Banca de QUALIFICAÇÃO: ALAN SILVA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ALAN SILVA
DATA : 20/03/2026
HORA: 15:00
LOCAL: Videoconferência
TÍTULO:

A abordagem de Eduardo Gramani como uma perspectivas decolonial para o ensino da rítmica: uma pesquisa-ação no programa Global Music da Sibelius Academy


PALAVRAS-CHAVES:

educação musical, decolonialidade, pesquisa-ação, práticas emancipatórias.


PÁGINAS: 70
RESUMO:

A partir de um intercâmbio realizado no programa de música global da Sibelius Academy, esta pesquisa teve como objetivo captar abordagens didáticas para o ensino da música, como foco no elemento rítmico, em uma perspectiva decolonial. A metodologia escolhida foi a pesquisa qualitativa (Gil, 2008; González, 2020; Deslandes et al; 2002; Godoy, 1995; Bresler, 2007) utilizando as abordagens da pesquisa-ação (Thiollent, 1986; Tripp, 2005; Franco, 2005). Sua justificativa diz respeito a contribuir com o cenário da formação de professores(as) para o ensino superior no Brasil em uma perspectiva decolonial, os quais a partir de uma formação híbrida (Zeichner, 2010; Idrus, 2015; Veles, 2023; Whitchurch, 2008) poderão atuar em situações de ensino distintas (Queiroz; Marinho, 2005; Del Ben, 2003). Seu enquadramento teórico permeia o conceito de hibridismo e a teoria de terceiro espaço de Homi K. Bhabha (1989) as concepções decoloniais de Aníbal Quijano (2019) com a perspectiva de que a América Latina se mostra inserida em um novo modelo de poder global. A partir de uma revisão da literatura centrada nas contribuições das duas correntes de pensamento para o campo da música. Esse estudo se aproximou da concepção de “práticas emancipatórias” como cerne para a oferta de um grupo de estudo a partir da série 2-1 de Eduardo Gramani (2013), algo que possibilitou a tentativa de enquadrar o pensamento do referido autor nas concepções decoloniais. Como resultado, a pesquisa pode perceber que, embora os estudos decoloniais no campo da música já se façam presentes, pesquisas que envolvem os aspectos rítmicos ainda se mostram em construção (Bezerra, 2021). Dessa maneira, além de diferentes atividades, o presente estudo torna acessíveis dois jogos rítmicos oriundos da África oriental a fim de contribuir com esse cenário. Medita sobre uma possível caracterização de uma formação musical rítmica que se oponha às concepções eurocêntricas. Concomitantemente, lança um questionamento que diz respeito a uma possível formação musical concentrada na percussão corporal, a qual pode se mostrar promissora para o avanço da perspectiva decolonial no ensino de música no Brasil.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - ***.337.844-** - GIANN MENDES RIBEIRO - UERN
Externo à Instituição - GLEISSON DO CARMO OLIVEIRA
Interno - 1017535 - TIAGO DE QUADROS MAIA CARVALHO
Notícia cadastrada em: 10/03/2026 18:27
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