Banca de DEFESA: MARIA LETICIA ARAUJO SILVA DE CARVALHO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MARIA LETICIA ARAUJO SILVA DE CARVALHO
DATA : 20/02/2026
HORA: 09:00
LOCAL: Sala de Aulas II GEP/MEJC
TÍTULO:

Efeitos do treinamento supervisionado e não supervisionado dos músculos do assoalho pélvico na qualidade de vida e função dos músculos do assoalho pélvico em mulheres com incontinência urinária e prolapso anterior da vagina.


PALAVRAS-CHAVES:

Assoalho pélvico; Distúrbios do assoalho pélvico; Prolapso de órgãos pélvicos; Incontinência urinária. 


PÁGINAS: 80
RESUMO:

Introdução: Entre os tipos de incontinência urinária (IU), a incontinência urinária de esforço (IUE) é a mais prevalente e pode estar associada ao prolapso de órgãos pélvicos (POP) da parede vaginal anterior. O treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) tem sido a recomendação de primeira linha para o fortalecimento e aumento da resistência dos músculos do assoalho pélvico (MAP) em mulheres com IUE e com POP, de modo geral. Objetivo: Avaliar a eficácia do TMAP sobre a qualidade de vida (QV) e a funcionalidade em mulheres com IUE e POP. Métodos: Ensaio clínico randomizado. A amostra foi composta por 32 mulheres diagnosticadas com IUE e POP da parede vaginal anterior. As participantes foram avaliadas em três momentos: linha de base, imediatamente após a intervenção e um mês após a avaliação final, seguindo o mesmo protocolo: ficha de avaliação, avaliação funcional dos músculos do assoalho pélvico (por meio da Escala de Oxford Modificada e manometria vaginal) e aplicação dos seguintes questionários: International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF), International Consultation on Incontinence Questionnaire – Overactive Bladder (ICIQ-OAB), Pelvic Floor Distress Inventory (PFDI-20), World Health Organization Quality of Life (WHOQOL), Female Sexual Function Index (FSFI) e Patient Global Impression of Improvement (PGI-I). As participantes foram alocadas em dois grupos: grupo TMAP (GTMAP), que recebeu treinamento supervisionado presencial (16 sessões, duas vezes por semana), e grupo controle (GC), que recebeu material informativo e orientações sobre IU e exercícios para realização domiciliar. Resultados: Os achados demonstraram melhora da função dos MAP em ambos os grupos, com uma melhora de 39,2% no grupo GTMAP e de 13,6% no GC. As participantes do grupo GTMAP também apresentaram impactos positivos na qualidade de vida, especialmente nos domínios físico, emocional e social. Conclusão: Os dados deste estudo sugerem que o TMAP supervisionado contribui de forma mais significativa para a melhora da funcionalidade muscular, redução dos sintomas urinários e do desconforto pélvico quando comparado aos exercícios domiciliares não supervisionados. Esses achados reforçam a importância da fisioterapia como abordagem conservadora eficaz no tratamento de mulheres com incontinência urinária de esforço e prolapso da parede vaginal anterior.


MEMBROS DA BANCA:
Externa ao Programa - 1892581 - GRASIELA NASCIMENTO CORREIA - nullExterno à Instituição - GUILHERME PERTINNI DE MORAIS GOUVEIA - UFDPar
Interna - 2786809 - MARIA THEREZA ALBUQUERQUE BARBOSA CABRAL MICUSSI
Notícia cadastrada em: 13/01/2026 07:45
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