Redução da Complexidade em Dispositivos de Resgate para a Primeira Fase da Olimpíada Brasileira de Robótica
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O uso da robótica como ferramenta de apoio a atividades educacionais no Brasil ganhou força com a popularização de impressoras 3D de consumo e a promoção de eventos como a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR). Para competir nessa competição, os alunos precisam projetar e construir seus próprios robôs, que devem ser capazes de resolver tarefas de resgate que, na maioria das vezes, exigem pegar uma bola em algum terreno irregular. Este artigo analisa diferentes projetos de garras, tanto ativas (um projeto que utiliza um motor) quanto passivas (um projeto que não utiliza um motor), a fim de avaliar as habilidades e capacidades de cada projeto, na plataforma Um Robô por Aluno (URA). Em seguida, propomos um projeto passivo com eficácia comparável ao projeto ativo, a fim de reduzir a complexidade da construção do robô. Experimentos mostram que a abordagem reduz os pontos de falha e facilita o processo de ensino a um aluno leigo sobre a construção de um robô capaz de superar os desafios propostos pelo desafio da linha de resgate da OBR em seu nível fundamental 1.