Banca de DEFESA: MARIA LEUCA TEIXEIRA DUARTE

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA LEUCA TEIXEIRA DUARTE
DATA: 25/03/2015
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório B do CCHLA
TÍTULO:

Escola: lugar político da diversidade sexual e de gênero


PALAVRAS-CHAVES:

Escola. Gênero. Diversidade sexual. Preconceito.


PÁGINAS: 231
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Sociologia
SUBÁREA: Outras Sociologias Específicas
RESUMO:

Pretende-se, nesse trabalho, compreender como a escola pública vem se constituindo enquanto instituição do fracasso para diversidade sexual e de gênero. Parte-se do princípio de que o sistema escolar realiza uma operação de classificação social, deixando fora de seus muros quase todos e todas que não dialogam com a “normalidade” heterossexual requerida pela ordem social vigente. Em um primeiro momento, ancoro-me nas vivencias de Profissionais da Educação do Ensino Fundamental da Rede Pública Municipal da cidade do Natal-RN, considerando suas narrativas enquanto resultado das práticas cotidianas, que denunciam as regras que as governam e que as produziram em um contexto mais amplo. Em seguida, procuro estabelecer dialogo com estudantes vítimas de xingamentos, chacotas e maus tratos por não atenderem ao padrão de gênero tido como “normal” a ser vivenciado dentro da escola. Nessa essa etapa da pesquisa, transito em uma Escola Estadual de Ensino Médio do Rio Grande do Norte. A problematização investigativa do trabalho é norteada a partir das seguintes questões: quais desafios precisam ser enfrentados no sentido de reconhecer e garantir a permanência e aprendizagem daqueles e daquelas, desde sempre excluídos do espaço escolar, ou que nele estiveram apenas por breves passagens, sendo logo excluídos por diferenças de orientação sexual e/ou de gênero? Em que ponto a escola se encontra no itinerário de construir uma educação que valorize e reconheça as diferenças sexuais e de gênero?Os objetivos da pesquisa foram: analisar como a escola e seus profissionais lidam com a diversidade sexual e de gênero,investigando quais práticas/fazeres pedagógicos silenciam, congelam e/ou interditam identidades plurais escolarizáveis que continuam fazendo parte da exclusão escolar; verificar como a escola e seus sujeitos atuam na construção de novos sentidos para o aprendizado, para a convivência, para a produção e transmissão de conhecimento diante de “novas” demandas sociais como é o caso da homoafetividade; observar as fissuras que são abertas com a presença e com a voz de estudantes que demandam o reconhecimento de suas existências nesses espaços.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ANTÔNIO VLADIMIR FÉLIX DA SILVA - UnP
Presidente - 1688114 - BERENICE ALVES DE MELO BENTO
Interno - 1352037 - EDMILSON LOPES JUNIOR
Externo à Instituição - JAQUELINE GOMES DE JESUS - UnB
Externo ao Programa - 1169227 - RITA DE LOURDES DE LIMA
Notícia cadastrada em: 23/03/2015 10:24
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