Banca de QUALIFICAÇÃO: RENALY DOS SANTOS NERI

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : RENALY DOS SANTOS NERI
DATA : 13/12/2017
HORA: 14:00
LOCAL: Auditório do Nupprar
TÍTULO:

Avaliação da eficiência de um extrato vegetal frente à corrosão em aço-carbono AISI 1020 em meio salino


PALAVRAS-CHAVES:

Corrosão, Inibidor de corrosão, Tensoativos, Extrato


PÁGINAS: 97
RESUMO:

Os impactos negativos da corrosão são frequentes e ocorrem nas mais variadas atividades. Os tensoativos vêm sendo alvo de interesse como inibidores de corrosão, pois funcionam como películas protetoras sobre áreas anódicas e catódicas. Apesar de eficientes no controle da corrosão, alguns possuem elevado custo, além disso, a grande maioria é tóxica ao meio ambiente, tornando seu uso questionável. De modo a atender a crescente demanda por inibidores de corrosão sustentáveis, este trabalho teve como objetivo a investigação da ação inibitória de um extrato hidroalcoólico da espécie vegetal Ouratea Parviflora, popularmente conhecida como Batiputá. O extrato foi avaliado de forma livre e em um sistema microemulsionado em diferentes concentrações quanto à eficiência de inibição à corrosão em meio salino (NaCl 3,5%), utilizando método de Resistência de Polarização Linear; determinando-se também o comportamento e a isoterma do processo de adsorção metal/inibidor. De acordo com os resultados obtidos, as eficiências máximas de inibição foram 67.70% (12,5 ppm), 77.94% (200 ppm) e 85.66% (200 ppm) para o extrato hidroalcoólico livre, sistema microemulsionado salino (SME-S) e sistema microemulsionado salino com extrato de Batiputá (SME-S-EB), respectivamente. O (SME-S) apresentou eficiência máxima na concentração de (200 ppm), porém com a solubilização do extrato já alcança um valor considerável de 81.86% a (25 ppm). Com relação ao processo de adsorção, os dados experimentais de todos os inibidores testados se ajustaram a isoterma de Langmuir. De acordo com os dados calculados de energia livre de Gibbs foi detectada a espontaneidade com que os inibidores se adsorvem sobre a superfície do aço, sugerindo que a formação do filme ocorre por adsorção física do inibidor sobre o metal. O estudo da síntese dos inibidores sob o viés da sustentabilidade confirmou que estas novas formulações podem ser consideradas como sustentáveis, pois utilizam matérias-primas biodegradáveis, não tóxicas e de recursos renováveis. Os resultados mostram que os sistemas podem ser utilizados como fontes alternativas na formulação de inibidores de corrosão.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 348475 - DJALMA RIBEIRO DA SILVA
Interno - 347057 - TEREZA NEUMA DE CASTRO DANTAS
Externo à Instituição - CÁTIA GUARACIARA FERNANDES TEIXEIRA ROSSI - FANEC
Notícia cadastrada em: 06/12/2017 16:52
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