Projeto Pedagógico do Curso

Um Curso de Graduação em Ecologia, ciência que é assimilada sob a égide da inter e da transdisciplinaridade, deve preparar profissionais que sejam capazes de dialogar com as diversas abordagens do trabalho ambiental, com capacidade de operacionalizá-las, compatibilizá-las, sincronizá-las e integrá-las. Entendemos ainda que o profissional em Ecologia, por seu campo de atuação bastante operacional, deve não apenas conhecer os fundamentos teóricos das disciplinas, mas igualmente deve ser treinado a reconhecer e executar métodos práticos aplicados a sua atuação profissional.
Assimiladas as capacitações, habilidades e concepções propostas para o curso de Ecologia, pretendemos formar um profissional que possa atuar tanto na esfera acadêmica (Universidades, Institutos de Pesquisa, Escolas), como em Organizações Não-Governamentais (ONG‟s), em empresas que efetivamente ou potencialmente sejam impactantes ao meio ambiente, ou em empresas que prestam serviços que atentem para a prevenção, minimização e controle de impactos ambientais, bem como na restauração e monitoramento ambiental.
O egresso do curso de Ecologia deve ter atuar pautado nos princípios da ética, responsabilidade social e ambiental, dignidade humana, direito à vida, justiça, respeito mútuo, participação, diálogo e solidariedade, e deve estar preparado para:
- Desenvolver pesquisas ecológicas em geral, atuando em estudos e investigações científicas sobre fenômenos bióticos e abióticos interativos;
- Planejar e executar planos de recuperação e manejo de ecossistemas naturais e antrópicos, atuando na modificação da paisagem dos ecossistemas para que melhor possam cumprir seus serviços ambientais, tais como purificação do ar, regulação climática, reciclagem de elementos químicos, etc;
- Criar e aplicar propostas de educação ambiental, atuando junto à sociedade para a difusão da prática da responsabilidade ambiental;
- Atuar no manejo de unidades de conservação, planejando a alocação de áreas vocacionadas para os diversos fins numa unidade de conservação, tais como área de pesquisa, administração, turismo ecológico, exploração sustentável, etc;
- Planejar, monitorar e aplicar a tecnologia disponível para o controle de qualidade do meio ambiente em áreas sujeitas ao impacto antrópico;
- Atuar em consultoria ambiental, no assessoramento a projetos ambientais e no desenvolvimento de soluções que visem a conservação dos recursos naturais e a minimização ou a eliminação do impacto causado por atividades antrópicas;
- Prestar auditoria ambiental, atuando na fiscalização de práticas e processos que demandem certificação ambiental;
- Planejar e executar ações para a conservação da biodiversidade;
- Utilizar e gerenciar ferramentas para o diagnóstico dos meios físico, biológico, antrópico e suas inter-relações, atuando nos estudos de conhecimento do cenário ambiental e das inter-relações entre componentes.

Instituições de ensino superior e de pesquisa, escolas, organizações não-governamentais, mineradoras, madeireiras, órgãos públicos, empresas de turismo, empresas de reciclagem, parques e reservas ecológicas, empresas de consultoria ambiental.

Compreende-se que a aquisição de competências resulta na capacidade de mobilizar conhecimentos e habilidades para solucionar problemas (Perrenoud, 1999). Diante desta perspectiva, o discente do curso de Ecologia deve envidar esforços para desenvolver e aprimorar competências e habilidades que permitam ao egresso:
a) Compreender a terminologia ecológica, utilizar os conceitos e teorias da Ecologia para interpretar a realidade e tomar posições frente a desafios profissionais;
b) Reconhecer as leis básicas que regem os processos naturais e antropogênicos, e a interdependência dos diferentes níveis hierárquicos de organização dos sistemas biológicos, bem como a influência do contexto espacial sobre os processos ecológicos, de modo a subsidiar decisões sobre conservação, uso sustentável, manejo e recuperação dos ecossistemas e seus componentes.
c) Identificar os processos e agentes, inclusive os antropogênicos, passíveis de alterar os sistemas de relações que mantém a dinâmica da Biosfera e seus mecanismos estabilizadores, de sorte a fazer previsões sobre estados futuros que interfiram na manutenção da vida.
d) Fazer uso dos instrumentos da sociedade civil, em escala local, regional, nacional e internacional, que regulamentam a atividade humana em seu meio ambiente, na prática profissional e no estabelecimento de uma sociedade ciente de seu papel sócio-ambiental.
e) Reconhecer os aspectos fundamentais do advento da civilização humana, sobretudo aqueles que contemplem a ação do homem em seu meio ambiente, fornecendo meios para que o Ecólogo estabeleça interações na sociedade, no sentido de contribuir para a consolidação da consciência ecológica e do desenvolvimento sustentável;
f) Atuar rigidamente sob os preceitos éticos do exercício profissional, baseado nos princípios de respeito à vida, responsabilidade social e ambiental, honestidade, dignidade humana, justiça, respeito mútuo e solidariedade;
g) Planejar e executar estudos e pesquisas básicas e aplicadas relacionadas aos processos e agentes naturais, com ou sem a influência antrópica, bem como sistematizar e analisar dados garantindo a interpretação de fatos e situações à luz da metodologia científica;
h) Interagir com grupos multidisciplinares, visando a aglutinação e coordenação de abordagens e ações relacionadas a estudos, pesquisas e atividades ambientais.
i) Aprimorar e atualizar constantemente a prática profissional, incorporando novas tecnologias na aplicação de soluções ambientais.
j) Colaborar para a divulgação de novos conhecimentos e fortalecimento das competências da sociedade ao tratar de questões ambientais, estimulando a tomada de responsabilidade no trato dos problemas ambientais.

O Curso de Ecologia tem como princípios norteadores da prática pedagógica a interdisciplinaridade e flexibilização curricular, a articulação entre teoria e prática, a articulação entre ensino, pesquisa e extensão e a valorização das experiências extraclasse.
Interdisciplinaridade foi descrita no Simpósio Internacional de Interdisciplinaridade em Educação como “uma forma de relação entre várias disciplinas, contribuindo para o enriquecimento do conhecimento entre diversas áreas do conhecimento” (Resh, et al. 2007). Considerando que a inter-relação das diferentes disciplinas é uma das bases metodológicas da formação e da busca de uma articulação entre teoria e prática, a proposta curricular do curso de Ecologia esteve centrada, desde a criação do curso, em domínios disciplinares que se complementam e dialogam entre si. Na estrutura curricular reformulada em 2011 optou-se por agrupar em uma mesma disciplina certos componentes curriculares que apresentavam sobreposições de conteúdos. Contudo, o caráter interdisciplinar continuou sendo um dos pilares formativos do curso de Ecologia.

Na estrutura curricular implantada em 2011, o Domínio das Ciências Básicas é constituído por disciplinas (Ecologia Matemática, Biofísica Ambiental, Ecologia Estatística, Filosofia e Metodologia da Ecologia) que fornecem suporte para o desenvolvimento do raciocínio lógico, para a compreensão de ferramentas quantitativas e da metodologia de estudo aplicadas aos demais componentes curriculares, incluindo as práticas profissionais (Estágio Supervisionado I e II e Trabalho de Conclusão de Curso).

O Domínio das Biociências incluem disciplinas (Bioquímica para Ecólogos, Microbiologia Ambiental, Biologia Celular e Genética para Ecologia, Filogenia Vegetal, Filogenia Animal, Ecologia Funcional, Ecologia Evolutiva, Botânica de Campo, Zoologia de Campo) que tratam da descrição, classificação, constituição micro e macroscópica, comportamento, reprodução e evolução dos seres vivos, e oferecem as bases conceituais e experiência prática para o desenvolvimento de competências associadas ao Domínio da Ecologia. Este Domínio também se encontra interligado ao Domínio das Geociências, que trata do estudo da estrutura e dinâmica dos elementos físicos que caracterizam o planeta e seus processos dinâmicos (Tópicos em Geologia para Ecologia, Introdução à Ciência do Solo, Hidrologia e Climatologia, Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto). Assim, o conhecimento básico sobre o compartimento físico, também subsidia e fornece ferramentas metodológicas para a interpretação de padrões e processos ecológicos analisados no Domínio da Ecologia. Este, por sua vez, compreende disciplinas básicas da ciência Ecologia, e tratam de padrões e processos em diferentes escalas e níveis de organização (Ecologia Geral, Ecologia de Populações, Ecologia de Comunidades, Ecologia de Ecossistemas, Ecologia da Paisagem, Ecologia Global, Ecologia de Campo, Ecologia Humana).

Na perspectiva de que o Ecólogo é o profissional de nível superior capaz de compreender as questões ambientais de uma maneira sistêmica, primordialmente no campo das ciências naturais, mas também no aspecto humano e portanto social, ético, filosófico, político e econômico (Associação Brasileira de Ecólogos), o Domínio das Ciências Sociais acrescenta as disciplinas que tratam da sociedade humana, sua estrutura institucional e dinâmica sócio-econômica, bem como as pertinentes associações com a natureza (Direito do Meio Ambiente, Educação Ambiental, Sociedade e Desenvolvimento, Economia Ecológica).

A formação interdisciplinar e sistêmica do Ecólogo é consolidada com as disciplinas do Domínio da Tecnologia e Gestão, as quais tratam do diagnóstico e das consequências das ações antrópicas e do desenvolvimento tecnológico, bem como das alternativas para mitigar seus efeitos deletérios no ambiente (Poluição e Toxicologia, Avaliação de Impactos Ambientais, Saneamento Ambiental, Tecnologias Sustentáveis, Ecologia da Conservação, Ecologia da Restauração, Manejo de Recursos Naturais, Gestão Ambiental).

A teoria articulada à prática é considerada como parte integrante da carga horária da maior parte dos componentes curriculares, inserindo-se no contexto programático de diversas disciplinas. A vivência prática do discente é viabilizada através de aulas práticas em laboratório, aulas de campo, visitas técnicas, treinamento através de ferramentas computacionais, atividades de análise e redação de projetos, parecer técnico, grupos de estudos, dentre outros, sempre adequando-se às necessidades específicas de cada componente curricular. O docente do curso de Ecologia tem papel fundamental na integração entre teoria e prática, pois pode estimular os alunos na construção de conhecimentos com autonomia e no desenvolvimento de competências que os auxiliem no a resolver os problemas do seu contexto cotidiano.

O Estágio Supervisionado I e II e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) são componentes curriculares que levam o aluno à percepção da indissociabilidade de teoria e prática, proporcionando maior capacitação e amadurecimento profissional, em sintonia com as necessidades do desenvolvimento científico e tecnológico e às exigências do mercado de trabalho. A realização dos Estágios e TCC junto ao curso de Ecologia segue os regulamentos definidos pela RESOLUÇÃO No 227/2009-CONSEPE, de 03 de dezembro de 2009. À Coordenação do curso e ao NDE cabem a busca contínua por parcerias e celebração de convênios com empresas e órgãos públicos que viabilizem os Estágios em outras instituições diferentes da UFRN, oferecendo uma gama cada vez mais ampla de possibilidades de prática profissional para os alunos. Isso visa estimular o aprimoramento da experiência profissional do aluno respeitando os interesses e aptidões individuais, bem como garantir o princípio da flexibilização curricular. A presente reestruturação da estrutura curricular aprimorou a flexibilização curricular na medida em que suprimiu um Estágio Supervisionado com carga horária de 300 horas, criando dois componentes de Estágio Supervisionado (Estágio Supervisionado I e Estágio Supervisionado II), com 150 horas cada. Além disso, enquanto na estrutura curricular implantada em 2003 o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) era confeccionado e apresentado como parte integrante do Estágio Supervisionado, na estrutura vigente a partir de 2011 o TCC passa a ser uma atividade dissociada do Estágio. O discente pode optar por produzir o TCC a partir do Estágio Supervisionado I ou II, ou ainda, dependendo da natureza do trabalho e do parecer do orientador, produzir o TCC a partir de outro estudo ou pesquisa. A flexibilização na estrutura curricular do curso de Ecologia também é contemplada pela exigência de que o aluno deve cursar 180 horas de disciplinas optativas. Até junho de 2012, temos o total de 51 (cinquenta e uma) disciplinas cadastradas como optativas para a estrutura curricular dos cursos diurno e noturno do curso de Ecologia, incluindo componentes das ciências exatas, biológicas e humanas.

A articulação, durante todo o processo formativo, dos pilares de ensino, pesquisa e de extensão é uma preocupação constante do corpo docente do curso de Ecologia. Neste contexto, desde a implantação do curso no ano de 2003, projetamos o envolvimento dos alunos nos projetos de pesquisa e de extensão desenvolvidos no âmbito da UFRN. Na estrutura curricular implementada em 2011 isto é colocado em prática, por exemplo, já no primeiro nível da estrutura curricular, com a disciplina “Ecologia Geral”, na qual diversos docentes do curso apresentam seus trabalhos de pesquisa associados ao conteúdo programático da disciplina. Esta prática coloca o discente em contato direto com vários professores do curso e possibilita ao aluno o conhecimento dos projetos em andamento e possibilidades de inserção em tais projetos.

A Empresa Junior do curso de Ecologia (ECOSIN Soluções Ambientais; http://www.ecosinsolucoesambientais.blogspot.com.br/) é compreendida no projeto pedagógico como uma oportunidade para a articulação entre teoria e prática, bem como para o envolvimento discente com a extensão. A criação de uma empresa júnior foi uma das sugestões para a melhoria do curso de Ecologia, levantadas em uma avaliação do curso realizada em 2009 pelo colegiado. A ECOSIN foi criada em 18 de novembro de 2010 com os seguintes objetivos: i) contribuir para a formação dos alunos do curso de graduação em Ecologia da UFRN; ii) desenvolver e estimular o perfil empreendedor em seus membros; iii) prestar serviços de qualidade para a sociedade, iv) contribuir com a inserção de práticas profissionais sustentáveis nos serviços prestados e consequentemente, contribuir com a melhoria da qualidade ambiental do estado do Rio Grande do Norte; v) expandir no mercado a visão da UFRN como uma universidade formadora de bons profissionais; v) divulgar o potencial dos bons profissionais em Ecologia que vem sendo formados na UFRN. O colegiado do curso de Ecologia deve acompanhar os trabalhos da empresa júnior por meio de dois tutores, que devem ser professores do curso de Ecologia. Além dos tutores, outros docentes são estimulados a orientar os alunos em trabalhos de prestação de serviço relacionados à ECOSIN. Recomenda-se que as atividades da empresa sejam cadastradas no Sigaa por meio de projetos de extensão ou projetos de pesquisa, em comum acordo e orientação de um docente da UFRN, responsável pela atividade.

Teoria e prática, e ensino e pesquisa são também articulados no curso de Ecologia por meio do estímulo à integração dos discentes aos grupos de pesquisa da UFRN, especialmente aqueles com envolvimento dos docentes do curso. O corpo docente do curso de Ecologia apresenta forte envolvimento com a pesquisa acadêmica e a pós-graduação, oferecendo condições à orientação de alunos em projetos de iniciação científica, seja voluntária ou remunerada com bolsa. O colegiado do curso apóia iniciativas para a participação de alunos em programas específicos para o treinamento científico, como o Programa Ciência Sem Fronteiras fomentado pela CAPES e CNPq.

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Projeto Pedagógico será acompanhado sistematicamente, de forma contínua, pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Ecologia, comissão constituída segundo a RESOLUÇÃO No 124/2011-CONSEPE, de 06 de setembro de 2011. A primeira comissão do NDE do curso de Ecologia foi nomeada pela Portaria 007/2012-CB, de 31/01/2012, e será responsável pelas seguintes ações:
a. Organizar reuniões periódicas com os professores para discutir conteúdos ministrados, programas, metodologias, processo de avaliação das disciplinas no ano letivo.
b. Estimular a participação dos docentes em oficinas e cursos do Programa de Atualização Pedagógica (http://www.portalpap.ufrn.br/), promovidos pela Pró-reitoria de Graduação e Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas, através da divulgação das atividades de interesse entre os docentes do curso.
c. Organizar as orientações acadêmicas, designando professores orientadores para cada turma. Ao fim de cada semestre podem ser necessárias reuniões com alunos e orientadores acadêmicos e possíveis rearranjos podem ser feitos.
d. Fomentar um fórum de discussões na página do curso de Ecologia no Sigaa, no qual os alunos serão estimulados a emitir opiniões e sugestões que possam contribuir para o aprimoramento da estrutura curricular, organização do curso, metodologias utilizadas, dentre outras. O Coordenador do curso será responsável por essa ação, que deverá ser implementada uma vez a cada semestre.
e. Avaliar o desempenho discente nas disciplinas e investigar causas geradoras de grau de sucesso abaixo das expectativas por parte dos alunos matriculados, relativo à frequência ou resultados de avaliação. Para tanto, a comissão de avaliação utilizará ferramentas disponíveis no Sigaa (Relatórios Discentes, Relatório de Matrículas e Trancamentos) para identificar disciplinas nas quais as turmas apresentem resultados abaixo das expectativas. A comissão deverá discutir com o docente responsável pela disciplina quais fatores explicam o elevado grau de insucesso, e sugestões para sanar o problema.
f. Organizar Seminários Pedagógicos periódicos com os alunos (pelo menos uma vez ao ano) para discutir problemas em disciplinas e avaliar processos avaliativos e metodológicos. Para tanto, a coordenação do curso organizará a constituição de uma comissão composta por três membros, sendo pelo menos um membro do NDE. Os demais componentes e poderão ser designados dentre os demais membros do colegiado do curso. No primeiro momento do seminário, discentes e docentes terão a oportunidade de expressar questionamentos gerais ou pontuais sobre componentes curriculares, estrutura do curso, avaliações, ou qualquer outro assunto pertinente ao funcionamento do curso de Ecologia. Neste encontro também serão recebidas sugestões dos alunos.

Através do processo de avaliação contínua pela realização de discussões periódicas com professores pretende-se contribuir para o desenvolvimento da interdisciplinaridade através da integração entre diferentes componentes curriculares, além de reavaliar e eventual existência de sobreposições de conteúdos durante o curso. Para este processo é fundamental a contribuição dos discentes através de discussões com a Coordenação do curso e com os orientadores acadêmicos.

A avaliação contínua do projeto pedagógico será muito importante para identificar possíveis problemas pontuais em componentes curriculares e em suas práticas avaliativas. Desta forma, os Seminários pedagógicos organizados periodicamente serão muito importantes para identificar falhas nos instrumentos avaliativos em disciplinas ministradas. Desta forma será possível corrigir e melhorar as práticas adotadas.

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