Banca de DEFESA: BRUNO RAFAEL MORAIS DE MACEDO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: BRUNO RAFAEL MORAIS DE MACEDO
DATA: 15/12/2014
HORA: 08:30
LOCAL: Centro de Biociências
TÍTULO:

ESPÉCIES ARBÓREAS NATIVAS ORNAMENTAIS DO RIO GRANDE DO NORTE 



PALAVRAS-CHAVES:

arborização urbana; economia; flora nativa; conservação; planejamento urbano 


PÁGINAS: 152
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Recursos Florestais e Engenharia Florestal
RESUMO:

A Caatinga e a Floresta Atlântica apresentam ampla riqueza de espécies, as quais podem atender às exigências para diversos usos. Considerando o atual nível de degradação da vegetação do Rio Grande do Norte, e o crescente uso de espécies exóticas, torna-se urgente a execução de ações que visem a conservação da biodiversidade desses biomas. Nessa perspectiva, utilizar espécies vegetais autóctones na arborização das cidades acaba por se caracterizar em um instrumento de conservação e de valorização da biodiversidade local. Diante desse contexto, o objetivo geral do presente trabalho é reunir e fornecer informações acerca das espécies arbóreas nativas ornamentais no estado com o intuito de fomentar e difundir o seu uso na arborização urbana. Como objetivos específicos o trabalho possui: (1) avaliar e verificar a demanda e os custos de manutenção da arborização urbana nativa e exótica, comparativamente, com base em dados obtidos no estado (Cap. 1); (2) Fornecer uma listagem de espécies arbóreas nativas ornamentais do estado, incluindo espécies com uso já difundido e sugerindo novos elementos com potencial ornamental (Cap. 2); e (3) produzir um guia de espécies arbóreas da flora nativa como um meio de divulgação dos resultados obtidos com conteúdo acessível à sociedade. A análise da manutenção da arborização urbana foi realizada no Campus Central da UFRN, para o levantamento das espécies nativas arbóreas ornamentais foram realizadas expedições a fragmentos vegetais no estado, além de levantamento da literatura especializada. Como resultado, verificou-se evidentes menores custos e menor demanda de serviços para manutenção da vegetação nativa, evidenciando a visível vantagem no uso de uma arborização de composição florística regionalizada. O levantamento das espécies nativas arbóreas ornamentais levou à seleção de 95 espécies distribuídas em 30 famílias, sendo 17 espécies (17,35%) ocorrendo exclusivamente na Caatinga, 27 espécies (25,55%) na Mata Atlântica e mais da metade da riqueza considerada (55,10%) ocorrendo em ambos os biomas, o que proporciona uma diversidade disponível para a composição da arborização urbana, tanto para cidades situadas no domínio da Mata Atlântica (81 spp.) como da Caatinga (71 spp.). A partir desses resultados, elaborou-se uma proposta de manual de reconhecimento e cultivo de árvores nativas, consistindo na etapa inicial no processo de valorização do potencial florístico existente com o intuito de auxiliar o desenvolvimento de uma perspectiva ambiental regionalizada da gestão urbana no estado. 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1813882 - ALICE DE MORAES CALVENTE VERSIEUX
Interno - 1755074 - LEONARDO DE MELO VERSIEUX
Externo à Instituição - MARCELO FREIRE MORO - UNICAMP
Notícia cadastrada em: 26/11/2014 10:44
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