Banca de DEFESA: ALDILANE GONCALVES DA FONSECA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ALDILANE GONCALVES DA FONSECA
DATA: 25/09/2014
HORA: 15:00
LOCAL: Sala da Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas
TÍTULO:

AVALIAÇÃO DA TOXICIDADE DO EXTRATO DAS FOLHAS DE
Kalanchoe brasiliensis (CRASSULACEAE) EM CAMUNDONGOS
Swiss


PALAVRAS-CHAVES:

Kalanchoe  brasiliensis,  fitoterápicos,  ensaios  pré-clínicos, toxicidade.


PÁGINAS: 76
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

As  espécies  do  gênero  Kalanchoe  (Crassulaceae)  são  bastante  utitlizadas  em
todo o Brasil, como medicamento  para tratar tosse, furúnculos,  gastrite  e outras
enfermidades. Nesse cenário destaca-se  K. brasiliensis, conhecida popularmente
como coirama ou saião. O  objetivo desse estudo foi avaliar a toxidade aguda e
subcrônica do extrato das folhas de  Kalanchoe brasiliensis, administrado via oral,
em  camundongos,  para  garantir  seu  uso  seguro  como  planta  medicinal.  Os
animais  (total  de  88)  foram  divididos  em  grupos  de  12  (6  machos  e  6  fêmeas)
para avaliação aguda; e grupos de 10 para avaliação subcrônica.Os grupos teste
foram tratados com doses de 250 m g/Kg, 500 mg/Kg e 1000 mg/Kg, e o grupo
controle recebeu solução salina 0,9 %. Os animais foram observados por 14 dias
para  avaliação  aguda  e  30  dias  para  avaliação  subcrônica,  e  nesse  período
analisou-se o aparecimento de sinais clínicos, alterações no pesoe no consumo
de  água  e  ração.  Após  o  período  de  observação  foram  realizadas  a  análise
histopatológica dos órgãos, as concentrações séricas bioquímicas e parâmetros
hematológicos  para  os  grupos  da  avaliação  subcrônica.  Não  foram  observadas
diferenças estatisticamente significativas do peso corpóreo entre os grupos, nem
de  consumo  de  água  e  ração,  também  não  houve  mortes  entre  os  grupos.  As
análises  histopatológicas  demonstraram  algumas  alterações  compatíveis  com
baixa  toxicidade  aguda  hepática.  Os  resultados  de  glicemia,  triglicerídeos,  ALT,
ureia  e  creatinina  mostraram  diferenças  estatisticamente  significativas  entre  o
grupo  controle  e  os  testes  nas  concentrações  estudadas  (p<0,05),  porém  estas
diferenças não demonstram mudança relevante no quadro clínico dos animais. Os
resultados mostraram que o extrato de  K. brasiliensis  apresenta baixa toxicidade
aguda  nas  doses  utilizadas  e  não  apresenta  toxicidade  quando  administrado
durante  30  dias.  Isto  destaca  a  importância  desta  espécie  como  futuro  e
promissor  candidato  a  fitoterápico,  assim  tenham  seus  ensaios  farmacológicos
concluídos.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - LUIZ ALBERTO LIRA SOARES - UFPE
Externo ao Programa - 1755098 - PAULA DA SILVA KUJBIDA
Presidente - 1306690 - TELMA MARIA ARAUJO MOURA LEMOS
Notícia cadastrada em: 10/09/2014 16:52
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