Banca de DEFESA: MARIA CLAUDIA LEMOS MORAIS DO NASCIMENTO

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MARIA CLAUDIA LEMOS MORAIS DO NASCIMENTO
DATA : 28/08/2023
HORA: 14:30
LOCAL: Auditório 1 do PPEGd do NEPSA II
TÍTULO:

De Escola Normal a Instituro de Educação no Brasil: uma leitura de espaços compartilhados (1835-1971)


PALAVRAS-CHAVES:

História da Educação. Instituições escolares. Escola Norma.


PÁGINAS: 199
RESUMO:

O Tema desta pesquisa trata sobre a trajetória da Escola Normal no Brasil como estabelecimento de formação de professores primários que passa em suas institucionalidades por longos períodos de um processo de nomadismo brasileiro característico das instituições docentes, em decorrência da falta de uma edificação própria. A investigação insere-se na temática da História das Instituições escolares e fundamenta-se nos pressupostos de Gatti Junior (2002), Magalhães (1996; 1998), Frago (1998, 2001), Escolano (1998). Realizamos a coleta de fontes no acervo do Instituto Superior de Educação Presidente Kennedy, Repositórios online, Legislação, Relatórios de Província, e no acervo disponível da linha de pesquisa Educação, Estudos Sociohistóricos e Filosóficos do Programa de Pós-graduação em Educação/PPGEd/UFRN. Desta feita, tomamos por objetivo de pesquisa: investigar a trajetória das ocorrências de compartilhamento de espaço que passaram as Escolas Normais no Brasil em seu período de nomadismo (1835 – 1971) até adquirir prédio próprio. Em referência ao recorte temporal: 1835 se justifica pelo ato de criação da primeira Escola Normal do Brasil, localizada em Niterói, sede da província, e 1971 em decorrência da Lei 5.692/71 que inicia o processo de extinção das Escolas Normais. A escola normal foi pensada para ser uma instituição de formação de professores de funcionamento em espaço físico adequado, conforme a legislação educacional vigente do final do século XIX e das Reformas da Instrução Públicas Brasileiras. Era de responsabilidade dos governantes a alocação do percentual de orçamento para a educação. No entanto, os governantes provinciais oscilaram por todo o período entre o discurso da valorização da formação do professor e, a prática, que na realidade, não havia meios para realizá-la. Ocasionando, na prática, longos períodos de compartilhamento de espaço com outras instituições e nomadismo persistente sem edificação própria. A falta de um prédio próprio e o processo de compartilhamento de espaço da Escola Normal com outras instituições escolares, dentro do recorte proposto 1835 – 1971 prejudicou o que ficou designado ao espaço físico da escola. A precariedade de instalações inadequadas e condições de funcionamento são apontados tanto em relatórios de presidentes de província, relatórios dos diretores das Escolas Normais, e na bibliografia disponível sobre o tema. Investigar a história da Escola Normal, significa aprofundar importantes cenários sobre a educação do Brasil, em particular da instituição pioneira de formação de professores. Desta feita, analisar a história da Escola Normal, no contexto nacional, é colaborar com a historiografia da educação brasileira.


MEMBROS DA BANCA:
Externa ao Programa - 3144694 - ALINY DAYANY PEREIRA DE MEDEIROS PRANTO - nullExterna à Instituição - FRANCINAIDE DE LIMA SILVA NASCIMENTO - IFRN
Externo à Instituição - JOSE MATEUS DO NASCIMENTO - IFRN
Externa à Instituição - LUCIENE CHAVES DE AQUINO - UFPB
Presidente - 1149455 - MARIA INES SUCUPIRA STAMATTO
Interna - 2527711 - OLIVIA MORAIS DE MEDEIROS NETA
Interno - ***.306.895-** - ALDA MARIA DUARTE ARAÚJO CASTRO - null
Notícia cadastrada em: 10/08/2023 11:50
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