Banca de DEFESA: NATÁLIA FEITOZA DO NASCIMENTO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: NATÁLIA FEITOZA DO NASCIMENTO
DATA: 25/02/2015
HORA: 14:30
LOCAL: SALA DE AULA
TÍTULO:

TREINO COM REALIDADE VIRTUAL NO ALCANCE MANUAL DE CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO CRUZADO


PALAVRAS-CHAVES:

Descritores: Paralisia Cerebral, Reabilitação, Fisioterapia, Realidade Virtual


PÁGINAS: 90
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Fisioterapia e Terapia Ocupacional
RESUMO:

Introdução: O comprometimento da função do membro superior (MS) de crianças com Paralisia Cerebral (PC) hemiparética espástica restringe sua participação em atividades sociais. A realidade virtual (RV) tem demonstrado resultados promissores na recuperação funcional dessa população, todavia, poucos estudos avaliaram sua efetividade no movimento de alcance manual destas crianças. Objetivo: Analisar os efeitos do treino com RV sobre o movimento de alcance manual de crianças com PC hemiparética espástica. Materiais e métodos: Foi realizado um ensaio clínico randomizado cruzado, onde a amostra foi formada por 11 crianças com diagnóstico de PC hemiparética, de ambos os sexos com idade média de 9,63 ± 2,3 anos. A caracterização da amostra foi realizada por meio da avaliação do tônus muscular, amplitude de movimento, força de preensão manual, desempenho funcional, habilidade manual e incapacidades. A análise cinemática dos MMSS foi realizada pelo Qualisys Motion Capture System®. O protocolo do estudo consistiu em 2 dias de treinos e 1 de reavaliação. Os treinos A (Nintendo Wii®) e B (protocolo convencional) as crianças foram randomizadas nas sequências A-B e B-A, com intervalo de uma semana. Foi realizada avaliação cinemática imediatamente pré e pós-treinos e após uma semana. Os dados foram analisados pelo programa SPSS 20.0 (Statistical Package for the Social Science) atribuindo-se um nível de significância de 5%. As variáveis cinemáticas foram analisadas através da ANOVA two-way para medidas repetidas. Resultados e Discussão: Não foram observadas alterações significativas das variáveis angulares e espaço temporais entre os grupos. A RV utilizada na intervenção para melhorar a função de MMSS em crianças com PC continua a ser um método relativamente novo. Conclusão: O treino com RV não foi capaz de melhorar desempenho no alcance manual das crianças com PC hemiparética espástica.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2179208 - ANA RAQUEL RODRIGUES LINDQUIST
Externo à Instituição - KARLA MÔNICA FERRAZ TEIXEIRA LAMBERTZ - UFPE
Interno - 2786809 - MARIA THEREZA ALBUQUERQUE BARBOSA CABRAL MICUSSI
Notícia cadastrada em: 11/02/2015 11:15
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