Banca de DEFESA: ISAAC MATIAS - (Retificação)

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.

DISCENTE: ISAAC MATIAS

DATA: 30/08/2010

HORA: 10:00

LOCAL: SALA DE MESTRADO DO UFPA

TÍTULO:

GESTÃO HIBRIDA EM COOPERATIVA DE CRÉDITO: UMA ANÁLISE A PARTIR DO INTERESSE, PARTICIPAÇÃO, SATISFAÇÃO E EXPECTATIVA DOS COOPERADOS DA COOPERUFPA


PALAVRAS-CHAVES:

Gestão. Híbrida. Cooperativismo. Crédito.


PÁGINAS: 206

GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas

ÁREA: Administração

RESUMO:

A globalização  dos mercados tem corroborado para os processos de mudança nas organizações tanto na estrutura como na forma de gestão. Essa dinâmica também foi observada nas cooperativas de crédito, por serem instituições financeiras e por estarem sob as regras do Sistema Financeiro Nacional. Diante do contexto de mudanças organizacionais em que o capital financeiro tem protagonizado, a reforma da gestão tradicional torna-se premente. Nas organizações cooperativas de crédito, dada sua dualidade de objetivo, pois num mesmo ambiente organizacional coexistem  capitalismo e  cooperativismo, cujas lógicas são antagônicas, mas que podem conviver através do equilíbrio entre a racionalidade instrumental e racionalidade substantiva nas cooperativas de crédito. A partir dessa concepção uma nova forma de gestão deve ser pensada para que possa dar conta de contemplar às exigências dos cooperados, comunidade, governo e do mercado. A hibridação que se observou nas práticas de gestão da COOPERUFPA nas dimensões financeira, social e de participação solidária evidenciou uma tendência paradigmática em forma de gestão híbrida, na medida em que de forma direta ou indireta afetaram as decisões gestoras na cooperativa de crédito. A gestão híbrida é uma tendência que vem se configurando na base das transformações societárias, de forma que as cooperativas de crédito promovam ações de bem-estar voltadas para cooperados e comunidade do entorno ao mesmo tempo em que atendam à dinâmica da globalização do mercado. Essas ações, no contexto da gestão híbrida, deverão ser implementadas, pela COOPERUFPA, a partir da sociabilidade das sobras e da ampla difusão da cultura solidária entre cooperados como forma de recuperar sua participação nas relações comerciais, financeiras e de desenvolvimento social coletivo. Para os cooperados da COOPERUFPA o interesse financeiro é evidenciado em maior relevância em relação ao interesse social dada sua relação preponderante como “mero cliente” da cooperativa de crédito, no entanto, a participação proativa dos cooperados à vida da cooperativa de crédito é uma de suas expectativas, pois eles pretendem compartilhar mais do poder de decisão, através das assembléias gerais. Essa passividade dos cooperados da COOPERUFPA na defesa dos ideais cooperativistas ofuscou a disseminação dos princípios e valores do cooperativismo entre eles. Dessa forma sua concepção em relação a COOPERUFPA, na dimensão financeira, social e de democracia solidária,  apresentou-se de forma transversal. A COOPERUFPA, por não desenvolver uma política de educação para o cooperativismo entre seus cooperados, contribuiu para um processo de alienação coletiva dos ideais cooperativistas, uma vez que os cooperados não compreendem a realidade que os envolve como associados de uma organização que tem como missão a sustentabilidade sócio-financeira de seus membros.

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 349130 - MIGUEL EDUARDO MORENO ANEZ
Externo à Instituição - HILKA VIER MACHADO - UEM
Externo à Instituição - MARIA JOSÉ DE SOUZA BARBOSA - UFPA
Notícia cadastrada em: 20/08/2010 16:56
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