Banca de DEFESA: DEISE LIDIANE DE SOUSA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : DEISE LIDIANE DE SOUSA
DATA : 30/11/2016
HORA: 14:00
LOCAL: SALA DE AULA II DO PPGCF
TÍTULO:

NANOPARTÍCULAS  DE  POLI (ÁCIDO LÁTICO)  FUNCIONALIZADAS  PARA  
POTENCIAL  USO  NO  TRATAMENTO  DE  CÂNCER 


PALAVRAS-CHAVES:

Nanopartículas Catiônicas. Metotrexato. Emulsificaçãoevaporação do solvente. Fluorescente.


PÁGINAS: 96
RESUMO:

O câncer é a segunda causa de morte no mundo, superada apenas pelas
doenças cardiovasculares. A terapia tradicional do câncer apresenta limitações
devido aos efeitos secundários indesejáveis associados com os fármacos, e
devido a não especificidade destes para o tecido neoplásico. O metotrexato (MTX) é um antimetábolito utilizado em alguns tipos de câncer e doenças
autoimunes, o qual apresenta limitações relacionadas a rápida eliminação
plasmática, e a sua distribuição inespecífica. As nanopartículas poliméricas têm
sido amplamente estudadas como alternativas para melhorar a eficácia de
fármacos, superar as limitações de barreiras biológicas, bem como para atingir
tecidos específicos. O objetivo do presente trabalho foi a preparação e
otimização de nanopartículas de poli (ácido lático) (PLA) catiônicas e
fluorescentes através do método de emulsificação com evaporação do
solvente. Com a finalidade de se obter nanopartículas estáveis e de tamanho
pequeno, o efeito do tipo e da concentração de diferentes surfactantes, bem
como das diferentes concentrações de polímero foi avaliado através da técnica
de espalhamento dinâmico de luz, a qual permitiu avaliar o diâmetro, o
potencial zeta e a polidispersão das nanopartículas. Após a otimização dos
parâmetros, nanopartículas na ordem de 260 nm foram obtidas e
funcionalizadas com polietilenoimina (PEI), tornando a superfície da partícula
catiônica. Asnanopartículas fluorescentes foram produzidas utilizando o PLA
ligado covalentemente ao isotiocianato de fluoresceína (FITC), sendo
posteriormente analisadas por meio de citometria de fluxo, apresentando
intensa fluorescência. Após a obtenção das nanopartículas funcionalizadas
fluorescentes e com carga positiva, seguiu-se para a etapa de incorporação do
fármaco com o metotrexato, a eficiência de encapsulação obtida nessa etapa foi de 83,89%± 3,56. Os estudos preliminares em linhagens de células tumorais
de rim (786-0) e não tumorais de rim (HEK 293T) demonstraram que as
nanopartículas de PLA foram capazes de aumentar a eficácia antiproliferativa
do MTX incorporado nas nanopartículas quando comparado com o fármaco
puro nas linhagens de células tumorais.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ANA MARIA DA SILVA MAIA - UFT
Interno - 2087759 - ANDRE DUCATI LUCHESSI
Presidente - 1639820 - ARNOBIO ANTONIO DA SILVA JUNIOR
Notícia cadastrada em: 28/11/2016 15:06
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