PPGH/CCHLA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA Téléphone/Extension: (84) 3342-2246/755 https://posgraduacao.ufrn.br/ppgh

Banca de DEFESA: VITÓRIA MASCARENHAS DE JESUS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : VITÓRIA MASCARENHAS DE JESUS
DATA : 22/09/2025
HORA: 14:00
LOCAL: Virtual - Meet
TÍTULO:

A EXPANSÃO DA FRONTEIRA COLONIAL: ATUAÇÃO DE PARTICULARES NOS SERTÕES DO BAIXO AMAZONAS (1684-1755)


PALAVRAS-CHAVES:

Baixo Amazonas; particulares; negócios no sertão; economia das mercês.


PÁGINAS: 152
RESUMO:

Este trabalho tem como objetivo compreender a expansão da fronteira colonial para a região do Baixo Amazonas durante o final do século XVII e a primeira metade do século XVIII. O período escolhido refere-se às primeiras iniciativas de avanço militar português verificados na criação de núcleos de administração colonial de defesa no Tapajós, Paúxis e Paru, definidos na documentação colonial como “sertões”. Por abrigarem recursos como a mão de obra indígena e as drogas do sertão, foram espaços estratégicos para a Coroa portuguesa e, portanto, precisavam de fiscalização proporcionada a partir de 1684 com a instalação das fortalezas. A expansão dessa fronteira contou com a participação de particulares que ocupariam os postos de capitães-mores. Logo, o foco desta análise está nas políticas de expansão que envolviam indivíduos comprometidos com a conquista ultramarina, sendo recompensados com títulos, postos e propriedades por meio do que é denominado “economia das mercês”. Buscamos entender quem eram esses sujeitos, como conquistaram os postos em questão, os conflitos que se envolviam com as demais autoridades locais e suas múltiplas formas de articulação nesses espaços mais afastados dos polos centrais do Estado do Maranhão e Grão-Pará. Além disso, destacamos como esses particulares se inseriam nos negócios lucrativos do sertão, mediante o envio de canoas para a coleta de drogas do sertão e descimento de indígenas, ações possibilitadas pela navegação dos rios amazônicos. Essas atuações, viabilizadas pela dinâmica do espaço, poderiam estar alinhadas ou não aos objetivos de expansão da Coroa portuguesa. As fontes utilizadas incluem crônicas, documentos do Arquivo Histórico Ultramarino (AHU), do Arquivo Público do Estado do Pará (APEP) e do Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT).


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1324248 - CARMEN MARGARIDA OLIVEIRA ALVEAL
Interno - ***.412.534-** - THIAGO ALVES DIAS - UPE
Externa à Instituição - WANIA ALEXANDRINO VIANA - UFPA
Notícia cadastrada em: 11/09/2025 10:28
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