Disciplinas

DISCIPLINAS PROFHISTÓRIA

Programa

Nome:

  1. 1.     CIDADE, PATRIMÔNIO URBANO E ENSINO DE HISTÓRIA

Créditos: 4

Carga Horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

A cidade como objeto do historiador. As diversas concepções de História Urbana. Cidade e cultura material. Iconografia urbana. A cidade como patrimônio cultural. A história da preservação de cidades no Brasil. As possibilidades que as conexões entre cidade e patrimônio oferecem para o campo do Ensino de História. O patrimônio urbano como recurso didático.

Bibliografia:

ABREU, Regina. CHAGAS, Mário (orgs.). Memória e Patrimônio: ensaios contemporâneos. Rio de Janeiro: Lamparina, 2009. AGUIAR, Leila Bianchi. Projetos nacionais de preservação do patrimônio: promoção, divulgação e turismo nos sítios urbanos patrimonializados durante a gestão de Rodrigo Mello Franco de Andrade. In: MAGALHÃES, Aline Montenegro, BEZERRA, Rafael Zamorano (Org.). 90 anos do Museu Histórico Nacional. Rio de Janeiro: MHN, 2014. CHOAY, Francoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: UNESCO, 2001. CHUVA, Márcia. Os arquitetos da memória: sociogênese das práticas de preservação do patrimônio cultural no Brasil (1930-1940). Rio de Janeiro: UFRJ, 2009. KNAUSS, Paulo (Coord.) Cidade vaidosa: imagens urbanas do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Sette Letras, 1999. MENESES, Ulpiano. Morfologia das cidades brasileiras. Introdução ao estudo histórico da iconografia urbana. Revista USP, São Paulo, n. 30, p. 144-153, 1996. MOTA, Lia. O patrimônio das cidades. In: SANTOS, Afonso Carlos dos (Org.). Livro do Seminário Internacional Museu e Cidades. Rio de Janeiro: MHN, 2003. OLIVEIRA, Lucia Lippi (Org.) Cidade: história e desafios. Rio de Janeiro: FGV, 2002. PESAVENTO, Sandra Jatahy. Cidade, espaço e tempo: reflexões sobre a memória e o patrimônio urbano. Cadernos do LEPAARQ, Pelotas, v. 2, n. 4, 2005. RONCAYOLO, Marcel. La ville et ses territoires. Paris. Gallimard, 1990.

 

Nome:

  1. 2.     CURRÍCULO DE HISTÓRIA: MEMÓRIA E PRODUÇÃO DE IDENTIDADE/DIFERENÇA

 

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

Diferentes concepções de currículo e suas implicações para a reflexão sobre o ensino de história. Relação entre currículo e memória como territórios contestados. Diferenciação entre memória e história. Historiografia escolar, história ensinada e o debate político contemporâneo que envolve a questão identitária. Articulações entre os diferentes processos de identificação (nacional, sociocultural) no conhecimento histórico didatizado. Currículo de história e a questão da alteridade no tempo e no espaço.

Bibliografia: A bibliografia será sugerida pelo professor a cada semestre.

 

  1. 3.     DIDÁTICA DA HISTÓRIA: TRAJETÓRIA, DESAFIOS E PERSPECTIVAS

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

Didática da história como campo de pesquisa e disciplina acadêmica. Trajetória de construção da Didática de História. Diferentes concepções de didática e suas implicações para o processo de ensino-aprendizagem de história. Planejamento e Avaliação em História. A sala de aula de História. Recursos didáticos como suportes do conhecimento histórico recontextualizado em objeto de ensino. Papéis e usos do livro didático em sala de aula. Escola como espaço de formação do professor de História.

Bibliografia:

ABREU, Martha e SOIHET, Rachel (org.). Ensino de História: conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra / FAPERJ, 2003. BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2005. KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003. SCHMIDT, M. A. e CAINELLI, M. Ensinar História. São Paulo: Scipione, 2004. SILVA, Thelma N. M. B e RABELLO, Heloísa. O Ensino da História – utilização do documento escrito. Niterói: EDUFF, 1992. SOUSA, Ana et alii (org.). Novas estratégias, novos recursos no ensino de história. Lisboa: Asa, 1993. VILLALTA, Luiz Carlos. Dilemas da relação teoria e prática na formação do professor de História: Alternativas em perspectiva. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 13, n. 25/26, p. 163-174, set. 92/ago.93.

 

  1. 4.     EDUCAÇÃO PATRIMONIAL E ENSINO DE HISTÓRIA

Créditos: 4  Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa: O ensino de História e o campo do Patrimônio Cultural material e imaterial. Exploração das conexões das instituições de memória com os campos da cultura, do mercado, da ciência e da educação. A partir de estudos de caso e de levantamentos gerais sobre a situação dos museus brasileiros, são examinadas as novas concepções de ensino de História nos museus trazidas pela discussão contemporânea sobre patrimônio, memória, identidade cultural e educação.

Bibliografia: ABREU, Regina. CHAGAS, Mário (orgs.). Memória e Patrimônio: ensaios contemporâneos. Rio de Janeiro: Lamparina, 2009. ANDERSON, Benedict. Comunidades Imaginadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. CHUVA, Márcia. Os arquitetos da memória: sociogênese das práticas de preservação do patrimônio cultural no Brasil (1930-1940). Rio de Janeiro: ed. UFRJ, 2009. CASTRIOTA, Leonardo. Patrimônio Cultural: conceitos, políticas e instrumentos. São Paulo: Annablume, 2009. CHOAY, Francoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: UNESCO, 2001. FARGE, Arlette. Lugares para a história. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. OLIVEIRA, Lucia Lippi. Cultura é Patrimônio: um guia. Rio de Janeiro: FGV, 2009. SALVADORI, Maria Ângela Borges. História, Ensino e Patrimônio. Araraquara, SP: Junqueira & Marin Editores, 2010. SANTOS, Myrian Sepúlveda dos. Museus brasileiros e política cultural. Revista Brasileira de Ciências Sociais 19 (55): 53-73, jun. 2004. SCHMIDT, Maria Auxiliadora; BARCA, Isabel. Aprender História: Perspectivas da Educação Histórica. Ijuí: Unijuí, 2009. SOARES, Andre Luis Ramos; KLAMT, Sergio. Educação Patrimonial: teoria e prática. Santa Maria: Editora da UFSM, 2007.

Nome:

  1. 5.     ENSINO D(E) HISTÓRIA INDÍGENA

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

Ensino de História Indígena. A Nova História Indígena. Política Indígena e Indigenista. Narrativas Indígenas. Histórias e Culturas Ameríndias.

Bibliografia:

ALBERT, Bruce e RAMOS, Alcida Rita (orgs). Pacificando o branco: cosmologias do contato no norte- amazônico. São Paulo: Editora UNESP: Imprensa Oficial do Estado, 2002. ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2003. ––––––––––. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2010. ALMEIDA, Rita Heloísa de. O Diretório dos Índios: um projeto de “civilização” no Brasil do Século XVIII. Tese de Doutorado. Museu Nacional: Rio de Janeiro, 1995. BANIWA, Gersem. O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: MEC/Secad; Museu Nacional/UFRJ, 2006. BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. O ensino de história para populações indígenas. Em Aberto, ano 14, no 63 (1994), pp. 105-116. BOCCARA, Guillaume. Mundos Nuevos en las Fronteras del Nuevo Mundo: relectura de los procesos coloniales de etnogénesis, etnificación y mestizaje en tiempos de globalización. Mundo Nuevo Nuevos Mundos, Paris, 2000. BROWN, Jennifer & VIBERT, Elizabeth (eds.). Reading beyond words: contexts for native history. Toronto: Broadview Press, 2003. BRUIT, Héctor Hernan. Bartolomé de Las Casas e a simulação dos vencidos. Campinas: Editora da UNICAMP/Editora Iluminuras, 1995. CARVALHO JR., Almir Diniz de. Índios Cristãos: a conversão dos gentios na Amazônia Portuguesa (1653- 1769). Tese de Doutorado. Campinas: IFCH-UNICAMP, 2005. CASTELNAU-L’ESTOILE, Charlotte de. Operários de uma vinha estéril: os jesuítas e a conversão dos índios no Brasil (1580-1620). Bauru: EDUSC, 2006. CAVALCANTI-SCHIEL, Ricardo. A política indigenista, para além dos mitos da Segurança Nacional. Estudos Avançados, vol. 23, no 65 (2009), pp. 149-64. CORDEIRO, Enio. Política indigenista brasileira e promoção internacional dos direitos das populações indígenas. Brasília, DF: Instituto Rio Branco, 1999. CUNHA, Manuela Carneiro da (org). História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. ––––––––––.(org.) Legislação indigenista no século XIX: uma compilação (1808-1889). São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Comissão Pró-Índio de São Paulo, 1992. DE JONG, Ingrid & RODRIGUEZ, Lorena (orgs.). Dossier mestizaje, etnogénesis y frontera. Memoria Americana, 13, 2005. DOMINGUES, Ângela. Quando os índios eram vassalos: colonização e relações de poder no Norte do Brasil na segunda metade do século XVIII. Lisboa: Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 2000. EISENBERG, José. As missões jesuíticas e o pensamento político moderno: encontros culturais, aventuras teóricas. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000. FARAGE, Nádia. As muralhas dos sertões: os povos indígenas no Rio Branco e a colonização. Rio de Janeiro: Paz e Terra; ANPOCS, 1991. FAUSTO, Carlos. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000. FUNARI, P. P.; PIÑON, A. A temática indígena na escola: subsídios para professores. São Paulo: Contexto, 2011. GAGLIARDI, José Mauro. O indígena e a República. São Paulo: Hucitec, Editora da Universidade de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura, 1989. GARCIA, Elisa Frühauf. As diversas formas de ser índio: políticas indígenas e políticas indigenistas no extremo sul do Brasil. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2009. GRUZINSKI, Serge. A Colonização do Imaginário: sociedades indígenas e ocidentalização no México espanhol (séculos XVI-XVII). São Paulo: Companhia das Letras, 2003. __________. O Pensamento Mestiço. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
 HILL, Jonathan (org.). History, power and identity: ethnogenesis in the Americas, 1492-1992. Iowa City: University of Iowa Press, 1996. LACERDA, Rosane. Os povos indígenas e a constituinte: 1987-1988. Brasília, DF: Cimi, 2008. LIMA, Antônio Carlos de Souza. Um grande cerco de paz: poder tutelar, indianidade e formação do Estado no Brasil. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. MAGALHÃES, Edvard Dias (org.). Legislação Indigenista Brasileira e normas correlatas. Brasília: FUNAI/CGDOC, 2005. MATOS, Maria Helena Ortolon. O processo de criação e consolidação do movimento pan-indígena no Brasil (1970-1980). Dissertação de Mestrado em Antropologia. UNB, Brasília, DF, 1997. MONTEIRO, John Manuel. Tupis, Tapuias e Historiadores: estudos de História Indígena e do Indigenismo. Tese de livre docência. Campinas: UNICAMP, 2001. __________. “Armas e armadilhas: História e resistência dos índios”. In: NOVAIS, Adauto (org.) A Outra Margem do Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. __________. Negros da Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
 MONTERO, Paula (org.). Deus na aldeia: missionários, índios e mediação cultural. São Paulo: Globo, 2006. NEUMANN, Eduardo. Práticas letradas guarani: produção e usos da escrita indígena (séculos XVII e XVIII). Tese de Doutorado em História Social. Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2005. OLIVEIRA, João Pacheco de. (org.). A presença indígena no Nordeste: processos de territorialização, modos de reconhecimento e regimes de memória. Rio de Janeiro, Contra Capa, 2011. ¬¬¬__________. (org.). A viagem de volta: etnicidade, política e reelaboração cultural no Nordeste indígena. 2ª ed. Rio de Janeiro, Contra capa, 2004. PERRONE-MOISÉS, Beatriz. “Índios livres e índios escravos: os princípios da legislação indigenista do período colonial (séculos XVI ao XVIII)”. In: CUNHA, Manuela Carneiro da (org). História dos Índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. POMPA, Cristina. Religião como tradução: missionários, Tupi e Tapuia no Brasil colonial. Bauru: EDUSC, 2003. PUNTONI, Pedro. A guerra dos bárbaros. São Paulo: HUCITEC, 2002. RAMINELLI, Ronald. Imagens da colonização: a representação do índio de Caminha a Vieira. Rio de Janeiro: Zahar, 1996. RESENDE, Maria Leônia Chaves de. Gentios brasílicos: índios coloniais em Minas Gerais setecentista. Tese de doutorado, Unicamp, 2003. Revista Tempo, vol.12, n.23, jul-dez. 2007 (Dossiê Os índios na História: abordagens interdisciplinares) RICARDO, C. A. (Ed.). Povos indígenas no Brasil 2006/ 2010. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2011. RODRÍGUEZ, Pablo. Testamentos de indígenas americanos, siglos XVI-XVII. Revista de História (Dossiê História dos Índios), (154): 15-35, n. 1 de 2006. São Paulo: Humanitas/FFLCH-USP. SAMPAIO, Patrícia Maria Melo. Espelhos Partidos: etnia, legislação e desigualdade na colônia. Tese de Doutorado em História. Universidade Federal Fluminense, Niterói, Rio de Janeiro, 2001. __________. “Política indigenista no Brasil imperial”. In: GRINBERG, Keila. SALLES, Ricardo. O Brasil Imperial, volume I: 1808-1831. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009, p.175-206. SCHWARTZ, Stuart. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. SILVA, Aracy Lopes da. GRUPIONI, Luís Donizete Benzi. A temática indígena na escola. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995. _________; FERREIRA, M. K. L. (orgs.). Práticas pedagógicas na escola indígena. São Paulo: Global/ Fapesp/ Mari, 2001. SILVA, Edson Hely. “Expressões da cultura imaterial indígena em Pernambuco”. In: GUILLEN, Isabel C. M. (org.). Tradições & traduções: a cultura imaterial em Pernambuco. Recife, EDUFPE, 2008, p.215-230. ¬__________. O Lugar do Índio. Conflitos, esbulhos de terras e resistência indígena no século XIX: o caso de Escada-PE (1860-1880). Dissertação de Mestrado em História. Recife, Universidade Federal de Pernambuco, 1995. SILVA, Giovani José da. Notícias da guerra que não acabou: a Guerra do Paraguai (1864-1870) rememorada pelos índios Kadiwéu. Fronteiras, Dourados, v. 9, n. 16, p. 83-91, 2007. TASSINARI, A. M. I. “Escola indígena: novos horizontes teóricos, novas fronteiras de educação”. In: LOPES DA SILVA; A.; FERREIRA, M. K. L. (orgs.). Antropologia, história e educação: a questão indígena e a escola. São Paulo: Fapesp/ Global/ Mari, 2001. p. 44-70. TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América: a questão do outro. São Paulo: Martins Fontes, 1983. VAINFAS, Ronaldo. A Heresia dos Índios: catolicismo e rebeldia no Brasil colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. A inconstância da alma selvagem. São Paulo: Cosac & Naify, 2002. _________. No Brasil todo Mundo é Índio, exceto quem não é. Entrevista. Revista Aconteceu. São Paulo, 2006. WILDE, Guillermo. Religión y poder en las misiones de guaraníes. Buenos Aires: SB, 2009. WITTMANN, Luisa Tombini. O vapor e o botoque: imigrantes alemães e índios Xokleng no Vale do Itajaí/SC (1850-1926). Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2007.

 

Nome:

  1. 6.     ENSINO DE HISTÓRIA DA ÁFRICA E DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

Histórico das medidas legais (leis e pareceres) que instituíram a obrigatoriedade da inclusão desses conteúdos nos currículos das escolas brasileiras. As reflexões sobre a definição de parâmetros para o ensino de História da África e Cultura Afro-Brasileira e suas consequências na formação de professores de História, bem como a análise de experiências de implementação dos referidos conteúdos nos currículos escolares, considerando os temas e abordagens privilegiados por professores de História nas escolas e a produção de materiais didáticos. História da África como disciplina acadêmica: discussão sobre temas e debates presentes no ensino universitário. A produção de saberes a partir de sujeitos externos ao ambiente universitário: projetos, programas e a atuação de movimentos sociais e comunidades negras na construção do conhecimento nesse campo.

Bibliografia:

ABREU, Martha e SOHIET, Rachel. Ensino de História. Conceitos, temáticas e Metodologia. Rio de Janeiro: FAPERJ/Casa da Palavra, 2003. ABREU, Martha e MATTOS, Hebe. Em torno das Diretrizes Curriculares para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana: uma conversa com historiadores. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, 21(41), jan./jun., 2008. LIMA, Mônica. História da África: temas e questões para a sala de aula, Cadernos PENESB nº7. Rio de Janeiro/Niterói, Quartet/UFF, 2006, p. 71-105. LOVEJOY, Paul e BOWSER, Benjamin (eds.). The transatlantic slave trade and slavery: new directions in teaching and learning. Trenton, NJ: Africa World Press, 2013. OLIVA, Anderson Ribeiro. A história africana nas escolas brasileiras: Entre o prescrito e o vivido, da legislação educacional aos olhares dos especialistas (1995-2006). História. São Paulo, 2009, p.143-172. OLIVEIRA, Luiz Fernandes. História da África e dos africanos na escola: desafios políticos, epistemológicos e identitários para a formação de professores de História. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2012. PANTOJA, Selma & ROCHA, Maria José (orgs). Rompendo silêncios. História da África nos currículos da Educação Básica. Brasília: DP Comunicações, 2004. ROCHA, Helenice, MAGALHÃES, Marcelo e GONTIJO, Rebeca (orgs). A escrita da história escolar: memória e historiografia. Rio de Janeiro: FGV, 2009. SECAD (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade)-Ministério da Educação. Educação anti-racista: caminhos abertos pela lei federal 10.639/03. Brasília: MEC-SECAD, 2005.

 

  1. 7.     ENSINO DE HISTÓRIA E A QUESTÃO DAS TEMPORALIDADES

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

Tempo histórico como elemento estruturante da produção do conhecimento histórico. Conceito de tempo histórico em diferentes matrizes teóricas. O tempo histórico: duração, ritmo, sucessão, simultaneidade, permanências e continuidades. Ensino de história e regimes de historicidade. Desafios pedagógicos na recontextualização didática do tempo histórico. Conceitos como: narrativa histórica, identidade narrativa e consciência histórica. Tempo histórico e história ensinada: propostas curriculares, livros didáticos, narrativas de professores e alunos em sala de aula.

Bibliografia:

CARRETERO, Mario. Documentos de identidades: a construção da memória histórica em um mundo globalizado. Porto Alegre: Artmed, 2010. PROST, Antoine. Doze lições sobre a história. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. GONTIJO, Rebeca; MAGALHAES, Marcelo; ROCHA, Helenice (orgs.). A escrita da história escolar: memória e historiografia. Rio de Janeiro: FGV, 2009, p. 35-50. HARTOG, François. Tempo e História: “Como escrever a história da França hoje?”. História Social, Campinas, Unicamp, n. 3, 1996, p. 127-154. KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto; PUC-Rio, 2006. LE GOFF, Jacques. História e memória. 5ª. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2003. PEREIRA, Mateus Henrique de Faria. A máquina da memória. Almanaque Abril: O tempo presente entre a história e o jornalismo. Bauru: Edusc, 2009. RÜSEN, Jörn. Como dar sentido ao passado: questões relevantes de meta-história. História da Historiografia (on-line), Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia, Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), nº 02, p. 163-209, março 2009. RÜSEN, Jörn. Didática da História: passado, presente e perspectivas a partir do caso alemão. Práxis Educativa. Ponta Grossa, 1(2): 7-16, jul./dez. 2006. SARLO, Beatriz. Tempo Passado. Cultura da Memória e Guinada Subjetiva. São Paulo: Companhia das Letras; Belo Horizonte: Editora UFMG, 2007.

 

 

  1. 8.     HISTORIOGRAFIA E ENSINO DE HISTÓRIA

Créditos: 4 Carga horária:60   Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

Estudo das diferentes acepções do termo historiografia e problematização do método da crítica historiográfica. A historiografia e o debate do narrativismo: competência narrativa, experiência e consciência, memória e história. Reflexão sobre as escolas históricas e seus referenciais teóricos, metodológicos e epistemológicos. O ensino de história no Brasil e seus pressupostos historiográficos entre os séculos XIX e XXI. Problematização da noção de didática da história. A diversidade do ensino de história para além do espaço escolar. A História ensinada e a constituição da memória social.

Bibliografia:

AMADO, Janaína & FERREIRA, Marieta de Moraes. Usos & Abusos da História Oral. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas, 1998. ARISTÓTELES. Poética. tradução de Eudoro de Sousa. 5 ed. Imprensa Nacional, Casa da Moeda, 1998. ARÓSTEGUI, Júlio. A pesquisa histórica: teoria e método. Bauru, SP: Edusc, 2006. BITTENCOURT, Circe M. F. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004. BOUTIER, Jean e JULIA, Dominique. (Orgs.). Passados Recompostos: campos e canteiros da história. Rio de Janeiro, Editora UFRJ; Editora FGV, 1998. BURKE, Peter. A Escrita da História: Novas perspectivas. São Paulo. Editora da Unesp, 1992. ____________. A Escola dos Annales (1929-1989) A revolução francesa da Historiografia. São Paulo, EDUNESP, 1997. BLOCH, Marc. Apologia da História – ou o ofício do historiador. Trad. André Telles. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Ed., 2001. CARDOSO, Ciro F.& VAINFAS, Ronaldo. Os domínios da História: ensaio de teoria e metodologia. Rio de Janeiro, Campus, 1997. CHARTIER, Roger. À Beira da Falésia: a história entre certezas e inquietude. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002. DE CERTEAU, Michel. A escrita da História. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2008. FERNANDES, Florestan (Org.) FEBVRE: História. São Paulo, Ática, 1992. FINLEY, Moses I. Uso e abuso da História. São Paulo. Martins Fontes, 1989. FONTANA, Josep. A história dos homens. Trad. Heloísa Jochims Reichel e Marcelo F. da Costa. Bauru, São Paulo: Edusc, 2004. FOUCAULT, Michel. A Ordem do Discurso. Tradução de Laura de Almeida Sampaio. 6ª ed. São Paulo: Loyola, 1998. GARDINER, Patrick. (Org.). Teorias da História. 3 ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1984. GAUTHIER, Clermont e TARDIF, Maurice. O saber profissional dos professores: fundamentos e epistemologia. Trad. Francisco A. Loiola. Quebec:Universidade Laval, 1996. HOLANDA, Sérgio Buarque (Org.) RANKE, Leopold Von: história. São Paulo: Ática, 1979. LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas, São Paulo, Editora da UNICAMP, 1996. REIS, José Carlos. História e teoria: Historicismo, modernidade, temporalidade e verdade. Rio de Janeiro, Editora FGV, 2005. RICOEUR, PAUL. Tempo e narrativa: a intriga e a narrativa histórica. São Paulo: Editora Martins Fontes, 2010. ¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬_______________. Tempo e Narrativa: a configuração do tempo na narrativa de ficção. São Paulo: Editora Martins Fontes, 2010. RIOUX, Jean Pierre & SIRINELLI, Jean- François. Para uma História cultural. Lisboa, Editorial Estampa, 1998. RÜSEN, Jörn. Razão histórica: teoria da história: fundamentos da ciência histórica. Trad. de Estevão de Resende Martins. –Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2010. __________. Reconstrução do passado. Trad. de Asta-Rose Alcaide. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2010. __________. História viva: teoria da história: formas e funções do conhecimento histórico. Estevão de Resende Martins. –Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2010. WHITE, Hayden. Meta-História: a imaginação histórica no século XIX. São Paulo: EDUSP, 1992.

 

  1. 9.     HISTÓRIA COMO DIFERENÇA: HISTÓRIA E CULTURA INDÍGENA

Créditos: 4 Carga horária: 60 Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

Reflexão sobre a diferença e os valores agregados a ela na construção do saber histórico. Identificação de trajetória histórica da construção da diferença dos indígenas (por não indígenas) na formação social brasileira. Identificação da atual legislação que orienta do ensino de história e cultura indígena com reflexão sobre as mobilizações sociais e acadêmicas que fundamentaram-na. Discursos e ações indígenas na construção de um lugar na sociedade brasileira. História, memória e construção da identidade/alteridade.

Bibliografia:

ABREU, Martha e SOHIET, Rachel. Ensino de História. Conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: FAPERJ/Casa da Palavra, 2003. BENITES, Tonico. A escola na ótica dos Ava Kaiowá. Impactos e interpretações indígenas. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2012. BRUCE, Albert & RAMOS, Alcida Rita (orgs.). Pacificando o branco. São Paulo: Unesp, 2002. CERTEAU, Michel De. A invenção do quotidiano: as artes do fazer. Petrópolis: Vozes, 1994. GONÇALVES, Marcia de Almeida, et all. Qual o valor da história hoje?. Rio de Janeiro: FGV, 2012. HALL, Stuart. Da diáspora. Identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2003. LARROSA, Jorge & SKLIAR, Carlos (orgs.) Habitantes de Babel. Políticas e poéticas da diferença. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. MIGNOLO, Walter. Histórias locais / projetos globais. Colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2003. MUNDURUKU, Daniel. O caráter educativo do movimento indígena brasileiro (1970-1990). São Paulo: Paulinas, 2012 PEREIRA, Júnia Sales; ROSA, L. M. . “O Ensino de História entre o dever de memória e o direito à história”. Revista História Hoje, v. 1, p. 89-110, 2012. SILVA, Marcos(org.) História. Que ensino é esse? Campinas: Papirus, 2013.

 

  1. 10.  HISTÓRIA DO ENSINO DE HISTÓRIA

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Sim

Ementa:

A emergência da história como campo disciplinar no século XIX. Os debates acerca do lugar do ensino da história. As diferentes concepções sobre o ensino, a aprendizagem e os conhecimentos históricos necessários para a história escolar. A trajetória do ensino de história na educação básica. A criação dos cursos universitários de história e a profissionalização dos professores. A produção historiográfica e a articulação entre o saber acadêmico e o saber escolar. Demandas sociais e ensino de história.

Bibliografia:

BITTENCOURT, Circe. Livro didático e conhecimento histórico: uma História do saber escolar. São Paulo: Loyola, 1990. _____. Pátria, civilização e trabalho. O ensino de história nas escolas paulistas (1917-1939). São Paulo: s/e, 1988. _____. O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2001. CEZAR, Temístocles, Lição sobre a escrita da História. Historiografia e nação no Brasil do século XIX, Diálogos. Maringá, (8):11-29, 2004. FERREIRA, Marieta de Moraes. O Ensino de História na Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil. Manguinhos - História, Ciências, Saúde, Rio de Janeiro, 19(2), abril-junho 2012. FONSECA, Thaís Nívia de Lima. História e Ensino de História. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. GONCALVES, Marcia de Almeida et alii. Qual o valor da história hoje? Rio de Janeiro: FGV, 2012. JOUTARD, Phillippe. L’enseignement de l’histoire. In: BÉDARIDA, François (org.). L’histoire et le métier d’historien en France 1945-1995. Paris: Éditions de la Maison des sciences de l’homme, 1995, p. 45-55. MATTOS, Ilmar Rohloff de (org.). Histórias do ensino de História do Brasil. Rio de Janeiro: Access, 1998. MONTEIRO, Ana Maria. Professores de História: entre saberes e práticas. Rio de Janeiro, Mauad, 2007. NADAI, Elza. O ensino de História no Brasil: Trajetória e perspectivas. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 13, n. 25/26, p. 163-174, set. 92/ago.93. OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de. O direito ao passado. Uma discussão necessária à formação do profissional de História. Aracaju: Editora da Universidade Federal de Sergipe, 2011. REZNIK, Luís, A construção da memória no ensino da História. In: FICO, Carlos; ARAÚJO, Maria Paula (org.). 1964-2004: 40 anos do golpe: ditadura militar e resistência no Brasil. Rio de Janeiro: 2004, p. 339-350. FONSECA, Selva Guimarães. Caminhos da história ensinada. Campinas: Papirus, 1993.

 

 

Nome:

  1. 11.  HISTÓRIA DO IMPRESSO

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

A revolução de Gutenberg. Difusão do impresso. Literatura de rua. Literatura e transmissão de modelos de comportamento. Intermediários. Impresso e revolução. Mundos do texto e mundos do leitor. Leitura e construção de sentido. Historiografia do impresso e da leitura.

Bibliografia:

ABREU, Márcia (org.). Leitura, História e História da Leitura. Campinas: Mercado Aberto; São Paulo: FAPESP, 1999. BOLLÈME, Geneviève. Les Almanachs populaires aux XVIIe et XVIIIe siècles. Essai d'histoire sociale. Paris: Mouton & Co, 1969. BOLLÈME, Geneviève; ANDRIÈS, Lise. La Biblothèque bleue: la littérature de colportage. Paris: R. Laffont, 2003. BURKE, Peter. A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: UNESP, 1992. CHARTIER, Roger. Os Desafios da escrita. São Paulo: UNESP, 2002. ____. A História Cultural: entre práticas e representações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, Lisboa: DIFEL; 1990. ____. Leituras e leitores na França do Antigo Regime. São Paulo: UNESP, 2004. _____ (dir.). Les usages de l’imprimé. Paris: Fayard, 1987. CHARTIER, Roger (org.). Práticas da leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 2000. CHARTIER, Roger; CAVALLO, Guglielmo (org.) História da leitura no mundo ocidental. São Paulo: Ática, 1998. 2 vol. CHARTIER, Roger; LUSEBRINK, Hans-Jürgen (dir.). Colportage et lecture populaire. Imprimés de large circulation en Europe XVIe-XIXe siècles. Actes du Colloque des 21-24 avril 1991. Wolfenbüttel; Paris: IMEC/Maison des Sciences de l'Homme, 1996. CHARTIER, Roger, MARTIN, Henri-Jean (dir.). Histoire de l’édition française, tome 1: Le livre conquérant. Du Moyen-Âge au milieu du XVIIe siècle. Paris: Promodis, 1982. DARNTON, Robert. Os Best-sellers proibidos da França pré-revolucionária. São Paulo: Cia. das Letras, 1998. ____. Boemia literária e revolução: o submundo das letras no Antigo Regime. São Paulo: Cia. das Letras, 1997. ____. O Diabo na água benta, ou a arte da calúnia e da difamação de Luís XIV a Napoleão. São Paulo: Cia. das Letras, 2012. ____. O Grande massacre de gatos e outros episódios da história cultural francesa. Rio de Janeiro: Graal, 1986. ____. O Iluminismo como negócio: história da publicação da Enciclopédia 1775-1800. São Paulo: Cia. das Letras, 1996. DAVIS, Natalie Z. Culturas do Povo: sociedade e cultura no início da França Moderna. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1990. ____. Histórias de perdão e seus narradores na França do século XVI. São Paulo: Cia. das Letras, 2001. ____. “Boundaries and the Sense of Self in Sixteenth-Century France”. In: HELLER, T. C. et alii. (ed.). Reconstructing Individualims. Autonomy, Individuality, and the Self in Western Thought. Stanford: Stanford University Press, 1997. GEREMEK, Bronislaw. Os Filhos de Caim: vagabundos e miseráveis na literatura européia: 1400- 1700. São Paulo: Cia. das Letras, 1995. EISENSTEIN, Elizabeth L. The Printing revolution in Early Modern Europe. Cambridge: Cambridge University, 2005. ELIAS, Norbert. O Processo Civilizador. Rio de Janeiro: Zahar, 1993. 2 v. FEBVRE, Lucien; MARTIN, Henri-Jean. O Aparecimento do livro. São Paulo: UNESP, 1992. GARIN, Eugenio (org.). O Homem Renascentista. Lisboa: Presença, 1991. GINZBURG, Carlo. O Fio e os rastros. Verdadeiro, falso, fictício. São Paulo: Cia. das Letras, 2007. ____. O queijo e os vermes: o cotidiano e as idéias de um moleiro perseguido pela Inquisição. São Paulo: Cia. das Letras, 1998. GRAFTON, Anthony. What was History? The Art of History in Early Modern Europe. Cambridge: Cambridge University Press, 2007. HILL, Christopher. O Mundo de Ponta Cabeça. Idéias Radicais durante a Revolução Inglesa de 1640. São Paulo: Cia. das Letras, 1987. JARDINE, Lisa. Wordly Goods. A new history of the Renaissance. New York/London: W. W. Norton, 1996. JOUHAUD, Christian. “Littérature et Histoire: Présentation”. In : Annales HSS, Paris, 49 (2), 1994, p. 271-276. LIEBEL, Silvia. Les Médées modernes: la cruauté féminine d’après les canards imprimés français (1574-1651). Rennes: PUR, 2013. LIMA, Luiz Costa. História. Ficção. Literatura. São Paulo: Cia. das Letras, 2006. MAN, John. A Revolução de Gutenberg. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. MANDROU, Robert. De la culture populaire aux XVIe e XVIIe siècles. La Bibliothèque bleue de Troyes. Paris: Stock, 1975. MINOIS, Georges. História do riso e do escárnio. São Paulo: UNESP, 2003. MUCHEMBLED, Robert. Culture populaire et culture des élites dans la France moderne (XVe-XVIIIe siècle). Paris: Flammarion, 1978. ____. L’Invention de l’homme moderne: Cultures et sensibilités en France du XVe au XVIIIe siècle. Paris: Fayard, 1988. WILTENBURG, Joy. Disorderly Women and Female Power in the Street Literature of Early Modern England and Germany. Charlottesville: University Press of Virginia, 1992.

 

  1. 12.  HISTÓRIA E HISTÓRIA PÚBLICA

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

História e História Pública. História Pública e mídias, tempo presente, comunidades e culturas populares, plataformas digitais, narrativas públicas.

Bibliografia:

ALMEIDA, Juniele Rabêlo; ROVAI, Marta Gouveia de Oliveira (orgs.). Introdução à História Pública. São Paulo: Letra e Voz, 2011. Ferreira, Marieta de Moraes. A História como ofício: A constituição de um campo disciplinar. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2013. FIGUEIREDO, Luciano (org.). História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013. Ignacio Muñoz Delaunoy. La didáctica de la historia y la formación de ciudadanos en el mundo actual, Santiago, Ediciones de la Dirección de Bibliotecas Archivos y Museos, 2013, JORDANOVA, Ludmilla. History in Practice. London: Arnold, 2000. Lambert, P.; Schofield, P. (org.) História: Introdução ao ensino e à prática. Porto Alegre: Penso, 2011. Lima, A. V.; Cruz, A. R.; Silva, J. L.; Ventura, I.; Montenegro, A. T. (org.) Casa Amarela: Memórias, lutas, sonhos. Recife: Departamento de Memória de Casa Amarela/FEACA, 1988. Maynard, Dilton Cândido Santos. Escritos sobre história e internet. Rio de Janeiro: Fapitec/Multifoco, 2011. Abreu, M.; Mattos, H.; Dantas, C. V. “Em torno do passado escravista: As ações afirmativas e os historiadores”. In: Rocha, H.; Gontijo, R.; Magalhães, M. (org.) A escrita da história escolar. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2009. p. 181-198. Chalhoub, Sidney; Fontes, Paulo. “História social do trabalho, história pública”. Perseu: História, memória e política, v. 3, 2009, p. 219-228. Ferreira, Marieta de Moraes. “Demandas sociais e história do tempo presente”. In: Varella, Flávia et. al. (org.) Tempo presente & usos do passado. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2012. p. 101-124. Ferreira, Marieta de Moraes. “História oral, comemorações e ética”. Projeto História, v. 15, 1997, p. 157-164 Fonseca, T. N. L. “Mídias e divulgação do conhecimento histórico“. Aedos, n. 11, v. 4, setembro de 2012, p. 129-140. Haas Jr., A. “Histórias locais, produtores de história e os usos do passado: Reflexões sobre o contexto catarinense”. Fronteiras, n. 17, p. 57-76, 2009. Hartog, F. “Tempo e patrimônio”. Varia Historia, v. 22, n. 36, p. 261-73, 2006. KANSTEINER, Wulf. Searching for an Audience: The Historical Profession in the Media Age - a Comment on Arthur Marwick and Hayden White. Journal of Contemporary History, v. 31, n. 1, p. 215-219, 1996. Lucchesi, A. “Sopravviverà la storia all’ipertesto?”. Qualche spunto sulla scrittura della storia ai tempi di internet“. Diacronie. Studi di Storia Contemporanea, N. 12, 4, 2012.. MALERBA, Jurandir. Acadêmicos na berlinda ou como cada um escreve a História?: uma reflexão sobre o embate entre historiadores acadêmicos e não acadêmicos no Brasil à luz dos debates sobre Public History. História da Historiogriafia. Ouro Preto/MG, n. 15, 2014, p. 27-50. Meneses, U. T. B. “Visão, visualização e usos do passado”. Anais do Museu Paulista, v. 15, p. 117-123, 2007. Meneses, Ulpiano Toledo Bezerra de. “Do teatro da memória ao laboratório da história: A exposição museológica e o conhecimento histórico”, Anais do Museu Paulista, v. 3, n. 1, 1995, p. 83-44. Possamai, Z. R. “O ofício da História e novos espaços de atuação profissional”. Anos 90, v. 15, n. 28, p. 201-18, 2008. Santhiago, R. “A digital-born movement for an old analogic past: Times and trends of public history in Brazil”. Paper apresentado no Society for History in the Federal Government & Oral History in the Mid-Atlantic Region Annual Conference, College Park, Maryland, abril de 2013. Santhiago, R. “História oral e história pública: Museus, livros e a ‘cultura das bordas’”. In: Santhiago, R.; Magalhães, V. B. (org.) Depois da utopia: A história oral em seu tempo. São Paulo: Letra e Voz / Fapesp, 2013. p. 131-40. Silva, M. “A História vem a público (Produção, divulgação e ensino de saberes: A História Pública”. In: Silva, M. (org.) História: Que ensino é esse? Campinas: Papirus, 2013. Barros, R. R. M. A reconstrução do passado: Música, cinema, história. 2011. 208 f. Dissertação (Meios e Processos Audiovisuais) – Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. Bonaldo, Rodrigo Bragio. Presentismo e presentificação do passado : a narrativa jornalística da história na ‘Coleção Terra Brasilis’ de Eduardo Bueno. Dissertação de Mestrado, UFRGS, 2010. Algumas obras estrangeiras Ashton, Paul; Kean, Hilda (org.) People and their Pasts: Public History Today. New York: Palgrave MacMillan, 2008. Frisch, Michael. A Shared Authority: Essays on the Craft and Meaning of Oral and Public History. Albany: State University of New York Press, 1990. Gardner, J. B.; LaPaglia, P. S. (org.) Public History: Essays from the Field. Malabar, FL: Kreiger Publishing Co., 1999. Liddington, Jill; Ditchfield, Simon. “Public History: A Critical Bibliography”. Oral History, v. 33, n. 1, 2005, p. 40-45. Meringolo, D. Museums, Monuments, and National Parks: Toward a New Genealogy of Public History. Amherst / Boston: University of Massachusetts Press, 2012. http://historiapublica.com.br

 

  1. 13.  METODOLOGIA NO ENSINO DE HISTÓRIA: O PESQUISADOR-PROFESSOR E O PROFESSOR-PESQUISADOR

Créditos: 4

Carga horária: 60

Ementa:

O método de pesquisar História e o método de ensinar História. A pesquisa histórica no ensino de História. A importância do professor-pesquisador. A importância dos alunos-pesquisadores. A utilização de oficinas em sala de aula. A pesquisa e a internet. Elaboração de projetos específicos.

Bibliografia:

ABREU, Martha e SOIHET, Rachel (orgs.). Ensino de História: conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra / FAPERJ, 2003. CARRETERO, Mario (org.). Construir e Ensinar – As Ciências Sociais e a História. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. FERREIRA, Marieta de Moraes e FRANCO, Renato. Aprendendo História. São Paulo: Editora do Brasil, 2010. KNAUSS, Paulo. Sobre a norma e o óbvio: a sala de aula como lugar de pesquisa. In: NIKITIUK, Sônia (org.). Repensando o ensino de história. São Paulo: Cortez, 1996. LAGOA, Ana Mascia, GRINBERG, Keila e GRINBERG, Lucia. Oficinas de História: projeto curricular de Ciências Sociais e de História. Belo Horizonte: Dimensão, 2000. MACHADO, Nílson. Epistemologia e Didática: São Paulo, Cortez, 1996. NETO, José Miguel Farias. Dez Anos de Pesquisas em Ensino de História. Anais do VI Encontro Nacional de Pesquisadores em Ensino de História. Londrina, 2005. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC, 1998. SOUSA, Ana et alii (org.). Novas estratégias, novos recursos no ensino de história. Lisboa: Asa, 1993.

 

  1. 14.  NARRATIVA, IMAGEM E A CONSTRUÇÃO DO FATO HISTÓRICO

Créditos:4

Carga horária: 60

Ementa:

Delimitação do campo de sentido de fato histórico: fato como narração, fato como condensação do tempo histórico. Conceituação de narrativa visual e os seus suportes. Mídia e a factualização da história, recursos para uma crítica e metodologias de análise. Estratégias de apresentação do fato histórico por meio de narrativas visuais.

Bibliografia:

CARDOSO, Ciro & MAUAD, Ana Maria. História e Imagem: o caso da fotografia e do cinema. In: Domínios da História. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1997, p. 401-417. CIAVATTA, Maria. O Mundo do Trabalho: A Fotografia como Fonte Histórica (Rio de Janeiro, 1900-1930). Rio de Janeiro: DP&A Editora/FAPERJ, 2002. DUBOIS, Philippe. O Ato Fotográfico. São Paulo: Editora Papirus, 2000. FERREIRA, Jorge & SOARES, Mariza de Carvalho (org.). A História vai ao Cinema. Rio de Janeiro: Record, 2001. FERRO, Marc. Cinema e História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. KNAUSS, Paulo. Aproximações disciplinares: história, arte e imagem. Anos 90, Porto Alegre, UFRGS, 15(28): 151-168, dez. 2008. MOCELLIN, Renato. Cinema e o Ensino de História. São Paulo: Nova Didática, 2002.

 

  1. 15.  PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO E O UNIVERSO VIRTUAL

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

Estudo de suportes tecnológicos aplicados ao ensino de História, tais como ambientes virtuais de aprendizagem, editores de texto colaborativo, aplicativos, jogos, entre outros. Construção de ambientes virtuais para realização de atividades de pesquisa e ensino de História na Educação Básica.

Bibliografia:

BRIGGS, Asa e BURKE, Peter. Uma história social da mídia – de Guttenbergh à internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. BRUGGER, Niels. The archived website and website philology – a new type of historical document? Nordicom Review, 2 (29): 155-175, 2008. CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet – reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. DANTAS, CAMILA GUIMARAES. O passado em bits – memórias e histórias na internet. Rio de Janeiro: UNIRIO, dissertação de mestrado em Memória Social, 1998. DARNTON, Robert. A questão dos livros: passado, presente e futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. JOHNSON, Steven. Cultura da interface – como o computador

transforma nossa maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência – o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993. STALEY, David J. Computers, vizualization and History – how new technology will transform our understanding of the past. New York: M.E Sharpe, 2003.

 

  1. 16.  SEMINÁRIO DE PESQUISA

Créditos: 3

Disciplina obrigatória: Não

Carga horária: 45

Ementa:

Disciplina de discussão e desenvolvimento das pesquisas pelo conjunto dos alunos, com vistas ao desenvolvimento do projeto de dissertação.

Bibliografia:

ABREU, Martha e SOIHET, Rachel (orgs.). Ensino de História: conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra / FAPERJ, 2003. CARRETERO, Mario (org.). Construir e Ensinar – As Ciências Sociais e a História. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. FERREIRA, Marieta de Moraes e FRANCO, Renato. Aprendendo História. São Paulo: Editora do Brasil, 2010. KNAUSS, Paulo. Sobre a norma e o óbvio: a sala de aula como lugar de pesquisa. In: NIKITIUK, Sônia (org.). Repensando o ensino de história. São Paulo: Cortez, 1996. LAGOA, Ana Mascia, GRINBERG, Keila e GRINBERG, Lucia. Oficinas de História: projeto curricular de Ciências Sociais e de História. Belo Horizonte: Dimensão, 2000. MACHADO, Nílson. Epistemologia e Didática: São Paulo, Cortez, 1996. NETO, José Miguel Farias. Dez Anos de Pesquisas em Ensino de História. Anais do VI Encontro Nacional de Pesquisadores em Ensino de História. Londrina, 2005. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC, 1998. SOUSA, Ana et alii (org.). Novas estratégias, novos recursos no ensino de história. Lisboa: Asa, 1993.

 

  1. 17.  SEMINÁRIO ESPECIAL LINGUAGENS E NARRATIVAS HISTÓRICAS: PRODUÇÃO E DIFUSÃO

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

História e narrativa. Narrativa e construção de sentidos. Formas narrativas e linguagens. Autor, texto e leitor. Produção e difusão. Narrativa e fonte histórica. Metodologias de análise.

Bibliografia:

ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 1972. BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1993. BURKE, Peter. “A história dos acontecimentos e o renascimento da narrativa”. In: BURKE, Peter (org.). A escrita da História. Novas perspectivas. São Paulo: Edunesp, 1992, pp. 327-348. CARDOSO, Ciro; VAINFAS, Ronaldo. Novos domínios da história. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. CERTEAU, Michel de. A Escrita da História. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982. CHARTIER, Roger. A História Cultural: entre práticas e representações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, Lisboa: DIFEL; 1990. ____. Leituras e leitores na França do Antigo Regime. São Paulo: UNESP, 2004. CONSANI, Marciel. Como usar o rádio em sala de aula. São Paulo: Contexto, 2007. DARNTON, Robert. O Beijo de Lamourette: mídia, cultura e revolução. São Paulo: Cia. das Letras, 1990. ____. O Grande massacre de gatos e outros episódios da história cultural francesa. Rio de Janeiro: Graal, 1986. FERREIRA, Marieta; FRANCO, Renato. Aprendendo história: reflexão e ensino. Rio de Janeiro: FGV, 2013. FURET, François. “Da história-narrativa à história-problema”. In: FURET, François. A oficina da História. Lisboa: Gradiva, 1985, pp. 88-98. GINZBURG, Carlo. O Fio e os rastros. Verdadeiro, falso, fictício. São Paulo: Cia. das Letras, 2007. ____. Medo, reverência, terror. São Paulo: Cia. das Letras, 2014. GRINBERG, Keila; ALMEIDA, Anita. “Detetives do passado no mundo do futuro: divulgação científica, ensino de História e internet”. In: Revista História Hoje. v. 1, n. 1, 2012. p. 315-326. HERMETO, Miriam. Canção popular brasileira e ensino de história. Palavras, sons e tantos sentidos. Belo Horizonte: Autêntica, 2012. HOBSBAWM, Eric J. Sobre História: ensaios. São Paulo: Cia. das Letras, 1998. ____. “O ressurgimento da narrativa. Alguns comentários”. In: Revista de História, Unicamp, n. 2/3, 1991, pp. 39-46. ____. Tempos fraturados. Cultura e sociedade no século XX. São Paulo: Cia. das Letras, 2013. LIEBEL, Vinícius. “Entre sentidos e interpretações: apontamentos sobre a análise documentária de imagens”. In: ETD – Educação Temática Digital. Campinas, v. 12, n. 2, 2011. p. 172-189. LIMA, Luiz Costa. História. Ficção. Literatura. São Paulo: Cia. das Letras, 2006. MAUAD, Ana Maria. “Através da Imagem: Fotografia e História – Interfaces”. In.: Revista Tempo. Rio de Janeiro, v. 1, n. 2, 1996. p. 73-98. MOLINA, Ana Heloisa. “Ensino de História e imagens: possibilidades de pesquisa”. In: Domínios da Imagem. Londrina, UEL, v. 1, p. 15-30, 2007. MONTEIRO, Ana Maria, et. al. Pesquisa em ensino de história: entre desafios epistemológicos e apostas. Rio de Janeiro: Mauad X, Faperj, 2014. MONTEIRO, Ana Maria. “Narrativa e narradores no ensino de história”. In: MONTEIRO, Ana M.; GASPARELLO, Artlette; MAGALHÃES, Marcelo S. (orgs.). Ensino de História: sujeitos, saberes e práticas. Rio de Janeiro: Mauad X, FAPERJ, 2007. NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema em sala de aula. São Paulo: Contexto, 2003. NAPOLITANO, Marcos; SALIBA, Elias Thomé; CAPELATO, Maria Helena; MORETTIN, Eduardo (orgs.). História e cinema: dimensões históricas do fato visual. São Paulo: Alameda, 2007. RICOEUR, Paul. A Memória, a História, o esquecimento. Campinas: Unicamp, 2007. ____. Tempo e Narrativa. Tomos I, II e III. Campinas: Papirus, 1994. VEYNE, Paul. Como se escreve a História. Brasília: UnB, 1995. WULF, Christophe. Homo pictor. Imaginação, ritual e aprendizado mimético no mundo globalizado. São Paulo: Hedra, 2013.

 

  1. 18.  SEMINÁRIO TUTORIAL

Créditos: 3

Carga horária: 45

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

Acompanhamento do trabalho do aluno pelo professor-orientador com vistas à preparação da dissertação e da sua defesa.

Bibliografia:

ANKERSMIT, Frank. A escrita da história: natureza da representação histórica. Londrina: Eduel, 2012. BOURDÉ, Guy e MARTIN, Hervé. As escolas históricas. Lisboa: Europa-América, 1990. BOUTIER, J., JULIA, D. Passados recompostos: campos e canteiros da História. Rio de Janeiro: Editora UFRJ: Editora FGV, 1998. BURKE, Peter. A Escrita da História (Novas Perspectivas). São Paulo: Editora da UNESP, 1992. CERTEAU, Michel de. A escrita da História. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1982. CHARTIER, Roger. À beira da falésia. A história entre certezas e inquietude. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2002. FOUCAULT, Michel. Sobre a arqueologia das ciências. Resposta ao Círculo da Epistemologia (1968). In: _____. Arqueologia das ciências e história dos sistemas de pensamento. Organização e seleção de textos de Manoel de Barros da Motta. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000, p. 82-118. GADAMER, Hans-Georg e Pierre Fruchon (org.). O problema da consciência histórica. Rio de Janeiro: FGV, 1998. _____ e KOSELLECK, Reinhart. Historia y hermeneutica. Madrid: Paidós, 1997. HARTOG, François. Régimes d’historicité. Présentisme et expériences du temps. Paris: Seuil, 2003. HUNT, Lynn (org.). A nova história cultural. São Paulo: Martins Fontes, 1992. JENKINS, Keith. A história repensada. São Paulo: Contexto, 2004. KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto: Ed. PUC-Rio, 2006. MALERBA, Jurandir e ROJAS, Carlos Aguirre (org.). Historiografia contemporânea em perspectiva crítica. Bauru: EDUSC, 2007. MUNSLOW, Alun. Desconstruindo a história. 1a. ed. 1997. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. PROST, Antoine. Doze lições sobre a história. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2008. REVEL, Jacques. Proposições. Ensaios de História e Historiografia. Rio de Janeiro: Ed.UERJ, 2009.

 

  1. 19.   TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO E ENSINO DE HISTÓRIA

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

Estudo de suportes tecnológicos aplicados ao ensino de História, tais como ambientes virtuais de aprendizagem, editores de texto colaborativo, aplicativos, jogos, entre outros. Construção de ambientes virtuais para realização de atividades de pesquisa e ensino de História na Educação Básica.

Bibliografia:

BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia – de Guttenbergh à internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet – reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. DARNTON, Robert. A questão dos livros: passado, presente e futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. JOHNSON, Steven. Cultura da interface – como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. LEMOS, André. “O fenômeno tecnológico através da História”. In: Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. 4. ed. Porto Alegre: Sulina, 2008. LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência – o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993. LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999. MORAN, José Manuel. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 5 ed. Campinas-SP: Papirus, 2011. SILVA, Mozart Linhares da (org). Novas tecnologias – educação e sociedade na era da informação. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

 

  1. 20.  TEORIA DA HISTÓRIA

Créditos: 4

Carga horária: 60

Disciplina obrigatória: Não

Ementa:

O estatuto epistemológico da história. História, historiografia e historicidade. Tempo histórico e experiência. Usos do contexto. Objetividade e subjetividade em história. O particular e o geral. História, verdade e prova. Retórica e conhecimento histórico.História e memória. História e identidades sociais. A narrativa histórica. O método histórico. O uso dos conceitos pelo historiador. A construção do objeto histórico. A operação historiográfica: lugar social, práticas e texto. Arquivo, compreensão/explicação e representação. Os conceitos antigo e moderno de história. A história-problema. Escalas de análise. Teorias e filosofias da história. A disciplinarização da história. A história como ciência social.

Bibliografia:

ANKERSMIT, Frank. A escrita da história: natureza da representação histórica. Londrina: Eduel, 2012. ARENDT, Hannah. O conceito antigo e moderno de história [1954]. In: _____. Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 2000. BOURDÉ, Guy e MARTIN, Hervé. As escolas históricas. Lisboa: Europa-América, 1990. BOUTIER, J., JULIA, D. Passados recompostos: campos e canteiros da História. Rio de Janeiro: Editora UFRJ: Editora FGV, 1998. BURKE, Peter. A Escrita da História (Novas Perspectivas). São Paulo: Editora da UNESP, 1992. CERTEAU, Michel de. A escrita da História. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1982. CHARTIER, Roger. À beira da falésia. A história entre certezas e inquietude. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2002. FOUCAULT, Michel. Sobre a arqueologia das ciências. Resposta ao Círculo da Epistemologia (1968). In: _____. Arqueologia das ciências e história dos sistemas de pensamento. Organização e seleção de textos de Manoel de Barros da Motta. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000, p. 82-118. GADAMER, Hans-Georg e Pierre Fruchon (org.). O problema da consciência histórica. Rio de Janeiro: FGV, 1998. _____ e KOSELLECK, Reinhart. Historia y hermeneutica. Madrid: Paidós, 1997. HARTOG, François. Régimes d’historicité. Présentisme et expériences du temps. Paris: Seuil, 2003. HUNT, Lynn (org.). A nova história cultural. São Paulo: Martins Fontes, 1992. IGGERS, Georg G. La ciencia histórica en el siglo XX. Barcelona: Idea Books, 1998. JENKINS, Keith. A história repensada. São Paulo: Contexto, 2004. _____. Ethical responsability and the historian: on the possible end of a history “of a certain kind”. History and Theory, (43): 43-60, dez. 2004. KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto: Ed. PUC-Rio, 2006. _____. L’expérience de l’histoire. Paris: Gallimard – Le Seuil, 1997. LIMA, Luiz Costa. A narrativa na escrita da história e na ficção. In: _____. A aguarrás do tempo. Estudos sobre a narrativa. Rio de Janeiro: Rocco, 1989, p. 15-121. MALERBA, Jurandir e ROJAS, Carlos Aguirre (org.). Historiografia contemporânea em perspectiva crítica. Bauru: EDUSC, 2007. MUDROCVIC, Maria Ines. Historia, narración y memoria. Los debates actuales en filosofia de la historia. Madrid: Akal, 2005. MUNSLOW, Alun. Desconstruindo a história. 1a. ed. 1997. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. OPHIR, Adi. Das ordens do arquivo. In: SALOMON, Marlon (org). Saber dos Arquivos. Goiânia: Ricochete, 2011, p. 73-98. PROST, Antoine. Doze lições sobre a história. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2008. REVEL, Jacques. Proposições. Ensaios de História e Historiografia. Rio de Janeiro: Ed.UERJ, 2009. _____. História e historiografia: exercícios críticos. Curitiba: UFPR, 2010. RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas, SP: UNICAMP, 2007. RUSEN, Jorn. História Viva. Teoria da História III: formas e funções do conhecimento histórico. Brasília: UnB, 2007. RUSEN, Jorn. Razão Histórica. Teoria da História: os fundamentos da ciência histórica. Brasília: UnB, 2001. RUSEN, Jorn. Reconstrução do Passado. Teoria da História II: os princípios da pesquisa histórica. Brasília: UnB, 2007. WHITE, Hayden. O texto histórico como artefato literário [1974]. In: _____. Trópicos do discurso: ensaios sobre a crítica da cultura. Trad. Alíio C. de Franca. São Paulo: EDUSP, 2001, p. 97-116. _____. El contenido de la forma: narrativa, discurso y representación histórica. Barcelona: Paidós, 1992.

 

 

 

 

  1. 21.  TÓPICO ESPECIAL EM ENSINO DE HISTÓRIA I

Créditos: 4 Carga horária: 60 Disciplina obrigatória: Não

Ementa: Estudo de diferentes abordagens em ensino de história através de análise de textos, materiais e práticas pertinentes ao campo.

Bibliografia: A bibliografia será sugerida pelo professor a cada semestre.

 

  1. 22.  TÓPICO ESPECIAL EM ENSINO DE HISTÓRIA II

Créditos: 4 Carga horária: 60 Disciplina obrigatória: Não

Ementa: Estudo de diferentes abordagens em ensino de história através de análise de textos, materiais e práticas pertinentes ao campo.

Bibliografia: A bibliografia será sugerida pelo professor a cada semestre.

 

  1. 23.  TÓPICO ESPECIAL EM ENSINO DE HISTÓRIA III

Créditos: 4 Carga horária: 60 Disciplina obrigatória: Não

Ementa: Estudo de diferentes abordagens em ensino de história através de análise de textos, materiais e práticas pertinentes ao campo.

Bibliografia: A bibliografia será sugerida pelo professor a cada semestre.

 

  1. 24.  TÓPICO ESPECIAL EM ENSINO DE HISTÓRIA IV

Créditos: 4 Carga horária: 60 Disciplina obrigatória: Não

Ementa: Estudo de diferentes abordagens em ensino de história através de análise de textos, materiais e práticas pertinentes ao campo.

Bibliografia: A bibliografia será sugerida pelo professor a cada semestre.

 

  1. 25.  TÓPICO ESPECIAL EM ENSINO DE HISTÓRIA V

Créditos: 4 Carga horária: 60 Disciplina obrigatória: Não

Ementa: Estudo de diferentes abordagens em ensino de história através de análise de textos, materiais e práticas pertinentes ao campo.

Bibliografia: A bibliografia será sugerida pelo professor a cada semestre.

 

  1. TÓPICO ESPECIAL EM ENSINO DE HISTÓRIA VI

Créditos: 4 Carga horária: 60 Disciplina obrigatória: Não

Ementa: Estudo de diferentes abordagens em ensino de história através de análise de textos, materiais e práticas pertinentes ao campo.

Bibliografia: A bibliografia será sugerida pelo professor a cada semestre.

 

  1. TÓPICO ESPECIAL EM ENSINO DE HISTÓRIA VII

Créditos: 4 Carga horária: 60 Disciplina obrigatória: Não

Ementa: Estudo de diferentes abordagens em ensino de história através de análise de textos, materiais e práticas pertinentes ao campo.

Bibliografia: A bibliografia será sugerida pelo professor a cada semestre.

 

  1. TÓPICO ESPECIAL EM ENSINO DE HISTÓRIA VIII

Créditos: 4 Carga horária: 60 Disciplina obrigatória: Não

Ementa: Estudo de diferentes abordagens em ensino de história através de análise de textos, materiais e práticas pertinentes ao campo.

Bibliografia: A bibliografia será sugerida pelo professor a cada semestre.

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