Banca de DEFESA: IVANIRA SALES BATISTA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : IVANIRA SALES BATISTA
DATA : 03/05/2017
HORA: 15:00
LOCAL: Auditório do CCET
TÍTULO:

IMPORTÂNCIA DE UM ESPAÇO VERDE NO AMBIENTE ESCOLAR: TRABALHANDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM SÃO GONÇALO DO AMARANTE - RN.


PALAVRAS-CHAVES:

Educação Ambiental; Caatinga; Viveiro Educador; Horta Escolar; Projetos Educacionais.


PÁGINAS: 120
RESUMO:

A Educação Ambiental (EA) desenvolvida no ambiente escolar apresenta notável importância em meio às buscas de soluções para mitigar problemas ambientais como desmatamentos, perda de habitats e decréscimo na qualidade de vida da população. Em localidades onde há Caatinga a EA é urgente, devido à degradação negligente e incessante dessa vegetação, e do bioma em si. Logo, no Brasil a EA é trabalhada nas escolas principalmente por meio de projetos. E, uma opção eficaz de trabalhar um projeto de EA é através da implantação de espaços verdes como hortas, viveiros e jardins. Assim, esta pesquisa teve como objetivo elaborar, aplicar e avaliar uma série de atividades e a construção de um espaço verde, composto por um viveiro educador e uma horta escolar, como forma de promover a Educação Ambiental. Também, elaborar uma cartilha instrucional, sendo um material de apoio ao professor, permitindo que os mesmos possam trabalhar questões contextualizadas de Educação Ambiental. Procurando atingir os objetivos propostos em nossa pesquisa, as etapas seguidas foram: pesquisa bibliográfica, desenvolvimento e aplicação das atividades do projeto “Verde que quero ver”, incluindo a implantação e avaliação de um espaço verde na escola municipal Maria de Lourdes de Lima e confecção de cartilha, como produto educacional. O trabalho foi desenvolvido com uma turma do 7º ano da escola municipal Maria de Lourdes de Lima (São Gonçalo do Amarante-RN) com a implementação do projeto intitulado “Verde que quero ver”, que seguiu três fases. Na primeira fase foi realizada a Atividade I, na qual a professora orientou os alunos da turma a organizarem-se em grupos, onde eles teriam que escolherem um local adequado para a implantação do espaço verde, exemplificar cinco plantas para plantar na horta e cinco espécies nativas da Caatinga. Na segunda fase um questionário, que objetivou o levantamento do perfil, da percepção ambiental e da expectativa sobre a implementação do projeto, foi respondido pela turma. Ainda, durante a segunda fase os alunos foram orientados a realizarem uma pesquisa sobre informações botânicas de algumas das espécies vegetais citadas na Atividade I, da primeira fase. Tais informações foram utilizadas para preencher fichas com o perfil de cada uma destas espécies. Estas fichas foram reunidas em forma de livreto, que foi disponibilizado para consulta de todos os alunos. Na terceira fase ocorreu a orientação e execução da Atividade II, onde duplas de alunos receberam instruções para fotografar dois ambientes do bairro onde eles moram. O objetivo dessa tarefa foi verificar as percepções dos alunos sobre o ambiente o qual fazem parte. Prosseguindo com as atividades da terceira fase do projeto, sucedeu a construção das estruturas do espaço verde e plantio das espécies vegetais. A culminância do projeto se deu com uma exposição das atividades realizadas pelos alunos. Finalizando, os alunos forneceram respostas a um segundo questionário, que objetivou principalmente avaliar o projeto e a participação dos estudantes. A avaliação dos alunos também ocorreu continuamente, na medida em que desenvolveram as atividades propostas. O projeto aqui apresentado foi avaliado por meio da análise da produção de imagens, dos materiais, respostas dos questionários e pelo interesse e participação dos alunos. Os resultados obtidos mostram que, na visão dos alunos, as atividades desenvolvidas durante a execução do projeto “Verde que quero ver” serviram para: conhecer melhor o ambiente do bairro em que moram; estimular a participação em projetos ambientais, o trabalho em grupo e a criatividade; aprofundar ou aplicar os conhecimentos das disciplinas escolares e conhecer melhor o bioma Caatinga e a importância das plantas.  O interesse pela preservação do ambiente de Caatinga em área reconhecidamente degradada pelo homem foi estimulado principalmente pela produção e doação de mudas de espécies nativas.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2420099 - IVANISE CORTEZ DE SOUSA GUIMARAES
Presidente - 1298849 - MARCIA TEIXEIRA BARROSO
Externo à Instituição - NARLA SATHLER MUSSE DE OLIVEIRA - IFRN
Notícia cadastrada em: 18/04/2017 17:11
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