Banca de DEFESA: ANDRESA JACIANE CABRAL DE LIMA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANDRESA JACIANE CABRAL DE LIMA
DATA: 10/03/2015
HORA: 09:00
LOCAL: sala de treinamento do Nuper
TÍTULO:

Desativação e regeneração de catalisadores zeolíticos (HY e HZSM-5) utilizados em Craqueamento Catalítico Fluidizado – FCC


PALAVRAS-CHAVES:

Desativação e regeneração de catalisadores. HZSM-5. HY. Teste de micro-atividade (MAT).


PÁGINAS: 93
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia Química
RESUMO:

O uso de catalisadores é de fundamental importância para indústria petrolífera, tendo em vista que eles reduzem o tempo e a energia necessários para que uma reação aconteça, melhorando a eficiência e a qualidade dos produtos. Em contra partida os mesmos acabam sofrendo desativação, que pode ser ocasionada por vários fatores, tais como: envenenamento dos sítios ativos por metais, sinterização e pela formação de coque, no qual provoca obstrução nos poros causando assim a perda da fase ativa do material. Após vários ciclos de uso e regeneração, os catalisadores são dispostos na natureza tornando-se assim um grave problema ambiental. Diante dessa problemática o presente trabalho teve como objetivo desativar e regenerar zeólitas ácidas dos tipos HZSM-5 e HY, a fim de comparar o comportamento das mesmas através das técnicas de: difratometria de Raios-X, Adsorção de Desorção de n-butilamina, Análises Termogravimétricas (TG/DTG) e espectroscopia na região do infravermelho com transformada de Fourier. A desativação foi realizada em um reator de microatividade adaptado. Após a reação foram obtidos os catalisadores desativados, e posteriormente realizada a regeneração em um forno tipo mufla. Através das curvas termogravimétricas de dessorção de n-butilamina foi observado um aumento considerável na densidade de sítios ácidos médios da HZSM-5, provavelmente novos sítios de adsorção foram gerados durante a regeneração. Observou-se também, que a zeólita HZSM-5 apresentou cerca de 8% de coque, enquanto que a HY apresentou 18%, essa maior porcentagem se deu pelo fato da zeólita faujasita (FAU) ser mais ácida, e consequentemente promover mais reações, por tanto maior formação de coque. O coque formado em ambas as zeólitas tanto tiveram caráter alifáticos como aromáticos.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 2140818 - AMANDA DUARTE GONDIM
Externo à Instituição - ANA CATARINA FERNANDES CORIOLANO - UnP
Presidente - 350509 - ANTONIO SOUZA DE ARAUJO
Notícia cadastrada em: 26/02/2015 17:23
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