Banca de QUALIFICAÇÃO: CATHARINNE ANGELICA CARVALHO DE FARIAS

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CATHARINNE ANGELICA CARVALHO DE FARIAS
DATA: 19/09/2011
HORA: 16:00
LOCAL: AUDITÓRIO DO DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA
TÍTULO:

CUSTOS E BENEFÍCIOS DE UM PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA NA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA: ENSAIO CLÍNICO ALEATÓRIO CONTROLADO


PALAVRAS-CHAVES:

DPOC, exercício, caminhar, reabilitação pulmonar


PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional
RESUMO:

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) caracteriza-se pela limitação crônica do fluxo aéreo, de alta prevalência e grande impacto socioeconômico. Os custos com o tratamento e internações são elevados, no entanto, alguns dados epidemiológicos demonstram que a atividade física impacta positivamente na morbidade/mortalidade, qualidade de vida e na diminuição dos custos com o tratamento da doença e de suas complicações. O objetivo deste estudo é avaliar os custos e benefícios de um programa simples de atividade física em indivíduos com DPOC no município de Natal/RN. Nossa amostra será composta de 30 DPOC segundo critério GOLD, que serão divididos aleatoriamente em grupo controle (GC) e tratamento (GT). Avaliaremos a função pulmonar, à capacidade de exercício, força muscular respiratória e periférica, qualidade de vida relacionada a saúde e composição corporal. O GT realizará 05 sessões semanais de exercício aeróbico progressivo, na modalidade de caminhada, até atingir 60 minutos/dia durante 08 semanas. O GC receberá apenas orientações em relação sua doença e os benefícios da atividade física. Até o momento foram avaliados 19 DPOC, sendo 5 excluídos por queda da SpO2 abaixo de 90% durante o teste de caminhada de 6 minutos (TC6). Dos 14, 71,4% são do gênero masculino, a média de idade do grupo total é de 69,1±8,6 anos, sendo 42,8% GOLD II, com média de VEF1 55,0±17,5%pred. Os pacientes apresentaram valores normais de força muscular respiratória com PImax, PEmax e SNIP, respectivamente de 81,8±16,4%, 108,1±36,1%, 80,3±23,5% do predito. Quanto à qualidade de vida e a dispneia durante as atividades de vidada diária, os domínios que apresentaram maior impacto foram, respectivamente, atividade (62,3±20,3) e atividade física (35,7±13,4). As avaliações realizadas até o momento apresentaram um custo individual de R$ 15,83, segundo tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). Esperamos, ao final deste estudo, verificar se a realização de um programa de caminhada pode melhorar a qualidade de vida e diminuir a morbidade/mortalidade e os custos com os pacientes com DPOC.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1545315 - GUILHERME AUGUSTO DE FREITAS FREGONEZI
Interno - 1149619 - SELMA SOUSA BRUNO
Externo à Instituição - VANESSA REGIANE RESQUETI - NENHUMA
Notícia cadastrada em: 16/09/2011 15:08
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