Banca de QUALIFICAÇÃO: MAURÍCIO TOLSTOI DOS SANTOS FERREIRA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MAURÍCIO TOLSTOI DOS SANTOS FERREIRA
DATA : 02/03/2026
HORA: 15:00
LOCAL: videoconferência
TÍTULO:

RISCOS HÍBRIDOS NO RIO GRANDE DO NORTE: MAPEAMENTO E MONITORAMENTO


PALAVRAS-CHAVES:

Enchentes. Inundações. Planície de Inundação. Riscos Híbridos. Desastres. Mapeamento. Monitoramento. Resiliência.


PÁGINAS: 50
RESUMO:

Durante as últimas décadas o tempo de recorrência entre desastres têm sido um fator preponderante, para a definição de políticas mitigatórias, nesse sentido, diversos são os tipos de desastres como as secas, queimadas, enchentes, inundações, movimentos de massa e aumento do nível do mar. Que afetam as sociedades humanas.Ao redor do planeta as cidades estão começando a se adaptar de alguma forma para as mudanças climáticas, no Brasil são exemplos de resiliência Salvador (Bahia) e Rio de Janeiro (RJ) (UNDRR, 2026). Grande parte desses eventos extremos desencadeia relativas perdas humanas, sociais e econômicas. No Brasil diversos são os desastres registrados por ano, com diversas vítimas e impactos socioeconômicos dos mais diversos, nesse sentido, durante o ano de 2022, durante o evento de um Distúrbio Ondulatório de Leste (DOL), choveu no Nordeste durante três dias acima da média esperada, o que provocou uma série de desastres em vários municípios do Nordeste localizados em Pernambuco, Sergipe, Paraíba, Alagoas e Rio grande do Norte. Ao todo, foram registradas 132 mortes e mais de 15 mil desabrigados (G1, 2025). Fato é que à medida que o tempo passa, tais desastres se tornaram banalizados, pela mídia e a sociedade, já se sabem os locais onde as chuvas intensas causa alagamentos e deslizamentos, contudo as medidas ainda são bastante incipientes para tornar as sociedades brasileiras mais resilientes, E nesse contexto do que foi apresentado, que ficamos defronte a seguintes problemáticas: como as cidades do Rio Grande do Norte estão preparadas para as mudanças climáticas? Quais os riscos que elas estão suscetíveis? verificamos que o maior período de desastres, está entre os anos de 2000 a 2011, ou seja, um período com mais de 10 anos de dados e que concentra em seus “outliers” 77,6% dos desastres para o período estudado, além disso, o ano com a maior cheia já registrada com imagens de satélite orbital Landsat 4 e 5, foi o ano de 1985, no qual inundou o leito maior do rios Apodi-Mossoró e Piranhas-Assu, causando danos e transtornos com a inundação de áreas urbanas, perca de colheitas, safras e rebanhos ao longo da planície de inundação dos rios. Apesar disso tudo, os municípios com maior índice de enchentes, apenas 3 estão presentes em bacias de rios perenes, sendo os seguintes: Riacho da Cruz e Luís Gomes a montante do rio Apodi e na bacia do Rio Piranhas Assu, se tem o município de Alto do Rodrigues. Contudo a maior parte dos municípios com desastres estão na parte Central, Seridó e Pós região Agreste ao sul, ao todo são 9 municípios, onde destes o que possui a menor ocorrência foram 2 ao longo dos anos estudados e um outro que tiveram 6 desastres entre 1991 a 2024.


MEMBROS DA BANCA:
Externa ao Programa - 2190974 - JOANA DARC FREIRE DE MEDEIROS - nullExterno à Instituição - JOSEMIR ARAÚJO NEVES - EMPARN
Interno - 1753398 - PABLO ELI SOARES DE OLIVEIRA
Notícia cadastrada em: 19/02/2026 14:28
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