Banca de DEFESA: LAISE CAROBA DA SILVA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : LAISE CAROBA DA SILVA
DATA : 14/08/2020
HORA: 09:00
LOCAL: Sala Virtual RUTE do HUOL através do link: https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/posgraduacao-huol
TÍTULO:

Frequência da deficiência auditiva relacionada as infecções congênitas: estudo retrospectivo


PALAVRAS-CHAVES:

Perda auditiva. Diagnóstico. Congênita. Prevalência


PÁGINAS: 40
RESUMO:

O impacto da deficiência auditiva é amplamente conhecido quanto aos seus efeitos no desenvolvimento da criança. A deficiência auditiva pode ser ocasionada por fatores genéticos, congênitos ou adquiridos. Entre os fatores congênitos estão a presença de infecções que podem ocorrer durante a gestação como: toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, herpes, sífilis, HIV e Zika Vírus. A alta morbimortalidade fetal e neonatal e a presença de sequelas importantes dos pacientes afetados tornam as infecções congênitas um problema de saúde pública e sua prevenção, diagnóstico, acompanhamento e tratamento são necessários antes, durante e depois da gestação. Objetivo: Verificar a frequência da deficiência auditiva nas crianças atendidas no Centro SUVAG do RN com indicadores de risco de infecções congênitas. Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo, observacional e descritivo. A população do estudo foi composta por 4806 crianças de 0 a 3 anos atendidos no Centro SUVAG do RN no período de 2011 a 2019. Desta totalidade 692 crianças apresentaram histórico de infecções congênitas isolada ou em combinação com outros indicadores de risco a partir dos dados registrados no banco de dados da instituição. Foram excluídas 134 por não concluírem a avaliação audiológica. Desta forma, a amostra deste estudo foi composta por 558 crianças. Realizou-se análise descritiva para estabelecer a frequência da deficiência auditiva em relação a cada infecção congênita isolada ou associada a outros indicadores de risco. Resultados: A frequência da deficiência auditiva foi de 1,25% nas crianças com relato e/ou confirmação de infecções congênitas, com a presença da perda auditiva sensórioneural em seis crianças (85,71%) e uma perda auditiva do tipo condutiva (14,29%), das quais seis foram bilaterais (85,71%) e uma unilateral (14,29%). Conclusão: O presente estudo permitiu verificar que houve uma frequência reduzida da deficiência auditiva relacionada ao relato das infecções congênitas.


MEMBROS DA BANCA:
Interna - 466.295.994-20 - HANNALICE GOTTSCHALCK CAVALCANTI - UFPB
Externa à Instituição - MARIA ANGELINA NARDI DE SOUZA MARTINEZ - PUC - SP
Presidente - 1804274 - SHEILA ANDREOLI BALEN
Notícia cadastrada em: 22/07/2020 10:41
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