação história, memória e narrativa. A historicidade do tempo e do espaço. Os paradigmas historiográficos e suas crises. A produção historiográfica contemporânea e o diálogo com outros saberes.

 

Referências:

CATROGA, Fernando. Os Passos do Homem Como Restolho do Tempo: memória e fim do fim da história. Coimbra: Almedina, 2009.

CERTEAU, Michel de. A escrita da História. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011.

CHARTIER, Roger. À Beira da Falésia: a História entre certezas e inquietudes. Porto Alegre: Ed. Universitária/UFRGS, 2002.

FABIAN, Johannes. O Tempo e o Outro: como a antropologia estabelece seu objeto. Petrópolis: Vozes, 2013.

FOUCAULT, Michel. A Arqueologia do Saber. 6. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000.

GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros: verdadeiro, falso, fictício. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

HARTOG, François. Regimes de Historicidade: presentismo e experiências do tempo. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: contribuição à semântica dos tempos modernos. Rio de Janeiro: Contraponto: Editora PUC-Rio, 2006.

MARTINS, Rui Cunha. O Método da Fronteira: radiografia histórica de um dispositivo contemporâneo (matrizes ibéricas e americanas). Coimbra: Almedina, 2008.

RICOEUR, Paul. A Memória, A História e O Esquecimento. Campinas: Editora da Unicamp, 2007.

THOMPSON, Edward Palmer. As peculiaridades dos ingleses e outros artigos. 2. ed. Campinas: Editora da UNICAMP, 2012.

 

 

b) HISTORIOGRAFIA DOS SERTÕES – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Leitura e discussão de obras da produção historiográfica internacional e nacional que discutam a historicidade dos sertões e/ou de categorias similares como fronteira, floresta, deserto, outback e interior.

 

Referências:

ABREU, Capistrano de. Caminhos antigos e povoamento do Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: EDUSP, 1988.

ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. A invenção do Nordeste e outras artes. Recife, Massangana; São Paulo: Cortez, 1999.

AMADO, Janaína. Região, sertão e nação. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, p. 141-151, v. 8, n. 15, 1995.

ARRUDA, Gilmar. Cidades e Sertões: entre história e a memória. Bauru: Edusc, 2000.

CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Brasiliense, 1985

FREIRE, Alberto (Org.). Culturas dos Sertões. Salvador: EDUFBA, 2014.

LIMA, Nísia Trindade. Um Sertão Chamado Brasil: Intelectuais e Representação Geográfica da Identidade Nacional. Rio de Janeiro: Revan/IUPERJ-UCAM, 1999.

NETO, Sérgio. Das Trincheiras da Flandres aos Sertões d’África: percursos geográfico-literários de Augusto Casimiro. Mneme - Revista de Humanidades,  Caicó, v. 17, n. 39, p. 14-35, jul./dez. 2016 [Dossiê Sertão, sertões].

NEVES, Erivaldo Fagundes. Sertão recôndito, polissêmico e controvertido. In: KURY, Lorelai Brilhante. (Org.). Sertões adentro: viagens nas caatingas, séculos XVI a XIX. Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio, 2012, p. 14-57.

SCHEIDT, Déborah. Um olhar além: o sertão brasileiro e o outback australiano comparados. Revista de História Regional, Ponta Grossa, v.  15, n. 2, p. 76-94, Inverno, 2010.

 

c) SEMINÁRIO DE LINHA DE PESQUISA II – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Discussão de temáticas de pesquisa dos professores ligados à linha de pesquisa e dos resultados parciais destes e dos alunos. Acompanhamento e orientação visando o aprimoramento dos projetos de pesquisa dos alunos em relação a aspectos teórico-metodológicos e empíricos, com vistas a contribuir para o trabalho de campo e à produção da dissertação de mestrado.

 

Referências:

BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.

BURKE, Peter. A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Editora da UNESP, 1992.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2011.

CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982. GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros: verdadeiro, falso, fictício. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Tradução de Wilma Patrícia Maas e Carlos Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Contraponto/Ed PUC-Rio, 2006.

LE GOFF, Jacques (Org.). A História Nova. São Paulo: Martins Fontes, 1986.

PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & história cultural. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

 

d) SEMINÁRIO DE LINHA DE PESQUISA I – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Discussão de temáticas de pesquisa dos professores ligados à linha de pesquisa e dos resultados parciais destes e dos alunos. Acompanhamento e orientação visando o aprimoramento dos projetos de pesquisa dos alunos em relação a aspectos teórico-metodológicos e empíricos, com vistas  a contribuir para o trabalho de campo e à produção da dissertação de mestrado.

 

Referências:

BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.

BURKE, Peter. A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Editora da UNESP, 1992.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2011.

CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982. GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros: verdadeiro, falso, fictício. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

LE GOFF, Jacques (Org.). A História Nova. São Paulo: Martins Fontes, 1986.

REMOND, René (Org). Por uma história política. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2003.

HOBSBAWM, Eric. Sobre a História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Tradução de Wilma Patrícia Maas e Carlos Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Contraponto/Ed PUC-Rio, 2006.

 

 

 

 

 

 

 

DISCIPLINAS ELETIVAS

 

a) LABORATÓRIO DE HISTÓRIA DOS SERTÕES I – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Discussão sobre os repositórios de documentação que abrigam matéria-prima para a produção de estudos na Linha de Pesquisa I, como institutos, fundações, bibliotecas, museus, memoriais, arquivos e centros de documentação. Verificação e exame de tipologias de fontes históricas que podem subsidiar pesquisas, como estruturas arqueológicas, monumentos epigráficos, artefatos cerâmicos, artefatos líticos, remanescentes ósseos, historiografia, inventários post-mortem, registros paroquiais, cartas de alforria, testamentos, sesmarias, literatura, jornais e cartas.  Problematização de abordagens metodológicas para uso de fontes com vistas a pesquisas no campo da História dos Sertões: Arqueologia, História Oral, História Serial, História Quantitativa, Análise Historiográfica, Análise do Discurso e, dentre outras, Análise Iconográfica.

 

Referências:

BURKE, Peter (org). A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo, Editora UNESP, 1992. 

CADIOU, François; COULOMB, Clarisse; LEMONDE, Anne; SANTAMARIA, Yves. Como se faz a história: historiografia, método e pesquisa. Petrópolis, Vozes, 2007.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2011.

FARGE, Arlette. O sabor do arquivo. São Paulo: Edusp, 2009.

LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre (dir.). História: novos objetos. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976. 

LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre (dir.). História: novos problemas. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976. 

LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre. História: novas abordagens. Rio de Janeiro, Editora F. Alves, 1976.

PINSKY, Carla Bassanezi (Org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005

PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tania Regina de (Org.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009.

PROST, Antoine. Doze lições sobre a História. Belo Horizonte, Autêntica, 2008.

TOSH, John. A busca da história: Objetivos, métodos e as tendências no estudo da história moderna. 5a ed. Petrópolis: Vozes, 2011.

VEYNE, Paul. Como se escreve a História. 2. ed. Brasília, Editora da UnB, 1992.

 

 

 

 

 

b) LABORATÓRIO DE HISTÓRIA DOS SERTÕES II – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Discussão sobre os repositórios de documentação que abrigam matéria-prima para a produção de estudos na Linha de Pesquisa II, como institutos, fundações, bibliotecas, museus, memoriais, arquivos e centros de documentação). Verificação e exame de tipologias de fontes históricas que podem subsidiar pesquisas, como historiografia, inventários post-mortem, registros paroquiais, cartas de alforria, testamentos, sesmarias, literatura, jornais, cartas, cordéis, narrativas orais, fotografias, teatro e, dentre outras, cinema.  Problematização de abordagens metodológicas para uso de fontes com vistas a pesquisas no campo da História dos Sertões: História Oral, História Serial, História Quantitativa, Análise Historiográfica, Análise do Discurso e, dentre outras, Análise Iconográfica.

 

Referências:

BURKE, Peter (org). A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo, Editora UNESP, 1992. 

CADIOU, François; COULOMB, Clarisse; LEMONDE, Anne; SANTAMARIA, Yves. Como se faz a história: historiografia, método e pesquisa. Petrópolis, Vozes, 2007.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2011.

FARGE, Arlette. O sabor do arquivo. São Paulo: Edusp, 2009.

LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre (dir.). História: novos objetos. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976. 

LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre (dir.). História: novos problemas. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976. 

LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre. História: novas abordagens. Rio de Janeiro, Editora F. Alves, 1976.

PINSKY, Carla Bassanezi (Org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005

PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tania Regina de (Org.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009.

PROST, Antoine. Doze lições sobre a História. Belo Horizonte, Autêntica, 2008.

TOSH, John. A busca da história: Objetivos, métodos e as tendências no estudo da história moderna. 5a ed. Petrópolis: Vozes, 2011.

VEYNE, Paul. Como se escreve a História. 2. ed. Brasília: Editora da UnB, 1992.

 

c) TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA CULTURAL – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Discussão de questões teórico-metodológicas da História Cultural, relacionando-as com os temas de investigação ligados à Linha de Pesquisa II.

 

Referências:

BURKE, Peter. O que é história cultural? Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005.

CERTEAU, Michel de. A Invenção do Cotidiano. Petrópolis: Vozes, 1999. V.1 e 2.

CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. Lisboa: Difel, 1988.

HUNT, Lynn. A nova história cultural. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & história cultural. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

 

d) TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA SOCIAL – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Discussão de questões teórico-metodológicas da História Social, relacionando-as com os temas de investigação ligados à Linha de Pesquisa I.

 

Referências:

BURKE, Peter. A Escola dos Annales –1929-1989: a revolução francesa da historiografia. São Paulo: EDUNESP, 1991.

CASTRO, Hebe. História Social. In: CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaio de Teoria e Metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

DUBY, Georges. História social e ideologias das sociedades.In: LE GOFF, Jacques e NORA, Pierre (dir.). História:  novos problemas. Tradução Theo Santiago, Rio de Janeiro, F. Alves, 1988. p. 130-145.

HOBSBAWM, Eric. Da história social à história das sociedades. In:_____. Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 106-135.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: contribuição à semântica dos tempos modernos. Rio de Janeiro: Contraponto: Editora PUC-Rio, 2006.

 

e) TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA POLÍTICA – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Discussão de questões teórico-metodológicas da História Política, relacionando-as com os temas de investigação ligados à Linha de Pesquisa I.

 

Referências:

BURKE, Peter. A Escola dos Annales –1929-1989: a revolução francesa da historiografia. São Paulo: EDUNESP, 1991.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2011.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 2003.

REMOND, René (Org). Por uma história política. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2003.

 

 

 

 

f) TÓPICOS ESPECIAIS EM HISTÓRIA DA CULTURA MATERIAL – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Discussão de questões teórico-metodológicas da História da Cultura Material, relacionando-as com os temas de investigação ligados à Linha de Pesquisa I.

 

Referências:

BURKE, Peter. A Escola dos Annales –1929-1989: a revolução francesa da historiografia. São Paulo: EDUNESP, 1991.

MENESES, Ulpiano Bezerra de. A cultura material no estudo das sociedades antigas. Revista de História, São Paulo, n. 115 (Nova Série), p. 103-117, 1983.

PESEZ, Jean-Marie. História da cultura material. In: LE GOFF, Jacques (Org.). A História Nova. São Paulo: Martins Fontes, 1986. p. 180-215.

REDE, Marcelo. História e cultura material. CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2011. p. 133-150.

 

g) LEITURAS DIRIGIDAS EM HISTORIOGRAFIA E REPRESENTAÇÕES I – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Abordagem em torno de temas, fontes e bibliografia referentes à Linha de Pesquisa II.

 

Referências:

BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.

BURKE, Peter. A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Editora da UNESP, 1992.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2011.

CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982. GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros: verdadeiro, falso, fictício. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Tradução de Wilma Patrícia Maas e Carlos Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Contraponto/Ed PUC-Rio, 2006.

LE GOFF, Jacques (Org.). A História Nova. São Paulo: Martins Fontes, 1986.

PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & história cultural. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

 

 

 

h) LEITURAS DIRIGIDAS EM HISTORIOGRAFIA E REPRESENTAÇÕES II – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Abordagem em torno de temas, fontes e bibliografia referentes à Linha de Pesquisa II.

 

Referências:

BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.

BURKE, Peter. A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Editora da UNESP, 1992.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2011.

CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982. GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros: verdadeiro, falso, fictício. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Tradução de Wilma Patrícia Maas e Carlos Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Contraponto/Ed PUC-Rio, 2006.

LE GOFF, Jacques (Org.). A História Nova. São Paulo: Martins Fontes, 1986.

PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & história cultural. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

 

i) LEITURAS DIRIGIDAS EM CULTURA MATERIAL, SOCIEDADE E PODER I – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Abordagem em torno de temas, fontes e bibliografia referentes à Linha de Pesquisa I.

 

Referências:

BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.

BURKE, Peter. A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Editora da UNESP, 1992.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2011.

CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982. GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros: verdadeiro, falso, fictício. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

LE GOFF, Jacques (Org.). A História Nova. São Paulo: Martins Fontes, 1986.

REMOND, René (Org). Por uma história política. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2003.

HOBSBAWM, Eric. Sobre a História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Tradução de Wilma Patrícia Maas e Carlos Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Contraponto/Ed PUC-Rio, 2006.

 

j) LEITURAS DIRIGIDAS EM CULTURA MATERIAL, SOCIEDADE E PODER II – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Abordagem em torno de temas, fontes e bibliografia referentes à Linha de Pesquisa I.

 

Referências:

BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.

BURKE, Peter. A escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Editora da UNESP, 1992.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2011.

CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982. GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros: verdadeiro, falso, fictício. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

LE GOFF, Jacques (Org.). A História Nova. São Paulo: Martins Fontes, 1986.

REMOND, René (Org). Por uma história política. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2003.

HOBSBAWM, Eric. Sobre a História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Tradução de Wilma Patrícia Maas e Carlos Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Contraponto/Ed PUC-Rio, 2006.

 

k) PRÁTICAS CULTURAIS E REPRESENTAÇÕES DOS/NOS SERTÕES – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Análise de práticas culturais nascidas nos sertões e que se propagaram para outros espaços, entre elas, cordel, danças, religiões afro-luso-ameríndias, religiosidades católicas, messianismos, música, teatro de atores e de formas animadas e as ciganidades. Reflexão sobre os imaginários que se forjaram nos sertões tendo como ponto de partida a literatura e as narrativas jornalísticas e de memorialistas.

 

Referências:

ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. A invenção do Nordeste e outras artes. Recife, Massangana; São Paulo: Cortez, 1999.

ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. A Feira dos Mitos: a fabricação do folclore e da cultura popular (Nordeste, 1920-1950).  São Paulo: Intermeios, 2013.

________. Novos Espaços de Sensibilidade Como Fontes da História Local: Cemitérios, Locais de Devoção, Bens Imateriais Laicos e Religiosos. In: ALVEAL, Carmen Margarida Oliveira; FAGUNDES, José Evangelista; ROCHA, Raimundo Nonato Araújo da (Org.). Reflexões sobre História Local e Produção de Material Didático.Natal: EDUFRN, 2015, p. 141-186.

ASSUNÇÃO, Luiz Carvalho de. O reino dos mestres: a tradição da jurema na umbanda nordestina. Rio de Janeiro: Pallas, 2006.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Os deuses do povo: um estudo sobre a religião popular. São Paulo: Brasiliense, 1980.

CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 2003.

CAVIGNAC, Julie Antoinette. A literatura de cordel no Nordeste do Brasil: da história escrita ao relato oral. Natal: EDUFRN, 2006.

CUNHA, Euclides da. Os sertões. São Paulo: Martin Claret, 2002.

DUARTE, Regina Horta. Noites circenses: espetáculos de circo e teatro em Minas Gerais no século XIX. Campinas: Editora da UNICAMP, 1995.

FERREIRA, Jerusa Pires. Matrizes impressas do oral: conto Russo no Sertão. Cotia: Ateliê, 2014.

MELO, Rosilene Alves de. Arcanos do verso: trajetórias da literatura de cordel. Rio de Janeiro: 7Letras, 2010.

QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. O messianismo no Brasil e no mundo. São Paulo: Alfa-Omega, 1977.

ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

 

l)ETNOHISTÓRIA DOS SERTÕES – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Diversidade étnica dos sertões coloniais. Etnohistória das populações sertanejas do semiárido nordestino. Processos de conquista colonial nos sertões do Norte. Expansão da pecuária e conquista da Ribeira do Seridó. Resistência indígena e a “Guerra do Bárbaros”. Concubinato, Miscigenação, Escravidão indígena e a formação das sociedades sertanejas.

 

Referências:

CUNHA, Manuela Carneiro da (Org.) História dos índios no Brasil. São Paulo: FAPESP; Companhia das Letras, 1992.

CUNHA, Manuela Carneiro da. Índios no Brasil: história, direitos e cidadania. São Paulo: Claro Enigma, 2012.

FERNANDES, João Azevedo. De cunhã a mameluca: a mulher Tupinambá e o nascimento do Brasil. João Pessoa, PB: Editora Universitária/UFRB, 2003.

MACEDO, Helder Alexandre Medeiros de. Populações indígenas no sertão do Rio Grande do Norte: história e mestiçagens. Natal: EDUFRN, 2011.

MEDEIROS Filho, Olavo de. Índios do Açu e Seridó. Brasília: Centro Gráfico do Senado Federal, 1984.

PEREIRA, Henrique Alonso de Albuquerque Rodrigues et al (Org.). Índios e negros na história do Brasil: invisibilidades e emergências, do século XVI e XXI. Natal: EDUFRN, 2016.

PUNTONI, Pedro. A guerra dos bárbaros: povos indígenas e a colonização do sertão nordeste do Brasil, 1650-1720. São Paulo: Hucitec;  EDUSP; Fapesp, 2002

RIBEIRO, Berta G. O índio na história do Brasil. São Paulo: Global, 1983.

TAUNAY, Afonso d'E. A guerra dos bárbaros. 2. ed. Mossoró: Fundação Vingt-Un Rosado ETFRN, 1995.

VAINFAS, Ronaldo. A heresia dos índios: catolicismo e rebeldia no Brasil colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

 

m) ARQUEOLOGIA E HISTÓRIA DOS SERTÕES E DO SEMIÁRIDO – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Processos de povoamento nos sertões e no semiárido nordestino. Sistemas de assentamento: as relações sociais, os bens móveis e as estruturas de moradia. As relações com o ambiente e a mobilidade dos grupos. Tecnologia e comportamento. Aportes etnohistóricos em arqueologia.

 

Referências:

DIAS, Adriana Schmidt. Sistemas de Assentamento e Estilo Tecnológico: uma proposta interpretativa para a ocupação pré-colonial do alto vale do Rio dos Sinos, Rio Grande do Sul. 2003. 401f. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo, Museu de Arqueologia e Etnologia, Programa de Pós-Graduação em Arqueologia. São Paulo.

MACEDO, Muirakytan Kennedy de. Rústicos cabedais: patrimônio e cotidiano familiar nos sertões da pecuária (Seridó – Século XVIII). Natal/RN: Flor do Sal; Natal/RN: EDUFRN, 2015.

MARTIN, Gabriela. Pré-história do nordeste do Brasil. 5. ed. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2008.

MORALES, Walter Fagundes; MOI, Flávia Prado. Cenários Regionais em Arqueologia Brasileira. São Paulo: Annablume, 2009.

MOREAU, Pierre; BARO, Roulox. História das últimas lutas no Brasil entre holandeses e portugueses e relação da viagem ao país dos tapuias. Tradução de Leda Boechat Rodrigue. São Paulo: USP; Belo Horizonte: Itatiaia, 1979.

PESSIS, Anne-Marie. Imagens da pré-história: Parque Nacional Serra da capivara. São Paulo: FUNDHAM/ PETROBRAS, 2003.

PROUS, André. Arqueologia brasileira.  Brasília: Ed. Universitária de Brasília, 1992.

PROUS, André. O Brasil antes dos brasileiros: a pré-história de nosso país. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2006.

SYMANSKI, Luís Cláudio Pereira. Práticas econômicas e sociais no sertão cearense no século XIX: um olhar sobre a cultura material de grupos domésticos sertanejos. Revista da Sociedade de Arqueologia Brasileira. v. 21, n. 2, 2008.

TEIXEIRA LINO, Jaisson. A cultura material da Guerra Sertaneja do Contestado: possibilidades interdisciplinares de pesquisa. Anais do X Encontro Estadual de História – “O Brasil no Sul: cruzando fronteiras entre o regional e o nacional”. Santa Maria/RS: UFSM, 2010.

VASQUES, Márcia Severina; MILLER, Francisca de Souza (Orgs.). Arqueologia do Rio Grande do Norte: balanços e perspectivas. Natal/RN: EDUFRN, 2014.

ZANETTINI, Paulo Eduardo. Canudos: memórias do fim do mundo. Horizonte Geográfico. Ano 1, n. 3, 1988.

ZARANKIN, Andrés; SENATORE, Maria Ximena (Eds.). Arqueologia da sociedade moderna na América do Sul: cultura material, discursos e práticas. Buenos Aires: Ediciones del Tridente, 2002.

 

n) MESTIÇAGENS, HIBRIDISMOS E SUAS DINÂMICAS NOS SERTÕES – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Processos de hibridismos e mestiçagens nos sertões. Conceitos de “qualidade” e condição aplicados às populações sertanejas. Trajetórias de agentes culturais responsáveis pela representação das qualidades e condições de populações mestiças e não-mestiças.

 

Referências:

FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala. 51.ed. Rio de Janeiro: Global, 2006.

MACEDO, Helder Alexandre Medeiros de. Populações indígenas no sertão do Rio Grande do Norte: história e mestiçagens. Natal: EDUFRN, 2011.

MACÊDO, Muirakytan Kennedy de. Rústicos cabedais: patrimônio familiar e cotidiano nos sertões do Seridó (século XVIII). Natal: EDUFRN/Flor do Sal, 2015.

OLIVEIRA, João Pacheco de (org.). A presença indígena no Nordeste. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2011.

PAIVA, Eduardo França. Dar nome ao novo: uma história lexical da Ibero-América entre os séculos XVI e XVIII (as dinâmicas de mestiçagens e o mundo do trabalho). Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2015.

PAIVA, Eduardo França; IVO, Isnara Pereira (orgs.). Escravidão, mestiçagem e histórias comparadas. São Paulo: Annablume; Belo Horizont: PPGH; Vitória da Conquista: Edunesb, 2008.

RUSSELL-WOOD, A. J. R. Escravos e libertos no Brasil colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. O Espetáculo das Raças: cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil de 1870 - 1930. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

VIANA, Larissa. O idioma da mestiçagem: as irmandades de pardos na América portuguesa. Campinas: Edunicamp, 2007.

VIEIRA JÚNIOR., Antônio Otaviano. Entre paredes e bacamartes: história da família no sertão (1780-1850). Fortaleza: Edições Demócrito Rocha/Hucitec, 2004.

 

o) CIDADES E SERTÕES – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Estudos sobre História e historiografia do urbano. Dos processos de transformações do espaço citadino. Estudos sobre o cotidiano. Estudos sobre fontes para uma história das Cidades e Sertões: leis, normas, códigos. Conceitos de topografia, Habitabilidade. Cidades e espaços sertanejos.  Educação e espaço urbano.

 

Referências:

ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

ARRAIS, Raimundo. O pântano e o riacho: a formação do espaço público no Recife do século XIX. São Paulo: Humanitas, 2004.

LE GOFF, Jacques. Por amor às cidades: conversações com Jean Lebrun. São Paulo: UNESP: 1998.

HARVEY, David. A produção capitalista do espaço. São Paulo: Annablume, 2005.

LINCH, Kevin. A imagem da cidade. São Paulo: WMF/Martins Fontes, 2010.

MATOS, Maria Izilda Santos de. História, cidade e trabalho. Bauru: EDUSC, 2002.

ROSSI, Aldo. A arquitetura da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

SCHAMA, Simon. Paisagem e memória. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

TOURAINE, Alain. De sertões, desertos e espaços incivilizados. Rio de Janeiro: MAUAD/FAPERJ, 2001.

WILLIANS, Raymond. O campo e a cidade: na história e na literatura. São Paulo: Companhia de Bolso, 2011.

 

p) POLÍTICA, PODER E SERTÕES NO SÉCULO XX – 04 créditos/60 horas

 

Ementa:

Conceitos e práticas políticas: culturas políticas e imaginário. Mandonismo, coronelismo e clientelismo. Conquista e manutenção do poder político: práticas, estratégias, agentes, instituições. Novas conquistas territoriais e poder. 

 

Referências:

CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

CARVALHO, José Murilo. Mandonismo, coronelismo, clientelismo: Uma discussão conceitual. Revista Dados. vol. 40 nº. 2 Rio de Janeiro,  1997.

GOMES, Ângela de Castro. A política brasileira em busca da modernidade: na fronteira entre o público e o privado. In; SCHWARCZ, Lilia. Moritz. História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea. vol 4. São Paulo, Companhia das Letras, 1998.

LEAL, Vitor Nunes. Coronelismo, enxada e voto: o município e o poder representativo no Brasil. São Paulo: ed. Alfa-ômega, 1976.

PALMEIRA, Moacir & GOLDMAN, Márcio. (org.) Antropologia, voto e representação política. Rio de Janeiro: contracapa livraria, 1996.

FERREIRA, Jorge (org.) O populismo e sua história: debate e crítica. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.

RÉMOND, René (Org.). Por uma história política. Rio de janeiro: Ed. UFRJ/Ed. FGV. 1996.

TÉTARD, Philipp; CHAUVEAU, Agnès. Questões para a história do presente. Bauru/SP: EDUSC, 1999.

 

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