Banca de QUALIFICAÇÃO: ANA CRISTINA DE SOUSA SAMPAIO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANA CRISTINA DE SOUSA SAMPAIO
DATA: 19/03/2012
HORA: 14:30
LOCAL: Sala multimeios do NEPSA/CCSA
TÍTULO:

TRANSIÇÃO AGROECOLÓGICA E VIDA COTIDIANA: uma análise das experiências da agricultura familiar camponesa.


PALAVRAS-CHAVES:

Transição agroecológica. Agricultura familiar camponesa. Vida cotidiana.


PÁGINAS: 56
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Serviço Social
RESUMO:

Esse estudo delimita como ponto de partida a transição da agricultura convencional para a de base agroecológica, visando analisar as mudanças ocorridas na cotidianidade das famílias agricultoras que estão articuladas à Rede de agricultores agroecológicos e solidários do território de Itapipoca-CE. Esse universo empírico foi escolhido, em princípio, por concentrar as dinâmicas sociais de inovação agroecológica, além de se configurar como ambiente que tem se afirmado como espaço de articulação, troca, construção de conhecimento e disputa entre agricultores familiares, organizações não governamentais, Estado e movimentos sociais do campo em geral. Para tanto, privilegiamos uma problematização crítica da agroecologia, o que significa tomá-la como uma questão sociopolítica e não apenas como uma questão sócio técnica no enfrentamento das questões ambientais e sociais na contemporaneidade. Nosso recorte privilegia a trajetória social e a ação dos agricultores familiares, como sua racionalidade, práticas, formas de conhecimento, resistências e estratégias de organização social no âmbito dos conflitos entre a agricultura familiar camponesa e o agronegócio.  Nosso esforço se encaminha no sentido de evidenciar os efeitos sociais, as mudanças concretas vivenciadas a partir da vida cotidiana de homens e mulheres, que têm ressignificado a luta pela terra ao dar um sentido ecológico à agricultura e, ao fazê-lo, afirmam-se como sujeitos sociais do mundo contemporâneo. Como caminho para o aprofundamento desse objetivo, a investigação aspira especificamente: 1) Entender as formas de organização social anteriormente presentes no cotidiano desses sujeitos; 2) Compreender os determinantes que levam esses sujeitos sociais a adotarem a agroecologia, atentando para verificar se há e quais são seus tipos de resistência; 3) Identificar as experiências de aprendizagem que sustentam a adoção das práticas agroecológicas no processo de transição. Pelo caráter do objeto investigado, uma análise que articule dialeticamente qualidade e quantidade torna-se pertinente. Assim sendo, iniciamos esse estudo com uma pesquisa bibliográfica e documental buscando acercar-nos do contexto no qual estão inseridas tais experiências. 


 


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - JOAQUIM PINHEIRO DE ARAUJO - UFERSA
Presidente - 350261 - SEVERINA GARCIA DE ARAUJO
Interno - 1149518 - SILVANA MARA DE MORAIS DOS SANTOS
Notícia cadastrada em: 14/03/2012 10:35
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