Banca de DEFESA: LARISSA BEZERRA DE MESQUITA GOMES - (Retificação)

Uma banca de DEFESA foi cadastrada pelo programa.

DISCENTE: LARISSA BEZERRA DE MESQUITA GOMES

DATA: 02/06/2010

HORA: 14:30

LOCAL: auditório do CCET

TÍTULO:

Avaliação espectrofotométrica do manchamento de resinas odontológicas contendo nanopartículas


PALAVRAS-CHAVES:

Resinas odontológicas; Manchamento; Nanopartículas.


PÁGINAS: 88

GRANDE ÁREA: Engenharias

ÁREA: Engenharia de Materiais e Metalúrgica

RESUMO:

Nos últimos anos as resinas compostas têm passado por uma série de modificações estruturais na busca de melhores propriedades ópticas e mecânicas. Assim, o presente estudo avaliou in vitro o grau de manchamento em duas resinas nanohíbridas (Esthet-xR e OpallisR), uma nanoparticulada (Z350R) e uma microhíbrida (Z250R -como controle), quando expostas às soluções corantes café, vinho tinto e açaí  nos períodos de 1, 7, 30 e 60 dias. Foram confeccionados 192 corpos-de-prova através de uma matriz metálica e realizadas duas polimerizações de 30s cada, sendo uma na base do corpo de prova e a outra no lado oposto do mesmo. Neste momento as amostras foram analisadas por microscopia eletrônica de varredura, onde foi visualizado uma grande quantidade de poros na resina Z250 e presença de poros ainda maiores na Z350. Já a Opallis se percebeu uma melhor distribuição de partículas e menor quantidade de poros, mas a Esthet-x foi a que apresentou um menor nível de porosidade.   Em seguida, as amostras passaram pela sequência de discos de acabamento, discos de feltro com pasta polidora e imersas nas soluções corantes. Aguardando-se o primeiro período de 24h, foram escolhidas aleatoriamente três amostras de cada recipiente e submetidas à leitura do espectofotômetro. Para a leitura, as amostras foram previamente diluídas em HCl a 50%.  A cada 5 dias as soluções foram trocadas. Foram utilizados os testes de Tukey para análise estatística de variância. De acordo com a metodologia proposta foi lícito concluir que: Houve diferença significativa no manchamento superficial quando os 4 compósitos foram comparados após os intervalos de tempo estudados. A resina nanoparticulada (Z350R) estatisticamente não apresentou desempenho superior ao compósito microhíbrido (Z250R-grupo controle). Todos os compósitos mostraram certa quantidade manchamento com o decorrer do tempo, a resina composta exclusivamente nanoparticulada (Filtek Z350), foi a que apresentou o maior manchamento, seguido da resina microhíbrida- Filtek Z250 (grupo controle) e da nanohíbrida Opallis e por último o nanohíbrida da Esthet-x.  Sugerindo, portanto que, o grau de manchamento pode estar relacionado com o grau de porosidade encontrado no MEV. Dos meios de imersão, o que mais influenciou no grau de manchamento foi o vinho tinto, seguido do café e do açaí.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1298936 - ANTONIO EDUARDO MARTINELLI
Externo à Instituição - CLAUDIA CRISTINA GALVAO XAVIER - ABO
Interno - 1639676 - EDSON NORIYUKI ITO
Externo ao Programa - 346917 - KATHIA MARIA FONSECA DE BRITTO
Externo à Instituição - PAULO CESAR BORGES - UTFPR
Notícia cadastrada em: 16/08/2010 12:51
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