Banca de DEFESA: SAMUEL DE LIMA CIPRIANO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : SAMUEL DE LIMA CIPRIANO
DATA : 20/02/2026
HORA: 10:00
LOCAL: Departamento de Educação Física / Universidade Federal do Rio Grande do Norte
TÍTULO:

  

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NUMA PERSPECTIVA INCLUSIVA: CONCEPÇÕES E EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE BOM JESUS-RN


PALAVRAS-CHAVES:

Educação Física Escolar; Deficiência Intelectual; Inclusão; Escuta Ativa; Experiências; Interação Social.


PÁGINAS: 91
RESUMO:

Esta dissertação investigou as concepções e experiências de alunos com Deficiência Intelectual (DI) nas aulas de Educação Física Escolar (EFE) em Bom Jesus-RN, analisando desafios e possibilidades. A pesquisa, de abordagem descritivo-qualitativa, utilizou a Análise de Conteúdo de Bardin (2004) para explorar as perspectivas de cinco alunos com DI (nível leve ou moderado) do Ensino Fundamental II. Foram conduzidas entrevistas semiestruturadas, com adaptações para assegurar clareza e conforto dos participantes. A análise dos dados gerou três categorias temáticas: "Percepção e afetividade em relação à EFE", "Experiências e participação nas aulas de EFE" e "Interação social e suporte no contexto da EFE". Os resultados indicaram que a EFE é majoritariamente percebida como uma disciplina prazerosa, associada a sentimentos de alegria, animação e bem-estar, sendo frequentemente designada como "aula favorita". Os alunos também demonstraram conscientização sobre os benefícios da EFE para a saúde física e mental, percebendo-a como um elemento de "alívio" na rotina escolar. Quanto às experiências e participação, observou-se clara preferência por esportes coletivos, jogos populares e um desejo por diversificação de modalidades. Contudo, foram identificados desafios significativos, como limitações físicas (lesões) e dificuldades cognitivas na compreensão de comandos, as quais impactam a participação efetiva. A percepção da dificuldade das aulas variou entre "fácil" e "mediana", sugerindo a necessidade de um equilíbrio pedagógico ajustado. A interação social e o suporte emergiram como pilares fundamentais, evidenciando uma preferência unânime por atividades "em grupo", justificada pela percepção de que a prática individual "não é muito boa". O suporte de professores e colegas foi considerado crucial; todavia, a intermitência desse apoio, mencionada por um participante, aponta para lacunas no processo inclusivo. Em síntese, a dissertação conclui que a EFE é vital para o desenvolvimento integral de alunos com DI, promovendo bem-estar, socialização, autoestima e autonomia.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1714249 - MARIA APARECIDA DIAS
Interno - 1278591 - AGUINALDO CESAR SURDI
Interno - 2626634 - PAULO MOREIRA SILVA DANTAS
Externa à Instituição - MICHELE PEREIRA DE SOUZA DA FONSECA - UFRJ
Notícia cadastrada em: 04/02/2026 12:18
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