PPGQ/CCET PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA INSTITUTO DE QUÍMICA Telefone/Ramal: (84) 3342-2323/136 https://posgraduacao.ufrn.br/ppgq

Banca de QUALIFICAÇÃO: DIEGO OLIVEIRA CORDEIRO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: DIEGO OLIVEIRA CORDEIRO
DATA: 18/06/2013
HORA: 14:00
LOCAL: Sala de Reunião do LCP/NU-PER
TÍTULO:

Avaliação Oxidativa do Biodiesel de Pinhão Manso em Diferentes Processos de Purificação


PALAVRAS-CHAVES:

Biodiesel, Pinhão Manso, Estabilidade oxidativa, Processos de purificação.


PÁGINAS: 102
GRANDE ÁREA: Ciências Exatas e da Terra
ÁREA: Química
SUBÁREA: Química Analítica
ESPECIALIDADE: Análise de Traços e Química Ambiental
RESUMO:

O biodiesel é um combustível renovável produzido a partir da transesterificação e/ou esterificação de óleos ou gorduras de origem vegetal ou animal, novos ou usados, que objetiva substituir o diesel, minimizando os impactos ambientais. No entanto, uma das principais desvantagens do biodiesel é a baixa estabilidade à oxidação que é um parâmetro que indica a tendência de degradação do biodiesel e afeta significativamente sua qualidade. Este parâmetro é de grande relevância no que se refere ao armazenamento e possíveis problemas no motor. A estabilidade à oxidação do biodiesel está predominantemente relacionada: ao teor de ácidos graxos, a qualidade da matéria prima, condições de armazenamento e processos de purificação. Neste sentido o objetivo deste trabalho foi analisar a estabilidade oxidativa do biodiesel de Pinhão Manso obtido a partir de diferentes processos de purificação (três via úmida: secagem em estufa a vácuo, em estufa convencional e com sulfato de sódio anidro; e uma via seca: purificação com adsorvente silicato de magnésio). Matérias primas de diferentes qualidades foram utilizadas. O óleo de pinhão manso foi extraído por extração mecânica e refinado. O biodiesel de pinhão-manso foi obtido pela reação de transesterificação na rota etílica, utilizando catálise alcalina. As amostras de biodiesel foram caracterizadas por análises de Teor de água, Resíduo de carbono, Cromatografia em Fase Gasosa e Espectroscopia de Absorção na Região do Infravermelho. As análises de estabilidade a oxidação foram realizadas a partir de monitoramento periódico, utilizando as técnicas de Rancimat, Índice de Peróxido, Índice de acidez e Calorimetria Exploratória Diferencial Pressurizada. As amostras de biodiesel que apresentaram melhor estabilidade oxidativa foram as da matéria prima de melhor qualidade e purificação por via úmida: P2QS* purificado por via úmida com secagem química, utilizando sulfato de sódio anidro e P3SV* purificado por via úmida com secagem a vácuo, as quais obtiveram estabilidade oxidativa de 6 horas no Rancimat no tempo 0 dias, no limite estabelecido pela norma da ANP, sem a adição de antioxidante. Outros resultados também indicaram que a contaminação pelo excesso de catalisador (KOH) é o principal fator para diminuição da estabilidade oxidativa do biodiesel.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - AMANDA DUARTE GONDIM - CTGás
Interno - 350509 - ANTONIO SOUZA DE ARAUJO
Externo à Instituição - MARTA MARIA DA CONCEIÇÃO - UFCG
Presidente - 1149328 - VALTER JOSE FERNANDES JUNIOR
Notícia cadastrada em: 12/06/2013 09:18
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