Banca de DEFESA: MARINA DE OLIVEIRA CARDOSO MACEDO

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARINA DE OLIVEIRA CARDOSO MACEDO
DATA: 08/08/2013
HORA: 09:00
LOCAL: Anfiteatro A do Centro de Ciências Exatas e da Terra (CCET)
TÍTULO:

EFEITO DO TRATAMENTO POR PLASMA NA PROLIFERAÇÃO DE FIBROBLASTOS E ESTERILIZAÇÃO DE MEMBRANAS DE QUITOSANA


PALAVRAS-CHAVES:

Plasma, Quitosana, Fibroblastos, Esterilidade. 


PÁGINAS: 100
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia de Materiais e Metalúrgica
RESUMO:

A quitosana vem sendo estudada para utilização como curativo devido suas propriedades biológicas. Com o intuito de ampliar o uso em aplicações biomédicas, membranas de quitosana foram modificadas por plasma, utilizando os seguintes gases: nitrogênio (N2), metano (CH4), argônio (Ar), oxigênio (O2) e hidrogênio (H2). As amostras foram caracterizadas por microscopia eletrônica de varredura (MEV); microscopia de força atômica (MFA); ângulo de contato; energia de superfície; ensaio de absorção. Testes biológicos também foram realizados, como: teste de esterilização e proliferação de fibroblastos (linhagem 3T3). Através do MEV foi possível observar as modificações ocorridas durante o tratamento por plasma, como a formação de vales micro e nanométricos. Através da MFA foram explorados os diferentes parâmetros de rugosidade. Além disso, observou-se a topografia da superfície. Verificou-se que as amostras tratadas tiveram aumento na rugosidade e uma superfície com picos pontiagudos. O tratamento por plasma de metano diminuiu a hidrofilicidade das membranas e também a taxa de absorção, enquanto os outros tratamentos tornaram as membranas mais hidrofílicas. O tratamento por plasma foi eficaz na esterilização das membranas e também melhorou a proliferação celular dos fibroblastos sobre as membranas tratadas, tendo aumento da proliferação celular entre 150 % a 250% em relação a não tratada. Destacou-se os tratamentos realizados por plasma de hidrogênio. Neste tratamento as amostras tiveram uma porosidade uniforme e regular, houve uma boa proliferação celular e ocorreu a esterilização das amostras em todos os tempos de tratamento. Observando os resultados das análises realizadas neste trabalho, verifica-se que não existe um parâmetro único que influência a proliferação celular, mas sim um conjunto de condições ideais que favorecem uma boa proliferação celular.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 347652 - CLODOMIRO ALVES JUNIOR
Externo ao Programa - 1330828 - CARLOS EDUARDO BEZERRA DE MOURA
Externo ao Programa - 1201781 - FERNANDA NERVO RAFFIN
Externo ao Programa - 2195251 - HUGO ALEXANDRE DE OLIVEIRA ROCHA
Externo à Instituição - ANABELLE CAMAROTTI DE LIMA BATISTA - UFERSA
Externo à Instituição - MARISA MASUMI BEPPU - UNICAMP
Notícia cadastrada em: 02/08/2013 11:27
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