PPGFST PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Telefone/Ramal: (84) 3342-2002 https://posgraduacao.ufrn.br/ppgfst

Banca de QUALIFICAÇÃO: INGRID MARTINS DE FRANÇA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : INGRID MARTINS DE FRANÇA
DATA : 16/03/2023
HORA: 09:00
LOCAL: Remoto
TÍTULO:

Principais Aspectos Fisiológicos, Clínicos e de Desempenho Físico Da Isquemia Pré-Condicionante No Sistema Musculoesquelético


PALAVRAS-CHAVES:

pré-condicionamento isquêmico; percepção de esforço; exercício; futebol


PÁGINAS: 60
RESUMO:

Introdução: A isquemia pré-condicionante (IPC) é um método que tem sido
amplamente utilizado para melhorar desempenho de forma aguda e prevenir a fadiga
muscular em diferentes modalidades de exercício físico. Apesar diversas hipóteses
fisiológicas para melhoria de desempenho, as evidências sobre os efeitos da IPC são
conflitantes. Alguns estudos sugerem que a IPC melhora a função muscular, enquanto
outros sugerem que o IPC não é superior ao sham. Objetivos: Essa tese teve o
propósito de investigar os efeitos psicofisiológicos, funcionais e neuromusculares da
IPC. Métodos: Foram consideradas para esta tese a aplicação da IPC de forma local,
sem a combinação com o exercício físico. Não houve restrição de sexo, idade ou
condições para o público, além de englobar diversas modalidades de exercícios
(aeróbicos, anaeróbicos, intermitentes) e testes funcionais e neuromusculares.
Resultados: O capítulo 1 versa sobre os efeitos da IPC no desempenho funcional e
neuromuscular em jogadores amadores de futebol, contendo dois artigos: um
protocolo de ensaio clínico e o ensaio clínico randomizado. Já o capítulo 2, comenta
sobre os efeitos da IPC na percepção subjetiva de esforço, contendo dois artigos
também: um protocolo de revisão sistemática e uma revisão sistemática. No capítulo
1, foi verificado se a IPC melhoraria o desempenho funcional e neuromuscular nos
membros inferiores de jogadores amadores de futebol. Foi observado que não houve
diferença entre o grupo que realizou a IPC e o sham para nenhuma das variáveis. No
capítulo 2, foi investigado o efeito da IPC sobre a PSE em diferentes testes físicos e
modalidades esportivas. As evidências desta revisão apontaram que não houve
diferença na PSE entre o grupo IPC e a comparação. Conclusões: De forma geral, a
utilização da IPC não foi superior ao controle (sham ou nenhuma intervenção) para
melhorar o desempenho funcional ou neuromuscular de jogadores amadores de
futebol ou para atenuar a percepção subjetiva de esforço em diferentes modalidades e
populações.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2566849 - WOUBER HÉRICKSON DE BRITO VIEIRA
Interno - 2316237 - RODRIGO SCATTONE DA SILVA
Externo à Instituição - RODRIGO RAMALHO ANICETO
Notícia cadastrada em: 07/03/2023 13:14
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