PPGH/CCHLA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA Téléphone/Extension: (84) 3342-2246/755 https://posgraduacao.ufrn.br/ppgh

Banca de QUALIFICAÇÃO: ISA CRISTINA BARBOSA ANTUNES

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ISA CRISTINA BARBOSA ANTUNES
DATA : 07/10/2025
HORA: 14:30
LOCAL: Meet - Online
TÍTULO:

A POLÍTICA ANTILEPROSA NO RIO GRANDE DO NORTE: O LEPROSÁRIO SÃO FRANCISCO DE ASSIS E OS ESPAÇOS ISOLACIONISTAS DE COMBATE À LEPRA


PALAVRAS-CHAVES:

Lepra –política pública – espaços isolacionistas.


PÁGINAS: 183
RESUMO:

Objetivo analisar como ocorreu a efetivação da política antileprosa no Rio Grande do Norte a partir da edificação e do funcionamento dos espaços médicos isolacionistas, em especial o Leprosário São Francisco de Assis. Utilizo como marco temporal inicial o ano de 1934, quando foi lançado o do Plano Nacional de Combate à Lepra, e como recorte final o ano de 1962, momento que o isolamento compulsório dos doentes deixou de vigorar como política pública de saúde. O Plano Nacional de Combate à lepra, documento norteador da política de combate à lepra no Brasil, baseava as suas ações no funcionamento de uma rede de insituições médicas conhecida como tripé: leprosários, preventório e dispensário. No Rio Grande do Norte, a partir de 1936, esse modelo foi executado com a ampliação do Leprosário São Francisco de Assis, a construção do Educandário Osvaldo Cruz e o funcionamento dos dispensários no Estado. A partir das ações de combate à lepra implantadas, defendo a ideia de que foi criado, no Rio Grande do Norte, um conjunto espacial especializado de combate à lepra. Esses espaços assumiram diferentes concepções médicas e arquitetônicas. Neste trabalho, os espaços médicos isolacionasitas são entendidos como fruto de uma narrativa cultural, praticado por diferentes sujeitos – médicos, doentes e parcelas da sociedade. Esses grupos significaram e praticaram os espaços médicos de forma diferente, eles elaboraram práticas médicas, concepções de doença/saúde, ressignifcaram as suas relações com o espaço médico e com a doença. Para o desenvolvimento da pesquisa utilizo como fontes a legislação ofical de combate à lepra, as materias circuladas nos principais jornais da cidade e nos debates ocorridos nos congressos médicos, e as fichas clinicas e epidemiologicas presentes no arquivo do Leprosário São Francisco de Assis.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - ***.394.804-** - FRANCISCO FIRMINO SALES NETO - UFCG
Presidente - 1088824 - RAIMUNDO NONATO ARAUJO DA ROCHA
Interno - 1149437 - RAIMUNDO PEREIRA ALENCAR ARRAIS
Notícia cadastrada em: 08/09/2025 09:13
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