CCHLA - PPGAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL DIREÇÃO DO CCHLA Telefone/Ramal: (84) 3342-2240/610 https://posgraduacao.ufrn.br/1442

Banca de DEFESA: CARLOS HENRIQUE DUARTE ARAÚJO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : CARLOS HENRIQUE DUARTE ARAÚJO
DATA : 23/02/2026
HORA: 18:00
LOCAL: a definir
TÍTULO:

UMA ETNOGRAFIA NA ESCOLA: DINÂMICAS DE CORPOS-TERRITÓRIOS COM ALUNOS/AS DE ENSINO MÉDIO


PALAVRAS-CHAVES:

Corpo-território; Etnografia; Extensão; Práticas Artísticas; Experiência; Educação.

.

 


PÁGINAS: 130
RESUMO:

Esta pesquisa realiza uma etnografia na Escola Estadual em Tempo Integral Passo da Pátria, com foco nas práticas artísticas de alunos/as do ensino médio (como desenhos zines, colagens, slams, cartazes e encenações). O objetivo central é compreender como essas produções operam como linguagens de ressignificação dos percursos formativos, analisando os elementos estéticos e políticos que mobilizam no cotidiano da escola. O trabalho busca, em primeiro lugar, compreender as mútuas influências entre o ambiente escolar e as criações culturais dos estudantes, tomando as interações sociais e as experiências corporais como eixo de observação. Em seguida, investiga como essas dinâmicas de criação e aprendizagem ampliam as discussões sobre o corpo, articulando a antropologia, a experiência e a educação. Por fim, analisa o acionamento da categoria corpo-território como ferramenta analítica para interpretar os processos de subjetivação, resistência e transformação que emergem das práticas artístico-culturais no espaço escolar. A metodologia assenta-se por meio de participação observante (Guber, 2001), desde as atividades de um projeto de extensão a registros em diário de campo, recorre também a registros visuais e entrevistas. A partir das categorias de corpo-território (Miranda, 2014; 2020; 2025), experiência (Bondìa, 2002) e saberes estético-corpóreos (Gomes, 2017), o estudo demonstra que as produções artísticas dos estudantes constituem formas de agência criativa e política, permitindo a (re)territorialização de identidades e a negociação com as normas escolares. Argumenta-se ainda que a extensão universitária, concebida como prática estético-política, configura um espaço fundamental para mediar e potencializar esses processos, resistindo a lógicas neoliberais na educação.


MEMBROS DA BANCA:
Interna - 1149569 - ELISETE SCHWADE
Interna - 1868152 - GESLLINE GIOVANA BRAGA
Interna - 1691014 - ROZELI MARIA PORTO
Externo à Instituição - IURY GABRIEL AMORIM DE ARAÚJO - IFRN
Notícia cadastrada em: 19/02/2026 09:30
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - (84) 3342 2210 | Copyright © 2006-2026 - UFRN - sigaa13-producao.info.ufrn.br.sigaa13-producao