Banca de DEFESA: THAMIRES PINTO SOARES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : THAMIRES PINTO SOARES
DATA : 28/07/2016
HORA: 14:00
LOCAL: AUDITÓRIO DE PSICOLOGIA
TÍTULO:

O direito à convivência familiar e comunitária e os serviços de acolhimento institucional para crianças e adolescentes


PALAVRAS-CHAVES:

acolhimento institucional; crianças e adolescentes; convivência familiar e comunitária; políticas sociais.


PÁGINAS: 120
RESUMO:

A partir da análise da trajetória histórica de construção das políticas sociais de atenção a crianças, adolescentes e famílias em situação de pobreza no Brasil, o presente trabalho visa discutir sobre o direito à convivência familiar e comunitária no âmbito dos serviços de acolhimento para crianças e adolescentes. Para tanto, foram investigadas as três unidades municipais de acolhimento de uma mesma cidade. Realizou-se entrevista semiestruturada com coordenadores e profissionais dos serviços, bem como observação participante. Os dados produzidos foram sistematizados e organizados nas seguintes categorias: (1) Características gerais das unidades, (2) Público atendido, (3) Trabalho com as famílias, (4) Convivência comunitária, (5) Articulação da rede e (6) Refletindo sobre a convivência familiar e comunitária. A análise de dados foi realizada à luz do materialismo histórico dialético. As unidades estudadas funcionam no modelo abrigo institucional, e as crianças e adolescentes acolhidos são distribuídos em função da faixa etária e dos grupos de irmãos. Já as famílias atendidas, caracterizam-se por vivenciar situação de pobreza, baixa escolaridade, uso de drogas, violência familiar, etc. Assim, o trabalho social visa a superação destas problemáticas, bem como o fortalecimento dos vínculos familiares, para possibilitar o retorno da criança à família. O contato entre acolhidos e a família de origem é mantido, bem como a convivência dos acolhidos com a comunidade. Por fim, a articulação com a rede de serviços mostra-se essencial para a resolução dos casos. Os resultados demonstram que, apesar de algumas dificuldades e limitações, os serviços estudados buscam condutas condizentes com o paradigma estabelecido no ECA e no PNCFC, visando à superação de práticas excludentes da convivência social e o respeito à legalidade. Entretanto, avanços ainda são necessários para a efetiva garantia do direito à convivência familiar e comunitária.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1720819 - ILANA LEMOS DE PAIVA
Interno - 2704485 - MARLOS ALVES BEZERRA
Externo à Instituição - NORMANDA ARAUJO DE MORAIS - UNIFOR
Notícia cadastrada em: 26/07/2016 09:40
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