Banca de DEFESA: RANIERY DE OLIVEIRA SANTANA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : RANIERY DE OLIVEIRA SANTANA
DATA : 25/08/2017
HORA: 09:00
LOCAL: SALA 2 DO PPgCF
TÍTULO:

Susceptibilidade do Triatoma brasiliensis (hemiptera: reduviidae triatominae) à infecção por isolados do Trypanosoma cruzi (kinetoplastida, trypanosomatidae) do Estado do Rio Grande do Norte.


PALAVRAS-CHAVES:

Susceptibilidade, Infecção mista, T. brasiliensis, Biodemas, kDNA


PÁGINAS: 70
RESUMO:

A suscetibilidade do Triatoma brasiliensis a infeccao por DTUs I, II e III do Trypanosoma cruzi encontradas no Estado do Rio Grande do Norte foi avaliada experimentalmente. Ninfas de T. brasiliensis foram alimentadas por xenodiagnostico direto e indireto com os isolados 3188 (TcI), RN79/RN25 (TcII) e Pl1.10.14 (TcIII) em infeccoes simples ou mistas. O conteudo intestinal foi avaliado por exame direto, xenocultura e Reacao em Cadeia da Polimerase (PCR) do kDNA. Em seguida, a caracterizacao dos isolados foi realizada com os marcadores: Gene mitocondrial citocromo Oxidase subunidade II (CO II), gene 24Sƒ¿ do DNA ribosomal (rDNA) e espacador Intergenico (SL-IR). No xenodiagnostico direto, a positividade das tecnicas foi de 30,0%(15/50) no exame direto, 18,0%(9/50) em xenocultura e 88,0%(44/50) na PCR do kDNA. Enquanto no xenodiagnostico indireto, a positividade no exame direto foi de 5,4%(3/56) e na xenocultura de 25,0%(14/56) e PCR de 41,1%(23/56). Ao comparar as duas tecnicas, o xenodiagnostico direto resultou em percentual de positividade de infeccao superior ao xenodiagnostico indireto. A PCR do kDNA identificou o T. cruzi nas infeccoes experimentais no T. brasiliensis tanto em xenodiagnostico direto como indireto com os percentuais de positividade superiores aos verificados nos exames direto e xenocultura. Na caracterizacao molecular do T. cruzi nos re-isolados foi observado o mesmo perfil do isolado antes e apos a infeccao simples. Nas infeccoes mistas foi observado a presenca dos dois isolados ou somente um. Os dados evidenciaram a susceptibilidade do T. brasiliensis as DTULs I, II III, com elevados indices de infeccao simples e mistas. Alem disso, o vetor suporta infeccoes mistas de ate tres isolados reforcando a importancia do T. brasiliensis na epidemiologia da infeccao pelo T. cruzi no Rio Grande do Norte.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1218940 - ANTONIA CLAUDIA JACOME DA CAMARA
Externo ao Programa - 1715271 - RENATA ANTONACI GAMA
Externo à Instituição - HELENA KEIKO TOMA - UFRJ
Notícia cadastrada em: 07/08/2017 14:12
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