Banca de DEFESA: RENATO DE SOUZA ARRUDA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : RENATO DE SOUZA ARRUDA
DATA : 09/03/2017
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do Laboratório de Geofísica Aplicada - UFRN
TÍTULO:

ANÁLISE DE VULNERABILIDADE INTRÍNSECA DO AQUÍFERO BARREIRAS A PARTIR DE DADOS HIDROGEOFÍSICOS - ÁREA DO BAIXO CURSO DO RIO MAXARANGUAPE-RN


PALAVRAS-CHAVES:

Vulnerabilidade intrínseca; hidrogeofísica; GOD; AVI; Condutância Longitudinal; Aquífero Barreiras; Bacia do Rio Maxaranguape-RN, Brasil.


PÁGINAS: 117
RESUMO:

A avaliação integrada de vulnerabilidade intrínseca de um aquífero constitui uma ferramenta de suma importância como subsídio ao estabelecimento de políticas públicas de preservação, proteção e uso hidroambiental sustentável de um manancial subterrâneo. Nesse aspecto, o presente trabalho teve como escopo principal a elaboração de mapeamentos de vulnerabilidade a partir de dados hidrogeofísicos, objetivando a identificação e delimitação de subáreas com diferentes graus de proteção associados com diferentes vulnerabilidades do Aquífero Barreiras, na área do baixo curso do Rio Maxaranguape, nordeste do Brasil. Esses mapeamentos foram elaborados mediante as metodologias Condutância Elétrica Longitudinal, GOD (G - natureza do aquífero, O - litologia da zona não saturada, D - profundidade do nível d’água) e do Índice de Vulnerabilidade do Aquífero (AVI), as quais são fundamentadas em parâmetros litológicos, hidráulicos e geoelétricos, além da espessura da zona não saturada. Os resultados obtidos mostram que os domínios delimitados por índices de vulnerabilidade são aproximadamente concordantes entre si. Em linhas gerais, as classes de vulnerabilidades moderada, alta a extremamente alta, abrangem quase a totalidade da área, delineando tanto a faixa central como a porção norte e sul da área investigada, conforme valores inferiores a 3 do log c e 5 mS, nas metodologias AVI e de Condutância Longitudinal, respectivamente; e magnitudes superiores a 0.4, segundo a metodologia GOD. Nesse sentido, a área de estudo exibe substancial sensibilidade à contaminação de suas águas subterrâneas, decorrente essencialmente do cenário de ocorrência de formações sedimentares de elevada permeabilidade e reduzidas profundidades do nível freático, facilitando a percolação de eventuais cargas contaminantes no sentido do aquífero.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 2149478 - JOSE BRAZ DINIZ FILHO
Presidente - 1714488 - LEANDSON ROBERTO FERNANDES DE LUCENA
Externo à Instituição - VALTER ANTONIO BECEGATO - UDESC
Notícia cadastrada em: 21/02/2017 13:29
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