Projeto Pedagógico do Curso

Este profissional está apto a: desenvolver softwares básicos, analisar e desenvolver sistemas aplicativos customizados; fazer automação de sistemas informatizados; instalar e gerenciar redes de computadores; desenvolver aplicações multimídia para fins educacionais; desenvolver e manter sistemas de bancos de dados; aplicar técnicas de Inteligência Artificial e criar jogos e programas de simulação; criar e manter sites e domínios na Internet, planejar e criar Intranets, instalar provedores de acesso à Internet e outras redes; desenvolver e gerenciar sistemas de controle de recursos em geral; e atuar em conjunto com profissionais de outras áreas em aplicações da informática: Medicina, Educação, Marketing e Propaganda, CAD/CAM, Turismo, Administração, Economia, dentre outras atividades.

Empresas de todos os setores, públicas e privadas; indústrias da área de informática; grupos financeiros; instituição de ensino e pesquisa, públicas e privadas.

1. Possuir capacidade de raciocínio lógico e abstrato;

2. Competência para compreender e aplicar conceitos, princípios e práticas relacionadas à computação, monstrando discenirmento na seleção e aplicação de métodos, técnicas e ferramentas matemáticas e/ou computacionais;

3. Competência na aplicação dos aspectos teóricos, científicos e tecnológicos relacionadis à área de computação;

4. Competência para projetar, desenvolver e validar um produto ou serviço que faça uso da computação;

5. Competência para projetar e desenvolver sistemas que integram hardware e software;

6. Habilidade para pesquisar e viabilizar soluções computacionais para várias áreas de conhecimento e aplicações; 7. Habilidade para idenificar, analisar e documentar oportunidades, problemas e necessidades passíveis de solução via computação, e para empreender na concretização desta solução;

8. Habilidade para modelar problemas reais e formalizar possíveis soluções de artefatos computacionais;

9. Habilidade para conceber soluções inovadoras para tornar produtos competitivos;

10. Habilidade para desenvolver ou fazer parte de pesquisa científica e tecnológica;

11. Habilidade para se expressar bem de forma oral ou escrita usando a língua portuguesa, bem como fluência na língua inglesa, suficiente para a leitura, compreensão e escrita de documentos técnicos de computação.

        Para dar flexibilidade na formação dos alunos do curso, um elenco de componentes curriculares (disciplinas, módulos e atividades de formação) optativos for elaborado de forma a permitir que o estudantes acompanhe a evolução da área de computação. Por este motivo, além dos componentes curriculares optativos com nome e ementa definida, ocorrerá a oferta de componentes curriculares de cunho avançado e inovador usando os códigos dos componentes com o nome "Tópidos Especiais".

        O curso deve optar por um método de ensino que estimulem a pesquisa, a apresentação de seminários e a elaboração de monografias. O aluno precisa desenvolver a capacidade de análise, abstração, elaborção de projetos, especificação e avaliação nas diversas áreas da computação. A formação em tecnologia deve ser obtida estimulando o aluno a desenvolver a capacidade de investigação. É preciso estimular o uso de bibliotecas e dos recursos disponíveis na Internet, assim como o desenvolvimento de trabalhos teóricos e práticos ao longo de todo o curso. Desta forma, optou-se por apresentar o conteúdo de metodologia científica de forma transversal, nos componentes curriculares do curso.

        Uma das características mais marcantes da área da ciência da computação é a valorização da criatividade como ferramenta de uso no dia-a-dia do profissional. Uma conseqüência disto é a necessidade do curso incentivar a procura de soluções criativas na resolução dos problemas apresentados ao aluno. A presente proposta incentiva a utilização de outros métodos pedagógicos, além das aulas expositivas, já que o aluno não precisa decorar conteúdos que o professor passa nessas aulas. Para o aluno, devem ser apresentados problemas cuja solução não se encontra diretamente na bibliografia, pois ele deve ser incentivado a combinar as técnicas, teorias e ferramentas apresentadas no curso, visando elaborar novas soluções para os problemas a ele apresentados. A presente proposta visa criar as condições de motivação de alunos e professores, de forma a evitar que a única meta do aluno seja ser aprovado em provas.

        O egresso do BCC, para ter sucesso profissional, deve desenvolver a capacidade de expressão escrita e oral nos idiomas português e inglês. Isto não deve ser desvinculado da sua área profissional. A experiência mostra-nos que para atingir este objetivo não é suficiente apenas a oferta de componentes curriculares "externos"como comunicação e expressão, língua inglesa e metodologia científica no currículo. É preciso desenvolver alternativas que propiciem o desenvolvimento da capacidade de expressão escrita e oral dos alunos no decorrer do curso. Cada professor pode e deve cobrar esra capacidade dos alunos. O aprendizado de comunicação e expressão pode ser feito estimulando a participação dos alunos em seminários. O aprendizado de inglês pode ser aprimorado lendo e escrevendo textos para cada componente curricular de informática e o aprendizado de métodos para desenvolvimento de trabalhos científicos pode ser orientado a partir da experiência de cada professor.

       O professor, por sua vez, deve assumir uma postura de orientador. Não é papel do professor ser apenas um comunicador que repete o que já está nos livros. Dessa forma, o professor tem uma conceptção de aluno, como alguém incapaz de entender o que foi arduamente elaborado pelso autores. O professor deve, principalmente, orientar o aluno sobre onde buscar os conteúdos e cobrar dele a sua aplicação e uma análise crítica. A UFRN possui, através da Secretaria de Ensino a Distância (SEDIS), uma expertise que deverá ser aproveitada para elaborar um acervo de material didático complementar acessível para os alunos do curso através de uma mediateca. Mais do que tudo, o professor deve motivar o aluno sobre a importância do conteúdo a ser aprendido. Este não é um trabalho fácil, exigindo tempo e dedicação do professor. O curso propõe como componentes curriculares a realização de projetos e diversar outras atividades envolvendo diferentes métodos de aprendizado, como, por exemplo:

1. Aulas com instrutor presencial;

2. Aulas em vídeo e/ou documentários;

3. Grupos de estudo orientado pelo professor (leitura e discussão em grupo);

4. Seminários;

5. Trabalhos de iniciação científica;

6. Trabalhos de iniciação tecnológica;

7. Estudo orientado - pesquisa e monografia sobre conteúdos avançados;

8. Realização de estágios;

9. Participação em empreendimentos;

10. Desenvolvimento de software em diversas áreas: desktop, disponitivos móveis, televisão digital, web, dispositivos embarcados, etc;

11. Aplicações sociais e comunitárias (atividades de extensão);

12. Projeto de formação; e

13. Participação em minicursos e/ou tutoriais de congressos.

       Como parte da metodologia do curso, pretende-se igualmente desenvolver a orientação acadêmica como uma atividade conjunta da coordenação do curso e dos professores do Departamento de Informática e Matemática Aplicada (DIMAp), que é o departamento mais diretamente ligado ao curso. A proposta é indicar professores como orientadores de um conjunto de alunos já desde o primeiro período letivo. Tais professores irão então desempenhar o papel de orientar os seus respectivos alunos até o final do curso. Deverá haver rodízio no conjunto de professores a cada período, de forma a evitar a sobrecarga de orientações. Cada orientador acadêmico irá acompanhar seus orientandos ao longo do curso, apoiando o processo de escolha e quantidade de componentes curriculares a cada perído, possíveis atividades complementares a serem ralizadas (iniciação científica, extensão, estágio, seminários, eventos, etc.), assim como auxilia-lo em eventuais dificuldades ou desafios encontrados ao longo do curso.

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      O acompanhamento e avaliação do curso se dará mediante análise do PPC em reuniões periódicas realizadas pelo NDE  e Colegiados, extensivo a participação dos demais docentes e discentes do curso.

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