Banca de QUALIFICAÇÃO: FRANCINE BERTELLA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: FRANCINE BERTELLA
DATA: 04/11/2013
HORA: 10:00
LOCAL: Auditório do CCET
TÍTULO:

SÍNTESE E CARACTERIZAÇÃO DE ARGILAS PILARIZADAS COM PILARES MISTOS Al/Co


PALAVRAS-CHAVES:

argilas, pilarização, pilares mistos Al/Co, hidrotalcita.


PÁGINAS: 118
GRANDE ÁREA: Ciências Exatas e da Terra
ÁREA: Química
SUBÁREA: Físico-Química
ESPECIALIDADE: Cinética Química e Catálise
RESUMO:

Dois métodos de pilarização de argilas foram testados a fim de se obter argilas pilarizadas com pilares mistos Al/Co. Utilizando o primeiro método, baseado no procedimento tradicional, foram obtidos materiais contendo diferentes teores de Co: 10, 25, 50, 75 e 100 % de Co. Apenas os métodos contendo baixos teores (10 e 25 % de Co) resultaram na formação de argilas pilarizadas, sendo que, a amostra contendo 25 % de cobalto apresentou resultados superiores aos obtidos apenas com Al (espaçamento basal acima de 18 Å e área específica BET maior que 300 m²/g). Devido a esses resultados, acredita-se que para essa amostra tenha ocorrido a formação de pilares mistos Al/Co. Para as amostras contendo 75 e 100 % de cobalto, verificou-se a formação de outros materiais, os quais podem ser compostos do tipo hidrotalcita. Ao calcinar, a amostra contendo 75 % de Co permaneceu com um espaçamento basal de 12,6 Å, o que indica que as camadas estão sendo mantidas separadas. Já a amostra PCo100, após ser calcinada, não apresentou nenhuma reflexão referente à estrutura lamelar, apenas apresentou reflexões atribuídas à óxido de cobalto (Co3O4). O segundo método de pilarização foi chamado de lamelas mistas, pois o objetivo era intercalar lamelas de argila com lamelas de hidrotalcita. Assim, após a calcinação, ocorreria a desidroxilação da camada de HDL, resultando apenas nos óxidos de metais, intercalados entre as lamelas da argila, gerando assim, uma argila pilarizada. Para tal, foram testados 4 procedimentos de síntese: mistura física, mistura em água, troca iônica em refluxo e síntese in situ. Desses, o método que apresentou os resultados mais promissores foi o de síntese in situ, no qual espaçamentos da ordem de 14 Å (após calcinar) foram obtidos, indicando que as amostras estão intercaladas com algum composto. Apesar disso, não se pode afirmar que realmente ocorreu a intercalação de lamelas, para isso, outras técnicas devem ser empregadas a fim de auxiliar na interpretação dos resultados.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1558610 - ANA PAULA DE MELO ALVES
Externo à Instituição - FERNANDO REY GARCÍA - UPV
Presidente - 1308577 - SIBELE BERENICE CASTELLA PERGHER
Notícia cadastrada em: 15/10/2013 16:28
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