Banca de DEFESA: FRANCIMAR LOPES DE SOUSA JUNIOR

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : FRANCIMAR LOPES DE SOUSA JUNIOR
DATA : 06/02/2018
HORA: 14:00
LOCAL: Sala de aula do Química 1
TÍTULO:

DESENVOLVIMENTO DE NOVOS COMPLEXOS DE COBRE COM DERIVADOS FENANTROLÍNICOS E ISONIAZIDA


PALAVRAS-CHAVES:

Complexos de cobre. Derivados imidazólicos. Isoniazida.


PÁGINAS: 90
RESUMO:

Os derivados imidazólicos da 1-10-fenantrolina-5,6-diona (phend) apresentam propriedades biológicas, tais como a clivagem do DNA, antitumoral e antibacteriana, além disso, a versatilidade sintética possibilita a inclusão de grupos que venham a potencializar suas características bioquímicas. Neste contexto, o presente trabalho tem como objetivo sintetizar e caracterizar novos complexos de cobre com derivados fenantrolínicos tendo como ligantes adicionais cloretos e isoniazida (INH). Foram sintetizados os complexos [Cu(L)Cl2] e [Cu(L)(INH)2]Cl2, sendo L a phend e os derivados imidazólicos obtidos a partir da reação da phend com o 4-cianobenzaldeído e 4-nitrobenzaldeído, nomeados de L-CN e L-NO2 respectivamente. Os ligantes e complexos foram sintetizados a partir de metodologias adaptadas como base compostos semelhantes descritos na literatura e caracterizados por técnicas espectroscópicos (Uv-Vis, IV e Raman), térmica e eletroquímicas. A partir dos espectros vibracionais foram observados os modos vibracionais indicativos do sistema fenantrolinico dos ligantes L, em 810 e 740 cm-1. Além disso, compostos com a phend mostram o estiramento C=O em torno de 1690 cm-1 e os complexos com L-CN e L-NO2 apresentaram os estiramentos do imidazol característicos destes ligantes. A partir do IV dos complexos contendo a INH, determinou-se que este ligante se coordenou na forma bidentada, devido aos deslocamentos dos modos amida I e II comparativamente ao ligante livre. Os espectros eletrônicos em DMSO dos compostos apresentaram bandas intraligantes na região de 260 a 400 nm, para os complexos foi observado também as transições d-d em 767, 741 e 732 nm para [Cu(phend)Cl2] (CuPhenD), [Cu(L-CN)Cl2] (CuLCN) e [Cu(L-NO2)Cl2] (CuLNO2) respectivamente. Em relação aos complexos com INH, apresentaram as bandas d-d em 760, 721 e 719 nm para [Cu(phend)(INH)2]Cl2 (CuPDI), [Cu(L-CN)(INH)2]Cl2 (CuCNI) e [Cu(L-NO2)(INH)2]Cl2 (CuNO2I) respectivamente. Adicionalmente, pelas analises térmica (TG, DTG e EGA) foram observados a decomposição e estabilidade térmica dos compostos. Os voltamogramas cíclicos dos complexos [Cu(L)Cl2] apresentaram apenas um par redox indicativo do processo Cu2+/Cu+, com E1/2 de 262 (CuPhenD), 195 (CuLCN) e 150 mV (CuLNO2) entretanto, com a substituição dos cloretos pela INH foi possível verificar dois pares redox referentes aos processos Cu2+/Cu+ e Cu+/Cu0.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1530500 - ANA CRISTINA FACUNDO DE BRITO PONTES
Interno - 1945343 - FRANCISCO ORDELEI NASCIMENTO DA SILVA
Externo à Instituição - JOSÉ CLAYSTON MELO PEREIRA - UNESP
Notícia cadastrada em: 05/02/2018 09:47
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