PGE/CB PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA CENTRO DE BIOCIÊNCIAS Telefone/Ramal: (84) 3342-2334/401 https://posgraduacao.ufrn.br/pge

Banca de DEFESA: VITORIA GODEIRO DE QUEIROZ

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : VITORIA GODEIRO DE QUEIROZ
DATA : 20/08/2025
HORA: 09:00
LOCAL: https://meet.google.com/tgu-vaxp-xww
TÍTULO:

Influência do habitat e região corporal na sinalização e camuflagem de lagartos de uma área de mata atlântica

 


PALAVRAS-CHAVES:

Contraste cromático; lagartos; habitat; espectrofotometria; ecologia sensorial


PÁGINAS: 32
RESUMO:

A comunicação visual desempenha papel fundamental na ecologia e evolução dos animais, mediando interações sociais interespecíficas e intraespecíficas. Para muitos vertebrados, como os lagartos, a coloração corporal é essencial para a comunicação, associada principalmente à sinalização sexual ou anti-predação. No entanto, a coloração corporal por área corporal ainda é pouco compreendida nesse grupo animal, especialmente agregando informações de habitat e modelos visuais. Diante isso, esse estudo investigou como áreas corporais distintas, de 6 espécies de lagartos, eram observadas por outros lagartos e por predadores, em dois habitats distintos. Para isso, avaliamos a coloração, por meio de espectrofotometria, de 10 áreas corporais de 118 indivíduos de 6 espécies de lagartos distintas e modelamos visualmente como essas seriam enxergadas por observadores diferentes, aves ou lagartos, em ambientes diferentes, floresta ou restinga e, além disso, realizamos uma análise de variância (ANOVA), a qual considerou como variável resposta o contraste cromático (dS) e como variáveis explanatórias o habitat, a região corporal ou a interação entre ambos. Encontramos que na maioria dos casos o habitat apresentou significância (p<0,05) ao explicar a variação do contraste cromático, e que, duas espécies tinham maior dS, independente do observador, na floresta, duas tinham maior dS, independente do observador, na restinga e duas, na visão dos lagartos, eram mais visíveis na floresta, e na visão dos predadores, mais visíveis na restinga. Concluímos que cada espécie apresenta as suas especificidades, mas que existe um padrão no quesito exibição para os coespecíficos, no qual, em todas as espécies analisadas, essas apresentavam maior contraste cromático em seu ambiente mais ocupado.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1678338 - ADRIAN ANTONIO GARDA
Externo à Instituição - DANIEL OLIVEIRA MESQUITA - UFPB
Externo à Instituição - VINÍCIUS DE AVELAR SÃO PEDRO - UFSCAR
Notícia cadastrada em: 23/07/2025 15:59
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