Terminação intensiva à pasto de ovinos Santa Inês manejados em capim-Massai recebendo suplementação com diferentes fontes de proteína
Carcaça, carne ovina, etanol de milho, ovinocultura.
Os sistemas de produção de ovinos praticados no Nordeste são majoritariamente desenvolvidos a pasto e, em virtude de fatores múltiplos, dentre os quais a composição das pastagens tropicais se destaca, a expressão máxima do potencial genético animal é limitada. A suplementação concentrada pode contribuir para o incremento do desempenho de ovinos mantidos a pasto, contudo, a adoção da técnica pelo produtor depende da atratividade econômica e da viabilidade. Assim, em virtude da representatividade dos custos da fração proteica dos concentrados, especula-se que fontes alternativas de proteína possam ser economicamente mais atrativas, favorecendo a viabilidade econômica da terminação. Com isso, o trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos da fonte de proteína sobre o consumo, desempenho, bioeconomicidade e características de carcaça de ovinos a pasto. O experimento foi conduzido na área experimental do Grupo de Estudos em Forragicultura e Produção de Ruminantes (GEFORP), localizado na Escola Agrícola de Jundiai, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Foram utilizados 32 ovinos machos da raça Santa Inês, com peso inicial médio de 31,0 ± 7,7 kg, distribuídos em um delineamento experimental inteiramente casualizado com quatro fontes de proteína como principal ingrediente do suplemento concentrado: DDG, farelo de glúten de milho 21, farelo de algodão e farelo de soja, resultando em 8 repetições por tratamento experimental.