Banca de DEFESA: HUGO COSTA NETO

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : HUGO COSTA NETO
DATA : 28/02/2020
HORA: 14:30
LOCAL: AUDITÓRIO DO DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA
TÍTULO:

O CRIPTO-1 É UM POTENCIAL BIOMARCADOR PARA O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DAS LESÕES FIBRO-ÓSSEAS DOS MAXILARES.



PALAVRAS-CHAVES:

displasia fibrosa monostótica; fibroma ossificante; diagnóstico diferencial; imuno-histoquímica.


PÁGINAS: 50
RESUMO:

O termo lesão fibro-óssea dos maxilares (LFOM) é uma designação inespecífica para um grupo de distúrbios caracterizados, morfologicamente, pela substituição do tecido ósseo por uma matriz de tecido conjuntivo fibrosa, a qual exibe neoformação de tecido ósseo com diferentes graus de mineralização. O diagnóstico preciso das LFOM não é fácil e só pode ser realizado após uma análise minuciosa dos aspectos clínicos, radiológicos e histológicos. No entanto, deve-se admitir que alguns casos desafiam a exatidão na emissão do diagnóstico. Considerando a diversidade do comportamento biológico das lesões e as pesquisas sobre a identificação de potenciais marcadores moleculares, o objetivo deste trabalho foi realizar uma análise imuno-histoquímica do cripto-1 (CR-1) e da β-catenina em uma série de casos diagnosticados microscopicamente como displasia fibrosa (DF) (n=30), fibroma ossificante central (FOC) (n=28) e osteossarcoma (OS) (n=5) armazenados nos arquivos do Serviço de Anatomia Patológica Oral de uma população brasileira. As expressões imuno-histoquímicas foram analisadas através de escore imunorreativo. Os dados obtidos foram inseridos em um arquivo do software Microsoft Excel® e, posteriormente, analisados no software Statistical Package for Social Science. Para todos os testes estatísticos utilizados, o nível de significância foi estabelecido em 5% (p<0,05). O CR-1 exibiu predominância de um padrão fortemente positivo para os casos de FOC e OS, e do padrão moderado para os casos de DF (p<0,001). A β-catenina exibiu predominância do padrão negativo para os casos de FOC e DF, e do padrão fortemente positivo para os casos de OS (p=0,001). O teste de correlação de Spearman revelou correlação positiva entre os escores imunorreativos de CR-1 e β-catenina. Os resultados desta pesquisa sugerem a participação do CR-1 na patogênese do FOC e OS, assim como o uso dessa proteína como potencial biomarcador molecular para o diagnóstico diferencial de LFOM.


MEMBROS DA BANCA:
Externa à Instituição - ANA LUIZA DIAS LEITE DE ANDRADE - UNIFAL-MG
Interna - 2492713 - ERICKA JANINE DANTAS DA SILVEIRA
Presidente - 350485 - HEBEL CAVALCANTI GALVAO
Externo à Instituição - MANUEL ANTONIO GORDON NUNEZ - UEPB
Interna - 350484 - ROSEANA DE ALMEIDA FREITAS
Notícia cadastrada em: 12/02/2020 16:24
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