Banca de DEFESA: DAYANNE LOPES PORTO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: DAYANNE LOPES PORTO
DATA: 24/03/2014
HORA: 14:00
LOCAL: SALA DE AULA 2 DO PPGCF
TÍTULO:

CONTRIBUIÇÕES SOBRE ESTUDOS TÉRMICOS (TG/DTG, DTA, DSC e DSC-FOTOVISUAL) DA RIFAMPICINA E SEUS PRINCIPAIS PRODUTOS DE DEGRADAÇÃO




PALAVRAS-CHAVES:

RIFAMPICINA, 3-FORMILRIFAMICINA, RIFAMPICINA QUINONA, RIFAMPICINA N-ÓXIDO, ANÁLISE TÉRMICA.


PÁGINAS: 141
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

Desde sua síntese a mais de 48 anos a rifampicina vem sendo bastante
estudada. Há relatos de estudos focando o desenvolvimento de metodologias
analíticas, novas aplicações farmacêuticas, bem como, desenvolvimento de novas
formas farmacêuticas. A busca pelo entendimento dascaracterísticas físico-químicas
das substâncias tem auxiliado no desenvolvimento de novos produtos
farmacêuticos, com segurança, eficácia e qualidade,fornecendo informações úteis
sobre síntese e armazenamento. Dentre os produtos de decomposição já
conhecidos para rifampicina, temos a rifampicina quinona, rifampicina N-óxido e 3-formilrifampicina, para tais, dados térmicos são escassos na literatura. As técnicas
térmicas vêm sendo utilizadas na área farmacêutica em diversas aplicações, como
na caracterização de fármacos, determinação do grau de pureza, identificação de
polimorfismo, estudos de estabilidade, compatibilidade e cinética de degradação.
Este trabalho tem como objetivo contribuir com o estudo térmico da rifampicina
através das técnicas térmicas (TG/DTG, DTA, DSC, DSC-Fotovisual)e não térmicas,
e seus principais produtos de degradação (rifampicina quinona, rifampicina N-óxido
3-formilrifamicina). A partir de análises DSC, DRX e FTIR foi possível caracterizar a
rifampicina estudada como polimorfo II. O conjunto de técnicas térmicas e não
térmicas auxiliaram a verificar que parte da rifamipicina é decomposta durante o
processo de fusão, em atmosfera de nitrogênio, bem como que, os eventos de fusão
e recristalização não ocorrem em atmosfera de ar sintético passando a amostra
diretamente a decomposição. Os produtos de decomposição estudados, quando em
atmosfera de ar, não apresentaram evento de fusão e, apresentaram vários passos
de decomposição, com a ocorrência de eventos exotérmicos e endotérmicos. A
partir de curvas TG dinâmicas, foi possível calcular os parâmetros cinéticos para as
amostras, através dos métodos de OZAWA, Coats-Redfern, Madsudhanan, Van
Krevelen e Herwitz-Mertzger, em atmosfera de ar sintético e/ou nitrogênio. Os dados
cinéticos mostraram boa correlação entre os diferentes modelos empregados. Tanto
para rifampicina quanto os produtos de degradação estudados, foi caracterizado
reação de ordem um.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1492900 - CICERO FLAVIO SOARES ARAGAO
Interno - 1679481 - ANA PAULA BARRETO GOMES
Externo à Instituição - TICIANO GOMES DO NASCIMENTO - UFAL
Notícia cadastrada em: 21/03/2014 14:38
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