Banca de QUALIFICAÇÃO: SINTHYA PINHEIRO COSTA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : SINTHYA PINHEIRO COSTA
DATA : 08/08/2016
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do NEPSA II
TÍTULO:

UTILIZAÇÃO DA REPRESENTAÇÃO SOCIAL E DO COMPORTAMENTO RESILIENTE DOS GESTORES DE TURISMO PARA O DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE.


PALAVRAS-CHAVES:

Representação; Resiliência; Turismo; Desenvolvimento.


PÁGINAS: 131
RESUMO:

As constantes crises que tem acometidos os países, sejam eles desenvolvidos ou em desenvolvimento, afetam diretamente todos os setores da economia.  Neste contexto torna-se necessário atuar de maneira planejada e decisiva para conter os efeitos devastadores que essas crises promovem. O turismo sofre as consequências das crises, principalmente por não ser prioridade para muitos governos e para a própria população, que para se precaver dos efeitos, termina cortando os “supérfluos”.Para que esses momentos de instabilidades e crises não se propaguem ao ponto de inviabilizar a atividade, é importante que se ponha em prática ações que decorrem de um gerenciamento de crises bem feito.Nesse contexto de crise, organizações internacionais tem se reunido para debater as melhores formas de superá-las. Eis que emerge então um conceito utilizado para retratar a capacidade de superação das adversidades pelas quais os seres humanos passam, como opção para a gestão: o de resiliência. A resiliência passa então a ser tratada como um fator preponderante na redução de desastres, bem como na capacidade de recuperação de situações adversas que culminam em crises que impactam a sociedade como um todo .O fato é que sem um bom planejamento e gestão, nenhuma atividade permanece por muito tempo. Cabe aos gestores lançar estratégias de superação das adversidades bem como zelar pela manutenção das ações que culminam em resultados positivos para o destino. Entender a dinâmica por trás das escolhas dos gestores, o comportamento adotado, a abordagem que norteia suas ações e a representação/significação que ele possui da atividade em que está inserido, o torna, em parte, mais preparado para desenvolver uma gestão efetiva e eficaz da atividade que conduz. Para que se possa adotar um turismo com abordagem resiliente, é preciso antes de tudo trabalhar esse conceito e essa forma de atuação nos atores da atividade. O turismo resiliente decorre de um comportamento resiliente das pessoas que são responsáveis por pensarem a atividade e faze-la acontecer. É neste momento que se interliga a Resiliência e a Representação Social (RS) como instrumentos norteadores do planejamento e gestão do turismo resiliente. A resiliência, enquanto abordagem metodológica irá contribuir para analisar o comportamento do planejador/gestor, possibilitando assim entender se as suas atitudes tendem a ser resilientes ou não e como criar estratégias para, a partir do seu comportamento, desenvolver um turismo com características resilientes. Através das RS, serão apresentados parâmetros para se analisar cientificamente o que se chama de “senso comum”, ou seja, formas de ser dada credibilidade ao pensamento do indivíduo, a partir da atribuição de lógica ao mesmo.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ANNE FRANCIALY DA COSTA ARAUJO - IFAl
Presidente - 1645228 - KERLEI ENIELE SONAGLIO
Interno - 2806096 - WILKER RICARDO DE MENDONCA NOBREGA
Notícia cadastrada em: 19/07/2016 09:23
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