Banca de QUALIFICAÇÃO: MIKAELI MEDEIROS DANTAS

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MIKAELI MEDEIROS DANTAS
DATA : 27/08/2021
HORA: 14:30
LOCAL: Link de acesso para videoconferência: https://meet.google.com/zxn-mtwy-vdy
TÍTULO:

POTENCIAL DO EXTRATO HIDROETANÓLICO DAS CASCAS DO CAULE DE Commiphora leptophloeos: TOXICIDADE SUBCRÔNICA E AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTINOCICEPTIVA EM CAMUNDONGOS


PALAVRAS-CHAVES:

Commiphora leptophloeos. Nocicepção. Toxicidade subcrônica.


PÁGINAS: 90
RESUMO:

A dor é considerada fator significativo para a sobrevivência, pois constitui um sistema de alerta sinalizando danos potências e reais ao indivíduo. Em pacientes, a dor é analisada e quantificada através da verbalização, o que não é possível em roedores. Dessa forma, o que é frequentemente mencionado como "testes de dor" em roedores são testes nociceptivos. A buscar por novos fármacos efetivos com efeito anti-inflamatório e analgésico com menor custo e toxicidade é de grande relevância clínica. A espécie vegetal Commiphora leptophloeos (Mart.) J.B. Gillett, destaca-se por ser uma planta medicinal utilizada no tratamento de inflamações em geral. Portanto, o presente trabalho tem como objetivo avaliar a atividade analgésica e a toxicidade subcrônica em camundongos. A avaliação da toxicidade subcrônica foi realizada a partir de estudos comportamentais (screening hipocrático, teste Campo Aberto e Rotarod), análise de parâmetros hematológicos, análise macroscópica dos órgãos, avaliação de marcadores da inflamação e extresse oxidativo (MPO e MDA) e por avaliação histológica. A avaliação do efeito antinociceptivo em camundongos do extrato hidroetanólico das cascas de Commiphora leptophloeos estão com aprovação da CEUA aguardando reprodução dos animais no Biotério Central do Centro de Biociências-UFRN. O estudo de toxicidade subcrônica mostrou que o extrato das cascas do caule de C. leptophoeos por via oral nas doses de 200, 400 e 800 mg/kg não apresentou alterações significativas aos parâmetros comportamentais, locomotor e hematológico. No entanto, na análise histológica, a dose de 800 mg/kg mostrou sinais que indicam nefrotoxicidade. Os resultados obtidos nesse projeto visam à obtenção de embasamento científico que justifique uso das cascas de Commiphora leptophloeos na medicina popular e contribuir para o desenvolvimento de um possível fitoterápico para o tratamento da dor.


MEMBROS DA BANCA:
Interna - 2374605 - AURIGENA ANTUNES DE ARAUJO
Externa ao Programa - 2492944 - CAROLINE ADDISON CARVALHO XAVIER DE MEDEIROS
Presidente - 2275890 - MARCELO DE SOUSA DA SILVA
Notícia cadastrada em: 10/08/2021 15:16
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