PPGQ/CCET PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA INSTITUTO DE QUÍMICA Telefone/Ramal: (84) 3342-2323/136 https://posgraduacao.ufrn.br/ppgq

Banca de DEFESA: JACKSON DA SILVA SANTOS

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : JACKSON DA SILVA SANTOS
DATA : 25/07/2016
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do CCET
TÍTULO:

DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS QUÍMICOS BIODEGRADÁVEIS COM AÇÃO PROTETORA À CORROSÃO DO AÇO AISI 1018 E AO DESGASTE  DO AÇO AISI 52100 CAUSADO POR COMBUSTÍVEIS


PALAVRAS-CHAVES:

Inibidores de corrosão biodegradáveis; tensoativos; microemulsão, biocombustível aditivado, produção de tecnologia limpa


PÁGINAS: 180
RESUMO:

Há poucas décadas a geração de poluentes era entendida como uma consequência inevitável do avanço tecnológico. Em função do agravamento da degradação ambiental mundial, foram adotadas novas práticas no controle de impactos ambientais que consistem no desenvolvimento de tecnologias limpas. Neste contexto, a utilização de produtos menos agressivos constitui uma alternativa sustentável no controle da deterioração metálica. No presente trabalho, avaliou-se a eficácia dos tensoativos biodegradáveis, dodecilbenzeno sulfonato de sódio (DBS) e óleo de coco saponificado (OCS) veiculados em microemulsões (ME), como inibidores de corrosão em aço carbono AISI 1018, em meio salino (NaCl). Os sistemas foram avaliados pelos métodos Galvanostático e Resistência a Polarização Linear (LPR), bem como Cupom de Perda de Massa (CPM). Os inibidores DBS-SA (DBS solubilizado em solução aquosa), ME-DBS [DBS solubilizado em microemulsão contendo 30% de C/T (15% de DBS e 15% de butan-1-ol), 10% de óleo (querosene) e 60% de água] e DBS-OCS-ME {microemulsão contendo 40% de C/T (mistura de tensoativo: 1% de DBS e 99% de OCS) na razão C/T=1 [20% de OCS/DBS (99:1) e 20% de butan-1-ol]; 5% de querozene e 55% de água} apresentaram, eficiências máximas na faixa 70,4% - 77,6%. O desgaste de metal causado por biocombustíveis, foi avaliado no aço AISI 52100, em estudo comparativo ao diesel S10, para as seguintes composições de biodiesel: B7-OC, contendo diesel S10 (93%) em mistura com biodiesel de óleo de coco (7%), B7-OS, contendo diesel S10 (93%) em mistura com biodiesel de óleo de soja (7%)  e B7-OS-AD, que corresponde ao B7-OS aditivado. Com o objetivo de se obter biocombustíveis com menor ação de desgaste sobre superfícies de ligas metálicas, utilizou-se como agentes protetores, tensoativos semissintéticos preparados com óleos vegetais.  Os ensaios tribológicos mostraram que o diesel S10 e os biodieseis B7-OC e B7-OS são mais susceptíveis à processos oxidativos. O biodiesel de soja aditivado com 5% de óleo de mamona saponificado (B7-OS-AD), apresentou melhor viscosidade e estabilidade, com 32,9% de redução de desgaste do metal AISI 52100. Portanto, é indicado como alternativa ao uso do diesel, com ganho na redução de impactos ambientais.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 373.201.654-49 - MARIA APARECIDA MEDEIROS MACIEL - UnP
Interno - 1803692 - FABRICIO GAVA MENEZES
Externo à Instituição - ALEXANDRE GURGEL - UFV
Externo à Instituição - CÁTIA GUARACIARA FERNANDES TEIXEIRA ROSSI - FANEC
Externo à Instituição - JOSEALDO TONHOLO - UFAL
Notícia cadastrada em: 19/07/2016 16:46
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