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CHAMADA PARA GRUPOS DE TRABALHO - XVI SEMANA DE ANTROPOLOGIA DA UFRN

A XVI Semana de Antropologia da UFRN - 04, 05 e 06 de setembro de 2018.

 

Tema: "Histórias e desafios das Antropologias nos (dos) Nordestes do Brasil" 

 

Quem pode apresentar trabalho?
Graduandos, graduados, mestrandos, mestres, doutorandos de antropologia e áreas afins.

 

Como apresentar a proposta?


Todas as propostas de apresentação serão submetidas para o e-mail comissao.cie.ppgas@gmail.com até o dia 12 de agosto , enviando o Anexo Único contido ao final deste documento “Inscrição para Grupo de Trabalho” devidamente preenchido. As propostas devem ser enviadas em arquivo .docx no seguinte formato: Sobrenome, nome. Título inicial do trabalho.docx. Ex: AQUINO, Jânia_Principes e Castelos de Areia.docx

 

Pedimos que identifiquem no assunto do email para qual Grupo de Trabalho está submetendo o resumo. Ex: Envio de resumo – GT Espaço, Imagens e Performances. 

 

Cabe ao pesquisador informar, no ato da inscrição, se pretende utilizar algum recurso audiovisual durante a sua apresentação.

 

Sobre o Resumo

 

O título deve conter até 200 caracteres (incluindo os espaços) e o resumo até 2.300 caracteres (incluindo os espaços) de três a cinco palavras-chaves. Preencher a inscrição no anexo único contido ao final deste documento.


Sobre o Trabalho completo


O trabalho deverá ser enviado em docx. até o dia 06 de outubro e precisa informar na parte
superior antecedente ao texto:
a) Título do trabalho centralizado, com inserção de nota de rodapé após o título do trabalho contendo a informação: “Trabalho apresentado na XVI Semana de Antropologia da UFRN, realizada entre os dias 04 e 06 de Setembro de 2018, Natal/RN”.
b) Nome completo do(s) autor(es), sendo um por linha, com alinhamento pela margem direita, seguido de filiação institucional (SIGLA da Instituição/Estado ou País)


Configuração das páginas e do corpo do texto:
a) Margens: superior 2,5 cm, inferior 2,5 cm, esquerda 3 cm, direita 3 cm;
b) Fonte: Times New Roman, tamanho 12;
c) Espaçamento entre linhas: 1,5;
d) Alinhamento: justificado;
e) Número de páginas: os textos devem ter entre 07 e 15 páginas, incluindo bibliografia, figuras etc.;
f) Ilustrações, tabelas e gráficos: deverão aparecer no corpo do texto de forma legível e numerados

 

Fiquem atentos aos prazos!


● Período de inscrições, com submissão de resumos, nos Grupos de Trabalho: de 18 de
julho de 2018 a 12 de agosto de 2018.

 

● Avaliação, por parte dos coordenadores dos GT’s, serão realizadas: de 13 a 16 de
agosto de 2018.

 

● Divulgação dos trabalhos selecionados para GT’s: 17 de agosto de 2018.

 

● Realização do evento: 04 a 06 de setembro de 2018.

 

● Apresentação do trabalho: 06 de setembro de 2018.

 

● Data final para o envio dos trabalhos selecionados completos para a composição dos
anais: até 06 de outubro de 2018.

 

GRUPOS DE TRABALHO

 

Grupo de Trabalho: Diálogos e campo(s) no Nordeste: identidade, representações simbólicas, criminalidade e cidadania.

 

Este Grupo de Trabalho preocupa-se em estabelecer diálogos entre os desafios do fazer antropológico e o(s) campo(s) no Nordeste em meio a um cenário político de incertezas. Compreende parte das discussões do grupo de pesquisa "Cultura, Identidade e Representações Simbólicas" (CIRS) que agrupa temas relativos às manifestações culturais, às práticas religiosas, às formas de organização social e de sociabilidade, às representações simbólicas, à memória, à identidade com recortes aproximados da antropologia, história e sociologia. Buscamos analisar contextos marcados por relações intergrupais, a emergência étnica e/ou os conflitos étnicos. Ainda, sob a perspectiva da linha de pesquisa vinculada ao CIRS “Cidade, violência e direitos”, focaremos também o campo da antropologia do direito, abordando questões concernentes ao acesso à justiça no Brasil, ao sistema prisional e aos conceitos de criminalidade e cidadania. Serão avaliados desde relatos etnográficos de experiência à ações de pesquisa, ensino e extensão que abarquem as temáticas destacadas.

 

Grupo de Trabalho: Populações tradicionais, ambientes e transformações.

 

A proposta deste GT é reunir contribuições para a compreensão da diversidade dos modos de produzir conhecimentos sobre a natureza e o ambiente e que apontem suas possíveis colaborações para a conservação da diversidade biológica e cultural do planeta. Os grupos sociais que vivem do extrativismo e da agricultura, entre outras atividades – tais como indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e ribeirinhos em geral – são habitantes de regiões costeiras e historicamente têm sido impactados por diversos fenômenos. Reflexões sobre o manejo de ecossistemas, as formas de organização política dessas populações, suas estruturas econômicas, bem como os conflitos suscitados por diferentes processos e agentes sociais – sobretudo agências estatais, organizações não governamentais e empresas – são alguns dos aspectos que serão discutidos nesta atividade.

 

Grupo de Trabalho: Relações de gênero, corpo, sexualidade e saúde no nordeste
brasileiro.

 

Esse grupo de trabalho, em consonância com as linhas de pesquisa do GCS, se volta tanto para as investigações em torno dos aspectos cotidianos das relações de gênero, sexualidade e corpo nas dinâmicas culturais, rurais e urbanas, quanto para as políticas públicas, construções de identidades e tecnologias biomédicas. Tendo assim o interesse de reunir trabalhos que articulem, desde o(s) Nordeste(s), diferentes dinâmicas e questões tais como: os processos culturais ligados às narratividades, às interpretações culturais das experiências da doença e das práticas de saúde, sejam elas, tradicionais e/ou biomédicas, assim como discussões sobre abordagens teórico-metodológicas para pensar as práticas educativas nos estudos sobre gênero, saúde e reprodução, além das implicações das violências gênero e das demais violências em cada vivência, atentando assim para os variados marcadores sociais da diferença que perpassam as experiências de vida e as relações sociais.

 

Grupo de Trabalho: Culturas Populares e Religiosidades.
A experiência antropológica permite um diálogo com temas relacionados às culturas populares em um contexto de sociedades contemporâneas, desse modo o presente GT tem por objetivo conhecer o que está sendo produzido hoje, reunindo pesquisas que reflitam as formas de culturas populares privilegiando a construção de memórias, performances, tradição oral, artes, manifestações culturais, produtos, processos, saberes e sociabilidades, assim como, de religiosidades, em um quadro analítico de rituais, mitos, crenças, símbolos e associações. Espera-se através da análise desses elementos uma maior compreensão dos mecanismos de constituição e consolidação das culturas populares produzidas e consumidas em sociedades modernas, provocando debates de interesse para as manifestações da cultura popular, revelando assim problemáticas e possíveis soluções.

 

Grupo de trabalho: Espaço, Imagens e Performances.

 

O presente GT tem como propósito focar as abordagens antropológicas que contribuem ao entendimento e discussão das práticas de pesquisas a partir de reflexões teóricas, epistemológicas e éticas que envolvem as seguintes temáticas: os usos e produções dos espaços, com seus fluxos e movimentos, as discussões associadas as concepção e percepções sociais sobre as imagens e grafias, em suas múltiplas articulações e expressões, e também os saberes associados às artes performativas em suas dimensões experienciais, estéticas e rituais. Estima-se, portanto, reflexões sobre narrativas, experiências, subjetividades e performances dos sujeitos envolvidos no fazer antropológico, abordando as problematizações deste fazer no âmbito da antropologia urbana, visual e da arte.

 

Grupo de Trabalho: Estudos sobre cibercultura e consumo na antropologia.

 

O ciberespaço enquanto espaço público apreende processos de subjetivação construídos por sujeitos sociais, os quais modificam a realidade social. Assim, as fronteiras entre o ciberespaço e a vida cotidiana não são evidentes. Diante deste cenário o consumo tem um papel central. A rede apresenta uma linguagem própria, onde há circulação de ideias e bens, ressignificando o consumo. O método etnográfico atua como uma prática analítica essencial para pensar estas relações singulares e múltiplas que constituem o consumo neste espaço. Este GT propõe debater a articulação entre as dinâmicas singulares produzidas na rede e o consumo no contexto sociocultural do e no nordeste brasileiro. Pensando em arte, estética, música, sociabilidade, ciberativismo, pets, dentre outros. Os trabalhos devem se basear em pesquisas empíricas concluídas ou em andamento.

 

 

Notícia cadastrada em: 01/08/2018 09:09
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