Banca de DEFESA: ISABEL CAVALCANTI CABRAL

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ISABEL CAVALCANTI CABRAL
DATA : 01/08/2016
HORA: 14:30
LOCAL: Laboratório de Mecânica dos Fluidos - NTI/UFRN
TÍTULO:

CARACTERIZAÇÃO DE COMPÓSITO COM POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE RECICLADO E PÓ DA CASCA DA SEMENTE DA PLANTA Clitoria fairchildiana (SOMBREIRO)


PALAVRAS-CHAVES:

Compósito polimérico, resíduo, polietileno e Clitoria fairchildiana.


PÁGINAS: 88
RESUMO:

Atualmente vem crescendo a necessidade de aproveitamento dos resíduos gerados pela população, como forma de criar materiais alternativos e de baixo custo, contribuindo assim para preservação do meio ambiente e aproveitamento dos recursos naturais. A fabricação de compósitos reforçados com fibras vegetais e matriz polimérica, tem sido uma alternativa para as indústrias que buscam o aproveitamento de resíduos. O objetivo do presente trabalho foi desenvolver um compósito polimérico com rejeito de polietileno como matriz e na carga foi utilizado o pó da casca da semente da planta Sombreiro (Clitoria fairchildiana), nas proporções de 2,5% e 5% de carga, visto que acima dessa porcentagem seu processamento foi dificultado. As misturas polímero/carga foram produzidas através de uma extrusora, e em seguida os corpos de prova foram moldados por injeção. Para caracterizar o compósito foram realizadas análises térmicas, medida do índice de fluidez, determinação da densidade, ensaio de dureza Shore D, resistência à tração, resistência ao impacto Izod, microscopia eletrônica de varredura (MEV) e absorção de água. Para os resultados reológicos, a viscosidade do compósito PE_rec A diminuiu, já o PE_rec B aumentou. A massa especifica se manteve constante para todas as amostras e concentrações. Como esperado a dureza do compósito foi proporcional ao percentual de carga que foi acrescentado, já na resistência máxima a tração o compósito PE_rec A obteve um valor 2,3% menor comparado ao PE_rec Puro, o ensaio de impacto Izod mostrou que o compósito PE_rec A apresentou 444,30 J/m de energia absorvida durante o ensaio, valor bastante superior aos outros dois compósitos. Na análise por MEV foram observados a presença de vazios na microestrutura do material e a falta de adesão matriz/carga em algumas regiões do compósito polimérico. O ensaio de absorção de água mostrou que para as duas concentrações de carga natural o pó se mostrou não muito hidrofílico, ou seja, não absorvendo muita água, pois a variação em peso do compósito para cada medição não foi nem de 1%. Com isso os resultados obtidos mostraram que o Polietileno reciclado pode ser processado novamente e o acréscimo de carga ao compósito promoveu um ganho de economia de material sintético.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ALINE CRISTINA MENDES DE FARIAS - MEC
Presidente - 348080 - JOSE UBIRAGI DE LIMA MENDES
Externo à Instituição - NATANAEYFLE RANDEMBERG GOMES DOS SANTOS - F.M.Nassau
Notícia cadastrada em: 29/07/2016 16:24
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