Banca de DEFESA: PRISCILLA CRISTHINA BEZERRA DE ARAUJO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: PRISCILLA CRISTHINA BEZERRA DE ARAUJO
DATA: 10/09/2012
HORA: 15:00
LOCAL: auditorio de psicologia
TÍTULO:

PERCEPÇÃO DE ESTIGMA E QUALIDADE DE VIDA EM CRIANÇAS COM NEOPLASIA.


PALAVRAS-CHAVES:

Escala de Percepção do Estigma, Qualidade de vida, Câncer, Criança, Desenho-Estória


PÁGINAS: 110
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Psicologia
RESUMO:

O aumento do tempo de sobrevida e cura exige cuidados mais amplos em relação à qualidade de vida dos pacientes com câncer, que tem inicio logo após o diagnóstico. Deste modo, parece acertado a ênfase dada ao desenvolvimento de estudos que abranjam as variáveis psicossociais, como o estigma, no tratamento do câncer infantil visando assim à atenção das necessidades globais da criança. Destarte, esta pesquisa se propôs a investigar, a percepção de estigma e a qualidade de vida em crianças com neoplasia. Trata-se de uma pesquisa de corte transversal do tipo descritiva e compreensiva, sendo adotado o tipo amostra por conveniência. Esta foi constituída por trinta crianças com câncer e trinta crianças sem doença crônica. Os instrumentos utilizados foram o Questionário de Qualidade de Vida, a Escala de Percepção de Estigma e a técnica de Desenho Estória com Tema. Os resultados apontam que a condição crônica, na interferiu de modo significativo na satisfação com a qualidade de vida nas crianças com neoplasia e identificou-se que a qualidade de vida não está relacionada com o estigma. Quanto à comparação com crianças sem doença crônica com os infantes com neoplasia, não foram observadas diferenças significativas. Contudo a média do grupo contraste apresentou-se menor, sugerindo um maior prejuízo na qualidade de vida das crianças com câncer em relação às sem doença crônica. Ressalta-se ainda que as repercussões psicossociais e as limitações impostas pela doença e pelo tratamento se apresentam como fatores importantes no modo de estruturação das manifestações subjetivas das crianças com câncer. Assim sendo, espera-se que o conhecimento elucidado por este estudo venha a colaborar, sobremaneira, para a promoção da melhora emocional, biológica e social e do próprio desenvolvimento e envolvimento das crianças com câncer no seu tratamento.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 347027 - EULALIA MARIA CHAVES MAIA
Externo à Instituição - RACHEL SCHLINDWEIN ZANINI - UFSC
Interno - 6350812 - SYMONE FERNANDES DE MELO
Notícia cadastrada em: 23/08/2012 10:04
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