Projeto Pedagógico do Curso


A reestruturação curricular do curso bacharelado em Engenharia de Alimentos obedece a Resolução nº 2, de 24 de abril de 2019 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia e a Resolução CNE/CES nº1, de 26 de março de 2021 que altera o Art. 9°, § 1º da Resolução CNE/CES 2/2019 e o Art. 6°, § 1º da Resolução CNE/CES 2/2010. Como trata o Art.3º da Resolução, o Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. 


O curso forma profissionais com conhecimentos necessários para: desenvolver, executar e controlar projetos de instalação ou expansão de indústria de alimentos; aproveitar, de maneira racional, as matérias-primas agropecuárias e da pesca; conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos no campo da indústria alimentícia; dentre outras habilidades e competências.



A Resolução nº 2, de 24 de abril de 2019 no Art. 4º estabelece que o curso de graduação em Engenharia deve proporcionar aos seus egressos, ao longo da formação, as seguintes competências e habilidades básicas (CB):

  • CB-1: formular e conceber soluções desejáveis de engenharia, analisando e compreendendo os usuários dessas soluções e seu contexto;

  • CB-2: analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos por meio de modelos simbólicos, físicos e outros, verificados e validados por experimentação;

  • CB-3: conceber, projetar e analisar sistemas, produtos (bens e serviços), componentes ou processos;

  • CB-4: implantar, supervisionar e controlar as soluções de Engenharia;

  • CB-5: comunicar-se eficazmente nas formas escrita, oral e gráfica;

  • CB-6: trabalhar e liderar equipes multidisciplinares;

  • CB-7: conhecer e aplicar com ética a legislação e os atos normativos no âmbito do exercício da profissão;

  • CB-8: aprender de forma autônoma e lidar com situações e contextos complexos, atualizando-se em relação aos avanços da ciência, da tecnologia e aos desafios da inovação.


Com base nessas novas diretrizes nacionais para os cursos de engenharia e no documento de apoio ao Enade que dispõe sobre o componente específico para a área de alimentos e nas competências já existentes nos PPC’s anteriores do curso, o NDE traçou as competências e habilidades gerais e específicas que precisam ser trabalhadas ao longo do currículo do curso para atingir o perfil do egresso desejado. 


Neste contexto, o curso de Engenharia de Alimentos da UFRN se propõe a formar Engenheiros de Alimentos com conhecimentos necessários para o desenvolvimento das seguintes competências gerais e específicas: 


Competências e habilidades gerais (CG)

  • CG1: desenvolver, executar e controlar projetos de instalação ou expansão de indústrias de alimentos; 

  • CG2: projetar, dimensionar, selecionar e desenvolver equipamentos industriais;

  • CG3: aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais, na sua prática, no campo da engenharia de alimentos; 

  • CG4: projetar, conduzir experimentos e interpretar resultados de interesse da indústria alimentícia; 

  • CG5: conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos no campo da indústria alimentícia; 

  • CG6: planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia de alimentos; 

  • CG7: identificar e resolver problemas de engenharia de alimentos, gerando soluções criativas e viáveis, técnica e economicamente;

  • CG8: desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas, tecnologias e técnicas de interesse da indústria alimentícia; 

  • CG9: supervisionar a operação e a manutenção de sistemas industriais do setor alimentício;

  • CG10: comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;  

  • CG11: atuar em equipes multidisciplinares, trabalhando de forma proativa e colaborativa, com ética e responsabilidade profissional;

  • CG12: avaliar o impacto das atividades da engenharia de alimentos no contexto social e ambiental;  

  • CG13: avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;  

  • CG14: desenvolver atividades de auditoria, consultoria e assessoria em áreas afins;

  • CG15: atuar em órgãos reguladores da área de competência, aplicando a legislação vigente com ética e responsabilidade profissional;

  • CG16: assumir atitude investigativa e autônoma de aprendizado com postura de permanente busca por novos conhecimentos e atualização profissional. 


Competências e habilidades específicas (CE)

  • CE1: aproveitar, de maneira racional, as matérias-primas agropecuárias e da pesca;

  • CE2: responsabilizar-se pela operação de unidades industriais de processamento de alimentos, desenvolvimento de novos produtos alimentícios e processos para sua fabricação, e planejamento de controle de qualidade em indústrias de alimentos;

  • CE3: ser capaz de propagar o conhecimento e a informação para futuros engenheiros, colegas de profissão e demais profissionais envolvido no contexto de atuação;

  • CE4: fiscalizar e vistoriar a manipulação dos alimentos e bebidas de acordo com a legislação vigente visando a segurança alimentar;

  • CE5: atuar na implantação, manutenção e operação de sistemas de gestão da qualidade.


As competências aqui descritas, encontram-se detalhadas nos Quadros 1 e 2 do Anexo II do Projeto Pedagógico do Curso. Nos referidos quadros, encontram-se descritas também as habilidades, componentes curriculares associados, atividades acadêmicas e diretrizes de avaliação de cada uma das competências aqui mencionadas.



O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Alimentos foi reestruturado observando a Resolução nº 2, de 24 de abril de 2019, que Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia e levando em consideração aspectos específicos dos discentes que ingressam no curso e a Resolução CONSEPE Nº 048/2020 que aprova a política de melhoria da qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação oferecidos pela UFRN, de 08 de setembro de 2020. 


A articulação entre teoria e prática nos componentes curriculares do curso de Engenharia de Alimentos é estabelecida ao longo de diversos componentes, sob a forma de trabalhos práticos relacionados às matérias. A intensificação de visitas técnicas é recomendada como forma de ver na prática o conteúdo ministrado em sala de aula. Além disso, vários componentes curriculares possuem aulas práticas onde o aluno pode melhor desenvolver suas habilidades. No contexto mais amplo, a integração entre prática e teoria se dá também através do Estágio Supervisionado e do Trabalho de Conclusão de Curso, sendo que ambos são apresentados aos demais alunos do curso.


Para atender ao perfil desejado do egresso, observa-se no currículo uma característica de interdisciplinaridade contempladas em três núcleos (básico, específico e profissional). Para a formação de uma base sólida de conhecimentos da Engenharia, o núcleo básico é formado por componentes curriculares da matemática, física, química, entre outros, que posteriormente terão conteúdos aplicados em componentesdo núcleo específico contemplando os componentes obrigatórios para todas as engenharias como Fenômenos de Transporte e Operações Unitárias. Os componentes do núcleo profissional são inseridos para distinguir as atribuições do Engenheiro de Alimentos, como as tecnologias e processos aplicados especificamente na área de alimentos. Para que ocorra esta interdisciplinaridade, a coordenação e os docentes do curso devem procurar desenvolver discussões a cada semestre para esclarecimentos, adaptações e necessidade de complementações entre os conteúdos. 


As atividades práticas e de laboratórios, conforme previstos na DCN 2/2019, serão contempladas conforme apresentado no Quadro 4 abaixo:


Quadro 4 - Componentes com atividades práticas e laboratoriais

Laboratórios 

Código/Nome dos Componentes 

Laboratório de Operações Unitárias

DEQ0314 - Operações Unitárias Experimental - 60h 

Laboratório de Fenômenos de Transporte

DEQ0626 - Fenômenos de Transporte Experimental – 60h

Laboratório de Termodinâmica

DEQ0625 - Termodinâmica Experimental - 60h

Laboratório de Controle de Qualidade e Microbiologia de alimentos

DEQ0628 - Tecnologia de Embalagens – 10h 

DEQ0610 - Controle de Qualidade na Indústria de Alimentos-10h 

DEQ0602 – Microbiologia dos alimentos – 15h

Laboratório de Análise Sensorial de Alimentos

DEQ0622 - Análise Sensorial de Alimentos – 30h

DEQ0026 – Tecnologia de carnes e derivados - 15h

Laboratório de Compostos Bioativos

DEQ0629 - Tecnologia do Leite e Derivados – 15h

DEQ0632 - Compostos Bioativos em Alimentos – 15h

Laboratório de Bioprocessos

DEQ0630 - Tecnologia de Bebidas – 25h

DEQ0366 – Tecnologia das Fermentações – 25h

DEQ0020 - Tecnologia de Alimentos de Origem Vegetal - 10h

Laboratório de Processos de Separação em Alimentos

DEQ0627 - Estudos Avançados de Termodinâmica do Equilíbrio em Alimentos - 15h

Laboratório de Engenharia Ambiental e Controle de Qualidade

DEQ0350 – Controle de Qualidade de águas – 45h

Laboratório Farmácia

FAR0058 - Análise de Alimentos – 30h

Laboratório de Física 

FIS0821 - Laboratório de Física I - 30h

Laboratório EAJ

DEQ0618 – Tecnologia de Pescados - 10h

Instituto de Química

QUI0111 - Química Analítica Aplicada – 60h

Laboratório de Informática

DIM0319 - Algoritmo e Programação de Computadores – P – 30h


AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM


As avaliações da aprendizagem no curso de graduação em Engenharia de Alimentos são realizadas de forma a se verificar o desenvolvimento dos conhecimentos e habilidades, versando sobre os objetivos e conteúdos propostos no programa do componente curricular. O tipo de instrumento utilizado pelo professor para avaliação da aprendizagem considera a sistemática de avaliação definida no projeto pedagógico do curso, de acordo com a natureza do componente curricular e especificidades da turma.


Constituem instrumentos de avaliação no Curso: provas e exames individuais, sendo que pelo menos em uma das unidades é obrigatória a realização de uma avaliação escrita realizada individualmente e de forma presencial) e trabalhos em grupo (relatórios, apresentações orais, seminários, projetos, exercícios de fixação). Cadacomponente curricular apresentará a forma de avaliação compatível com as competências/habilidades que pretende oportunizar ao aluno.


No contexto do Curso de Engenharia de Alimentos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), entende-se a avaliação como um processo através do qual se evidencia a consecução ou não dos objetivos propostos. Portanto, não deve ficar restrita à medição ou quantificação do desempenho final do aluno, por meio de instrumentos padrões; ela envolve, também, uma análise do próprio processo ensino-aprendizagem, no qual todos os momentos passam a ser importantes. Consequentemente, mesmo resguardadas as especificidades próprias à natureza dos componentes curriculares, a avaliação adquire papel fundamental no estabelecimento de pontos estratégicos para o planejamento de novos mecanismos e instrumentos que, aplicados, oportunizem ao aluno o desenvolvimento das competências/habilidades que compõem o perfil do egresso.


Na avaliação, serão considerados os progressos que o aluno alcançar, bem como aqueles aspectos que merecem maior investimento, na tentativa de superar eventuais dificuldades. Desse modo, além da sua função de classificação ou de promoção, em que se consideram os desempenhos bem-sucedidos e também aqueles menos satisfatórios, a avaliação terá a finalidade de diagnóstico, a partir do que poderão ser planejadas situações visando ao alcance dos objetivos e ao desenvolvimento das competências e habilidades desejadas.


Conforme os objetivos do Curso, a natureza dos diferentes componentes curriculares e a concepção metodológica proposta, o processo de avaliação do desempenho discente deverá: a) incluir instrumentos que permitam identificar a aplicação/potencialização dos conhecimentos adquiridos pelo aluno, na solução de situações-problema propostas e b) prover os futuros profissionais de mecanismos e recursos que lhes possibilitem realizar as aprendizagens em níveis crescentes de desenvolvimento e complexidade. 


Ressalta-se ainda que a aplicação de avaliações sistemáticas é incentivada desde o começo da oferta do componente curricular para evitar que eventuais obstáculos sejam detectados apenas tardiamente. 


Como regra geral, os resultados de cada procedimento e instrumento de avaliação deve ser discutido junto aos estudantes, esclarecendo as dúvidas relativas às notas, aos conhecimentos, as habilidades, aos objetivos e aos conteúdos avaliados. Desta forma, é possível para os alunos obter um retorno do seu desempenho, não apenas através da quantificação matemática. O desempenho final do aluno deverá ser expresso com base na legislação vigente na UFRN.

 

 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO


A Coordenação do Curso de engenharia de Alimentos em conjunto com o Núcleo Docente Estruturante (NDE), sempre que necessário, solicita ajuda da Comissão Própria de Avaliação – CPA, exemplo em 2012 para a preparação do Reconhecimento do Curso e conta também com a orientação Didático-Pedagógica da PROGRAD, por meio da Diretoria de Desenvolvimento Pedagógico (DDPed), como neste momento, para a elaboração do atual Projeto Pedagógico e Reestruturação Curricular do Curso. Também é realizado anualmente a Semana de Avaliação e Planejamento (SAP) do curso em acordo com a Resolução Nº 048/2020-CONSEPE, de 08 de setembro de 2020 que aprova a política de melhoria da qualidade dos cursos de graduação e de pós-graduação oferecidos pela UFRN, bem como a elaboração e implementação do Plano de Ação Trienal dos Cursos de Graduação (PATCG).


O NDE do curso de Engenharia de Alimentos foi implantado no ano de 2012e é constituído por, 5 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente do curso (com titulação acadêmica de doutor), incluído o coordenador do curso, que atua como presidente. O NDE é o órgão consultivo responsável pela concepção, consolidação e atualização do Projeto Pedagógico do Curso. Além disso, são atribuições do NDE: zelar pelo cumprimento das diretrizes curriculares nacionais para o curso de graduação; indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de atividades de iniciação científica e extensão; levantar dificuldades na atuação do corpo docente do curso, que interfiram na formação do perfil profissional do egresso; zelar pela regularidade e qualidade do ensino ministrado pelo Curso; sugerir providências de ordem didática, científica e administrativa que se entendam necessárias ao desenvolvimento das atividades do Curso e promover o pleno desenvolvimento da estrutura curricular do curso. Desde que foi criado, o NDE se reuni ordinariamente por convocação de iniciativa de seu Presidente pelo menos uma (1) vez por semestre, e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus membros titulares. As condições de infraestrutura física e de pessoal para o funcionamento pleno do curso e desempenho das atividades acadêmicas, com previsão de possíveis necessidades de capacitações, caso necessário, também são levados em conta no processo de avaliação do projeto pedagógico.


O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), tem como objetivo aferir o desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, e as habilidades e competências em sua formação. O curso de Engenharia de Alimentos da UFRN vem sendo avaliado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Em 2011 obteve Conceito 4 (quatro), em 2014 o Conceito 3 (três), em 2017 o Conceito 4 (quatro) e em 2019 obteve o Conceito 3 (três).  Os resultados das avaliações acadêmicas realizadas por meio do ENADE são levados em conta quando do planejamento de ações acadêmicas relativas à graduação.


Desde o início do ano de 2018 o curso de Engenharia de Alimentos se esforça para atender à Resolução nº 181 de 14 de novembro de 2017, que estabelece o Plano de ação trienal dos cursos de graduação (PATCG). Este plano propõe estratégias para o enfrentamento das fragilidades e encaminhamentos de melhorias do indicador ENADE para os cursos de graduação. Para elaboração do PATCG do curso de Engenharia de Alimentos o NDE e o colegiado do curso levantaram informações sobre as potencialidades e fragilidades do curso, bem como realizaram análises dos relatórios das provas do ENADE realizadas pelos alunos do curso, de forma a obter dados para estabelecer metas de melhorias constantes. Além disso, as informações vindas dos estudantes, especialmente através do CA, são levadas em consideração para a elaboração de estratégias de melhorias do curso. As propostas de melhorias e metas estabelecidas no PATCG do curso devem ser constantemente acompanhadas e revisadas pelo Colegiado/NDE, sempre contanto com a participação dos discentes.


No ano de 2017 o Colegiado/NDE do curso estabeleceu uma estratégia para melhoria do indicador ENADE daquele ano. Para tanto, a Coordenação coletou e disponibilizou materiais de exames anteriores para que os discentes compreendessem o formato e a extensão da prova. Posteriormente foram realizados os “SEMINÁRIOS ENADE”, que foram ministrados pelas professoras do curso de Engenharia de Alimentos e Engenharia Química. Estas professoras fizeram uma análise de todas as provas e durante o seminário, cada uma delas, ao seu estilo, levou informações, conceitos, revisões e correções de questões para serem discutidas com os alunos com o intuito de prepará-los para a prova. Foi ainda estabelecido que, sempre que possível, nas avaliações ou em sala de aula, os alunos utilizem questões com a mesma estrutura das questões do ENADE, pois o formato desta prova é bastante particular e deve ser bem compreendido pelo aluno.


Foi ainda discutido com os alunos a importância da realização da prova tanto para o aluno como para a instituição. Todas as informações do edital do ENADE foram enviadas para todos os alunos e todas as ações propostas pela PROGRAD foram contempladas. Esta estratégia gerou motivação entre os alunos e, certamente, teve repercussão na elevação do conceito ENADE que estava em 3,0 em 2014 e subiu para 4,0 em 2017. Desta forma, o Colegiado/NDE estabeleceu este padrão de preparo para as próximas avaliações dos alunos de Engenharia de Alimentos no ENADE. Neste ano, novos compromissos foram firmados com o intuito de continuar a melhoria da qualidade do curso de Engenharia de Alimentos descritos no PATCG-2022 e que vem sendo implementado e avaliado constantemente.


A avaliação da docência na UFRN é realizada de forma sistemática semestralmente, a fim de promover o levantamento contínuo de informações acerca da atuação didática e da postura profissional do professor, do componente curricular no contexto do curso e da infraestrutura disponibilizada para o ensino de graduação. Além disso, a avaliação da docência traz informações críticas sobre os processos e resultados do ensino aos gestores, professores e alunos e possibilita a tomada de decisões e a implementação de ações que resultem em melhoria da qualidade acadêmica através da participação de cursos e oficinas de atualização pedagógica, com curta duração e capacitação específica para o corpo docente. São ainda incentivados os programas de monitoria, como também as atividades de extensão e de pesquisa.


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