Banca de DEFESA: VERÓNICA CECÍLIO CHIUNDILA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : VERÓNICA CECÍLIO CHIUNDILA
DATA : 12/12/2019
HORA: 09:00
LOCAL: NEPSA II
TÍTULO:

TURISMO, TERRITÓRIO E DESENVOLVIMENTO: UM OLHAR A PARTIR DO ARQUIPÉLAGO DE BAZARUTO –  MOÇAMBIQUE


PALAVRAS-CHAVES:

Turismo. Território. Desenvolvimento. Arquipélago de Bazaruto. Moçambique.


PÁGINAS: 142
RESUMO:

No mundo atual, o fenômeno turístico atua sob o sistema de reprodução capitalista, associada à aceleração de investimentos internacionais que concentram, e ao mesmo tempo difundem, a circulação de bens e serviços, pessoas, informações e capital. Diante disso, a dinâmica territorial obedece às relações de interesse abarcadas pelas projeções exógenas. Portanto, essa pesquisa se propõe estudar o processo turístico no território do Arquipélago de Bazaruto em Moçambique considerando o papel do turismo e a necessidade de melhorias das condições de vida da comunidade local, sobretudo no tocante às materialidades das políticas públicas do turismo em prol do desenvolvimento territorial. A presente pesquisa se baseia em uma abordagem qualitativa mediante o contato direto e interativo da pesquisadora com os sujeitos da pesquisa. A análise bibliográfica abrange um debate sobre a expansão do turismo que se assinala sob efeitos da produção de capital. Assim, se apoia em autores como Sen (2010) e Max-neef (1998), que concebem o desenvolvimento pautado na valorização das pessoas e de grupos sociais por meio da expansão de capacidades humanas individuais e coletivas. Os resultados evidenciam que o turismo como um fenômeno socioespacial sob a égide do mercado internacional propicia a apropriação do território pelas grandes corporações. Em vista disso, nem todos os territórios se desenvolvem igualmente, visto que a prioridade e as particularidades de cada território são primordiais, logo se circunscrevem pelos marcos socioeconômicos distintos do lugar, sendo necessário considerar as relações de poder tecidas e as políticas públicas. As empresas se manifestam de forma hegemônica, além de dispor de uma base técnica na qual se incrementam as intencionalidades visando à acumulação de capital, conduzindo ao agravamento da segregação socioespacial e via de regra ao aumento da vulnerabilidade da população autóctone.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2346233 - FRANCISCO FRANSUALDO DE AZEVEDO
Presidente - 1117908 - MARIA LUCIA BASTOS ALVES
Externa à Instituição - VIVIANE COSTA FONSECA DE ALMEIDA MEDEIROS - IFPB
Notícia cadastrada em: 22/11/2019 14:42
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