Banca de QUALIFICAÇÃO: CAROLINA NÓBREGA SABÓIA LUZ

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : CAROLINA NÓBREGA SABÓIA LUZ
DATA : 28/10/2021
HORA: 14:30
LOCAL: Ambiente virtual
TÍTULO:

POTENCIALIDADES E LIMITES DAS MODALIDADES DE ENSINO DE PROJETO ARQUITETÔNICO: UM ESTUDO DE CASO COM ATELIÊS PRESENCIAL, VIRTUAL, REMOTO E HÍBRIDO


PALAVRAS-CHAVES:

Ensino de Projeto de Arquitetura; Ateliê de Projeto de Arquitetura; Ateliê de Projeto Virtual; Ateliê de Projeto Remoto; Ateliê de Projeto Híbrido.


PÁGINAS: 104
RESUMO:

Este projeto apresenta uma investigação sobre as diversas modalidades de ateliês existentes no contexto contemporâneo: presencial, virtual, remoto e híbrido e seus rebatimentos em termos de ensino/aprendizagem. O ateliê, espaço físico privilegiado onde é promovido o ensino/aprendizagem do Projeto de Arquitetura e Urbanismo (AU), foi transformado ao longo do tempo, tanto fisicamente, quanto em suas práticas pedagógicas e estratégias metodológicas. Mais recentemente, com a difusão da internet e das redes sociais, surgiram novas modalidades de ateliês, virtual, remoto e híbrido, além daqueles inseridos na modalidade de cursos EAD. Esta é a problemática que se encontra no cerne desta pesquisa, que tem como objetivo principal analisar as diferentes modalidades de ensino de PA existentes nos Cursos de AU, no Nordeste brasileiro, no contexto de pandemia e pós-pandemia: ateliê presencial (tradicional), ateliê virtual (colaborativo), ateliê remoto e ateliê híbrido (semipresencial), com o intuito de observar como nelas se desenvolvem as práticas didático-pedagógicas e avaliar qual modalidade seria a mais adequada ao aprendizado discente no contexto contemporâneo, seguindo os preceitos de qualidade defendidos pelas entidades da área. Os objetivos específicos são: identificar as teorias e práticas didático-pedagógicas desenvolvidas e as TIC’s utilizadas pelos docentes nos diversos ateliês; entender como se processam as interações entre os docentes e discentes e destes entre si; compreender a percepção dos docentes e discentes em relação ao ensino/aprendizagem envolvidos nesses tipos de ateliês; e analisar as potencialidades e os limites no ensino de projeto arquitetônico nessas modalidades de ateliês. O fundamento teórico está ancorado nas formulações de Mizukami (1986) sobre as abordagens pedagógicas, em Schön (2000) sobre o aprender fazendo, em metodologias ativas (FILATRO; CAVALCANTI, 2018; e SILVA; KURI, 2017), no ensino de projeto (MAHFUZ, 2003; LARA; MARQUES, 2015; CARSALADE, 2018) e na categorização e caracterização dos ateliês de projeto: presencial (SCHÖN, 2000; AFONSO, 2013; LARA; MARQUES, 2015), virtual (ARAÚJO, 2007; GIMARÃES FILHO, 2010), remoto (IRANMANESH E ONUR, 2021) e híbrido (RODRIGUEZ; HUDSON; NIBLOCK, 2018). No campo metodológico, trata-se de uma pesquisa predominantemente qualitativa que utiliza o estudo de casos múltiplos como método. O contexto da investigação se dará em IES públicas, localizadas no Nordeste brasileiro, sendo os sujeitos da pesquisa professores e estudantes das disciplinas de PA nos diversos tipos de ateliês. Utiliza como procedimentos de produção de dados a coleta e análise documental, a observação, o questionário (discentes) e a entrevista (docentes). Os dados serão analisados e interpretados por meio da análise temática proposta por Bardin (1996).


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1298938 - MAISA FERNANDES DUTRA VELOSO
Interno - 2508732 - HEITOR DE ANDRADE SILVA
Externa à Instituição - AMELIA DE FARIAS PANET BARROS - UFPB
Notícia cadastrada em: 17/10/2021 18:08
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