Banca de DEFESA: MARIA APARECIDA DE ARAUJO PEREIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MARIA APARECIDA DE ARAUJO PEREIRA
DATA : 17/01/2018
HORA: 14:00
LOCAL: Sala de Aula II - PPGCF - Faculdade de Farmácia
TÍTULO:

NANOPARTÍCULAS LIPÍDICAS SÓLIDAS DE 1,3-DIESTEARIL-2-OLEIL-GLICEROL FUNCIONALIZADAS COM CARGA POSITIVA PARA LIBERAÇÃO MODIFICADA DE PROTEÍNAS


PALAVRAS-CHAVES:

Nanotecnologia; Sistemas de Liberação Modificada; Proteínas.


PÁGINAS: 121
RESUMO:

As nanopartículas lipídicas sólidas (NLS) são sistemas coloidais aplicados como carreadores de fármacos e biomoléculas atuando para o aumento da estabilidade e da capacidade em atravessar as barreiras biológicas. A veiculação de proteínas como constituinte terapêutico em formulações é um grande desafio para a indústria farmacêutica tendo em vista as limitações físico-quimícas desses componentes. No presente estudo, o triglicerídeo 1,3-diestearil-2-oleil-glicerol (TG1), foi escolhido como matriz lipídica para a obtenção das partículas devido ao seu potencial efeito cicatrizante. O objetivo do presente estudo foi desenvolver e caracterizar NLS a partir do TG1 (NLSTG1) para potencial incorporação de proteínas e biomoléculas. As partículas foram obtidas pelo método de emulsificação com evaporação do solvente e caracterizadas quanto a seu tamanho, polidispersão e potencial zeta utilizando-se a técnica de espalhamento de luz (Dynamic Light Scattering). Foram obtidas com sucesso NLSTG1 catiônicas, estáveis, com tamanhos inferiores a 300 nm, polidispersão na faixa 0,2 e potencial zeta positivo. Análises do infravermelho (FTIR-ATR) comprovaram as interações entre os constituintes nas amostras. Estudos de Microscopia de Força Atômica (AFM) constataram morfologia esférica das partículas. Elevadas concentrações de incorporação de proteína BSA foram alcançadas com as NLSTG1 catiônicas, aproximadamente 98%. A detecção de BSA por eletroforese em gel de Poliacrilamida – (SDS-PAGE) confirmou a presença de BSA nas NLSTG1 e sua eficácia na incorporação. Os ensaios de viabilidade celular comprovaram a biocompatibilidade das NLSTG1 catiônicas e uma diminuição importante da toxicidade da PEI nas nanopartículas funcionalizadas e após a adição de BSA nas NLSTG1. Na liberação in vitro foi observado que as NLSTG1 conseguiram prolongar por mais tempo a liberação da proteína quando comparada a proteína livre, atingindo seu pico máximo de liberação em 6 horas.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ANGELO RONCALLI ALVES E SILVA - UNIFOR
Presidente - 1639820 - ARNOBIO ANTONIO DA SILVA JUNIOR
Externo à Instituição - CYPRIANO GALVAO DA TRINDADE NETO - UnP
Interno - 1544647 - MATHEUS DE FREITAS FERNANDES PEDROSA
Notícia cadastrada em: 26/12/2017 13:56
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