Banca de DEFESA: TACITO ZAILDO DE MORAIS SANTOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : TACITO ZAILDO DE MORAIS SANTOS
DATA : 25/02/2018
HORA: 15:00
LOCAL: Sala 08 do Departamento de Fisioterapia
TÍTULO:

PERCEPÇÕES DE BARREIRAS PARA REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR EM PACIENTES DE SERVIÇOS PÚBLICOS E PRIVADOS DE SAÚDE


PALAVRAS-CHAVES:

Reabilitação cardiovascular, barreiras, cobertura de saúde, participação, referência.


PÁGINAS: 82
RESUMO:

Introdução: o Brasil é um país de dimensões continentais, marcado por peculiaridades no sistema de saúde e iniquidades regionais no financiamento de serviços. Apesar de sólidas recomendações nacionais e internacionais para reabilitação cardiovascular (RCV), a disponibilidade de programas é díspar e as barreiras para participação são conhecidas de forma incipiente no cenário brasileiro. Portanto, faz-se necessário investigar essas barreiras em diferentes regiões, serviços de saúde e estágios de tratamento. Objetivos: descrever e comparar barreiras para a participação em RCV em serviços públicos e privados de saúde. Métodos: trata-se de um estudo observacional-analítico, de caráter transversal, realizado conforme o Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology (STROBE) entre maio e dezembro de 2017. Neste estudo, participantes de RCV e pacientes elegíveis de enfermarias e ambulatórios foram pareados pelo tipo de serviço que utilizavam. O nível de barreiras para RCV foi avaliado pela Escala de Barreiras para Reabilitação Cardíaca (EBRC) e os testes U de Mann-Withney e Kruskal Wallis foram usados respectivamente nas comparações entre tipos de serviço e entre estágios de tratamento. Resultados: um total de 140 pacientes participou do estudo. O escore médio total de barreiras foi 1,98±0,48 e diferiu apenas entre pacientes internados e participantes de RCV (p<0,05). Algumas barreiras nos domínios acesso e necessidades percebidas foram maiores em serviços públicos do que nos privados (p<0,05). O domínio necessidades percebidas teve o maior escore da amostra (2.31±0.71). Não saber sobre RCV (3.75±1.66) e falta de referência médica (2.32±1.53) foram as maiores barreiras nesse domínio. Conclusão: Não houve diferenças nos escores gerais entre os serviços públicos e privados, bem como entre pacientes internados e ambulatoriais. Porém, algumas barreiras diferiram significativamente entre esses grupos. Logo, abordagens para disseminação de conhecimento em RCV e implementação de estratégias para referência de elegíveis devem ser encorajadas em ambos os serviços.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1754525 - IVAN DANIEL BEZERRA NOGUEIRA
Externo ao Programa - 2646588 - JOCELINE CASSIA FEREZINI DE SA
Externo à Instituição - SÉRGIO LEITE RODRIGUES - UnB
Notícia cadastrada em: 15/02/2018 16:44
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